P.S. - Já sei que, nesta blogosfera, toda a gente é bem fodida e amada e nunca teve qualquer problema em chegar ao grande O. Pelo contrário, são elas e eles no O a toda a hora, num pestanejar. Para as (os) restantes (humanas(os), terrenas(os)), uma grande beijoca. Ou colherada.
quarta-feira, agosto 01, 2012
terça-feira, julho 31, 2012
Afinal,
O blogue não está assim tão moribundo.
Quer dizer, de actualização está mas as visitas continuam imensas. Basicamente, o Sitemeter tinha ido à vida (Sem que tivesse dado conta.) e andava a enviar-me emails com estatísticas de uma ou duas visitas diárias. Não estranhei, uma vez que a escrita pecava pela ausência. Entretanto, com as novas funcionalidades do blogger (que tenho ignorado à grande), acabei de reparar que as visitas são largas centenas acima. Já resolvi tudo, instalei novamente o Sitemeter e reparei as anomalias.
Não que faça diferença se é uma pessoa que me visita diariamente ou se são centenas (Onde têm a cabeça? Isto está pior do que a Silly Season, vão-se embora!). Quer dizer, faz. A responsabilidade, aquele bicho papão que se apoderou de mim mal fiz seis anos, é outra. Vocês são imensos!
Portanto, aqui fica mais um post a dizer absolutamente nada que interesse.
Por outro lado, segundo a Pipoca (A rapariga é um anjo, já que evita que gaste dinheiro ao desbarato e desnecessariamente.), andam corpos esculturais pelas praias portuguesas.
O meu é seguramente um e, ainda que já tenha visto dias mais gloriosos graças ao saudoso vício da musculação, o meu rabo é um rabo inesquecível. São os genes, não os mesmos da Zulmira Ferreira.
Agora que já disse tanta coisa de jeito e nenhuma novidade, volto ao Tumblr.
Entretanto, aguardo que o Piston diga alguma coisa simpática. O moço esforçou-se.
Bons sonhos.
segunda-feira, julho 30, 2012
Tumblering
Recordam-se do Pinterest?
O Pinterest é muito giro para reunir e agrupar imagens em quadros que mais cedo ou mais tarde podemos (não) precisar. Agora, a sério, dou-lhe muita utilidade e, no outro dia, reparei que tenho pins que já foram partilhados por centenas. Sim, sou a diva do Pinterest mas
O que tenho gostado mesmo é do Tumblr.
Combina na perfeição com esta minha fase "não me apetece partilhar palavras".
Enfim, o sentido estético comunica da mesma forma (ou melhor) e mesmo que as imagens não sejam nossas, há ali um padrão que nos define. Para o bem e para o mal, sem os problemas de um casamento.
Para já, estou há meses nesta onda e completamente viciada.
Depois, são só mais uns tempos para voltar à carga aqui. Sim, porque o mundo fartar-se-à de tanto "olha o que comprei", "olha o que vesti hoje", "ó que fotografia gira" e, pior, "olha o Instagram de tudo o que faço, incluindo as batatas que cozinhei e a primeira ida à casa de banho do dia" e suplicará por disparates. Suplicará por posts com mais de dez linhas. Convenhamos, as roupas são práticas, não temos de partilhar assim tanto de nós, para além de noções estéticas e apetites frívolos mas, um dia, o mundo fartar-se-à. Quererá disparates. Até eu. Qualquer dia. Um dia.
Um dia mas não tão cedo. Um qualquer psicólogo de licenciatura modus Relvas (Vá lá, devo ser a única blogger da blogosfera que ainda não tinha feito uma piada sobre o assunto.) diria que é da crise, da conjuntura, esta vontade de perder-me no meio do estético e renegar tudo o resto. Eu chamar-lhe-ia antes a crise dos trinta, também conhecida por "entrar em negação". Qualquer coisa do género. Fiz sentido? Não? Ainda bem.
*A foto é para comprovar que o meu sentido estético anda de olho e atento.
quarta-feira, julho 04, 2012
Curiosamente,
Seis anos depois, o relógio biológico está na mesma.
Quer dizer, está pior. Não está, bateu as botas.
É que sequer ainda tenho os sonhos malucos dos putos a quererem fazer xixi e o camandro.
Estou mesmo a ver a cena. Um dia, o cabrão do relógio desperta, dá-me as voltas, lá para os oitenta e nove. Quero ver esta bacia, completamente lixada das aulas de barra-de-chão, ballet, contemporâneo e estica, torce, salta, abre, cai, rebola, toda injetada de hormonas aguentar com isso.
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Relógio biológico,
Traumas da vida adulta
segunda-feira, junho 04, 2012
Dos géneros literários, estilos de escrita, rum e vodka aos litros e motores de pesquisa online
*Capa da Sábado da semana passada, publicitada nos mupis do Metro.
Que é assim como quem diz uma grande moca.
Ora, exercício meramente académico:
Se sabes ou tens uma vaga noção de que existem termos comummente utilizados (Até porque depois aplicas os dois, alegadamente para a mesma coisa.), se vai fazer o título da capa, diz-me, por favor, se não perdes 0.00034554565 segundos numa pesquisa bem sucedida no Google, que apontará para 294357485748357876487589758756978698756978 resultados correctos, para perceber que no título do teu artigo - QUE VAI PARA A CAPA e não para uma coluna escondida no canto, entre anúncios para obtenção de prazer e açoites - acabaste de afirmar que está na moda alugar roulotes, tendas, cartões de sem-abrigo e outros objectos móveis que permitam pernoitar ou habitar neles.
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Ferindo susceptibilidades,
Provocações
quarta-feira, maio 30, 2012
Ah e tal, não queres ficar diabética
E, por isso, só resta cortar nos hidratos de carbono.
Pão com/e/ou chocolate (ou qualquer coisa de chocolate), folhados, bolos, latas de leite condensado são muito bons mas não podem ser repetidamente e sem descanso o pequeno-almoço, mais o almoço, o petisco, lanche, jantar, ceia, essas e mais quaisquer outras refeições imagináveis.
Já agora, vamos lá comer saudável, isto é, olá Alexandra, isto é um legume. Vai dar ar na barriga mas suporta, se faz favor. Aquilo é fruta. Por favor, não adiciones açúcar. Não precisa. Não precisa! NÃO PRECISA!
Iogurtes naturais são bons e saudáveis. Esquece as habituais quatro colheres de chá de açúcar. Como não queremos demasiadas restrições, uma e meia. UMA COLHER E MEIA!
Não te esqueças, comer menos à noite. De preferência, duas horas antes de deitar. Se queres continuar a devorar ferraduras de chocolate, croissants com creme e Red Bulls ao lanche, mais uns quatro ou cinco pães de queijo e um gelado, quando chegares a casa, após as aulas de dança, é um copo de leite de soja, se faz favor. Só. Ou mais um tomatito com orégãos (legumes não contam). Ou uma sopa em substituição.
Foi o que fiz hoje.
Lanche:
1 ferradura de chocolate;
5 minis pães de queijo
1 Ice Tea de manga
1 Red Bull
(Antes de sair de casa, engoli um iogurte com três colheres de açúcar.)
Portanto, chego a casa com o copo de leite no pensamento.
Beijinho à Cacau. Atirei-lhe o pato.
Escapulo para a cozinha.
Cenário: Travessa com batatas fritas e febras grelhadas. Logo ali na bancada, para qualquer um salivar.
Devoro todas as batatas mais duas febras, em um minuto e vinte e dois segundos.
Sempre com o leite no pensamento.
Isto, por volta das 23h40.
Resultado:
São agora 1h52.
Estou com fome.
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Ser gulosa é...,
Traumas da vida adulta
sexta-feira, maio 18, 2012
Já agora
Figuras que faço nos transportes públicos quando não levo livros:
Livros comprados na Feira do Livro: ZERO.
Fuck Acordo Ortográfico!
Livros comprados na Feira do Livro: ZERO.
Fuck Acordo Ortográfico!
quarta-feira, maio 16, 2012
Verdades irredutíveis - traços universais da condição masculina
Peçam a um homem para ler as instruções.
Pai, irmão, namorado, amigo, qualquer um, desde que seja homem.
Vá, peçam.
Seja do que for.
Da montagem de um móvel, de um telemóvel, de um carro, de uma máquina de lavar, de um aparelho com o qual nunca mexeram.
É certo e seguro que obterão como resposta, melhor ou pior humorada, um "Não preciso de ler as instruções!"
Verdade irredutível e universal do género.
Eles julgam que não só nasceram com a colectânea infinita dos manuais incorporada como se safam melhor sem ela. Ler as instruções é para meninas. Literalmente.
Depois, o resultado é um, apenas um dos que se segue (por favor, risque o que não interessa):
1 - Demoram HORAS à volta da peça, gera discussão e no final fazem merda. (No final, já sem paciência, se há mulher por perto, é ela que salva a situação (porque leu as instruções).
2 - Fazem logo merda, há discussão na mesma e lá tem de intervir a mulher.
Pois que ainda ontem assisti:
Cena: Frigorífico novo em casa dos papás. Esteve a "repousar" e já pode ser ligado.
Pai: Com a ficha do dito nas mãos às voltas do aparelho.
Mãe: "Vais ligar isso assim?"
Pai: "O que é que tem?"
Eu: (Em surdina para a minha mãe) "Não vais pedir a um homem para ler as instruções!" (Solto um "Ah" de exclamação e gozo.)
Mãe: "Não lês as instruções primeiro? Tens de ler as instruções!" (Ingénua. Deveria saber mais, a minha querida mãe.)
Pai: "Eu preciso lá de ler as instruções para ligar um frigorífico? Era só o que mais faltava!"
Mãe: "Mas pode haver alguma especificidade, ou procedimento. Tens de ler as instruções!"
Pai: "Tenho agora! Já estás a ler as instruções! Lê tu! (Já bastante irritado.)"
Eu: Saio de mansinho e largo um vitorioso "Bem avisei."
Resultado: Meia hora de discussão na cozinha, frigorífico a não funcionar. Pai sai como sportinguista raivoso após perder um jogo, mãe trata de desligar o frigorífico e recomeçar o processo porque, afinal, havia qualquer coisa a fazer antes (que não sei, já que não li as instruções.). Liga o frigorífico. Vitória.
Instruções: (Ah!) Reproduzir cena para qualquer objecto. O resultado é o mesmo.
Sugestão: Retirar-lhes imediatamente a tarefa antes de iniciá-la ou esperar calada e de mansinho que ele termine (é permitido rir interiormente) e reparar tudo. No final, não tentar explicar como fez. Gera nova discussão.
O mesmo se aplica a pedir direcções ou usar mapas.
Homens, aqueles seres que nasceram para nos proteger, dar segurança e tratar das tarefas complicadas.
sábado, maio 05, 2012
quarta-feira, maio 02, 2012
A propósito do Pingo Doce, post "Lê, engole e não vem baratinar"
Tenho lido tanta coisa absurda que só me apetece mudar de nacionalidade.
Juro, se pudesse, mudava de nacionalidade.
Começa logo aqui. Uns, quando se exaltam, não dizem que matam, esmifram, dão três nós ao pescoço do vizinho? Eu mudaria de nacionalidade.
Ultimamente, não sei que raio de país é este. Que cangalha é esta. Cangalhada. Tenho vergonha. É o cada um por si, o salve-se quem puder, o pisa o outro tanto que podes, rouba o outro tanto que podes, é o se eu não tenho o outro que não tenha também. O pontapé nos princípios mais basilares.
Todo o episódio de ontem é absolutamente vergonhoso.
Desrespeitoso, sobretudo.
Da parte da empresa, das pessoas que acorreram e dos que clamam a "boa acção" para com os pobres portugueses. (Céus, acreditam mesmo que o Pingo Doce é a Santa Casa da Misericórdia? Que tiveram perdas?) Houve desrespeito sim.
Da parte da empresa para com os próprios trabalhadores (Não venham com o argumento de terem sido pagos. Existe um direito ao feriado e os trabalhadores devem OPTAR se querem trabalhar ou gozá-lo. Muito menos com o da crise - Estou pelas pontas dos cabelos com esse argumento utilizado para achincalhar tudo e mais alguma coisa.). Perante um possível boicote a ir ao supermercado no dia 1 por parte dos cidadãos, a resposta foi bem nojenta.
Da parte da empresa para com os cidadãos e os mais carenciados. É necessário que explique isto? Se sim, carregue no botão "use o cérebro".
Da parte da empresa para com o estado de direito. Dia 1 de Maio? A sério? Tantos dias para fazerem "boas acções" e escolheram o dia 1? Para com as normas, ou muito me engano ou aposto o mindinho em como houve dumping.
Da parte das pessoas que acorreram à chamada. (Antes passar fome e antes que venham dizer que não sei o que é isso, bem não sei, graças aos meus pais. Se não fosse isso, neste momento, saberia sim mas sei o que são muitas coisas, muitas outras coisas e como boa maioria, vivo no silêncio.) Que não respeitaram as outras pessoas, os funcionários, etc. Que não respeitaram a si próprias.
Da parte do Estado, tanto governo como presidente da República (Posso escrever com letra minúscula, posso?) Que estiveram a cagar-se (Bem, na verdade, é o termo mais correcto.) para tudo. Lá para o final do dia, após tantas queixas e indignação, a ASAE lá afirmou que ia averiguar. Averiguar quando? Depois da acção estar completa? Logo uma entidade que é sempre tão ágil?
Tanto, tanto mais há a dizer mas isto não é um ensaio, não são palavras estudadas, é apenas uma repulsa por parte do meu organismo.
No meio disto tudo, fica um Primeiro de Maio muito negro, muito negro para a democracia, desrespeitoso para com todos os que lutaram pelos nossos direitos. Mais ou menos direitos, seja lá qual for a situação de cada um, são os nossos direitos. Se os teus não estão a ser cumpridos, reivindica-os. Não exijas que o do lado os perca também e muito menos, não desdenhes, não rejubiles com a perda deles. A sério, não sentem que estão a gozar convosco? Povo porco. Povo imundo. Povo estúpido.
Nota: Ai de quem venha para aqui levantar-me o chinelo. Não tenho paciência e pouco aprovarei qualquer democracia neste espaço.
Happy Bday Cacau!
Um aninho!
Estás crescida.
Uma matulona. (Onde está a minha bebezola que cabia na minha mão?)
Mais madura.
Ainda terrorista.
Mas a minha terrorista.
Vamos celebrar com um banquete de biscoitos, ossos e pernas das cadeiras só para ti!
quinta-feira, abril 19, 2012
O meu cabelo é mais inteligente do que o teu
Hoje, descobri um
Da ponta até sensivelmente metade do tamanho é branco, com uma ligeira mancha preta no meio, e o restante comprimento até à raiz é preto.
Não se pode perder sempre, meus caros.
Mind over matter.
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I am thirty going on fifteen,
Justiça divina
domingo, abril 15, 2012
Ah!
Também tenho para contar que tenho substituído o Facebook e o Blogger pelo Pinterest.
Se sempre tive a mania de coleccionar imagens, agora faço-o numa plataforma on-line, ocupação de memória free, acessível em qualquer parte do planeta.
É tudo.
Segunda-Feira... Segunda-Feira... (Cruzando os dedos.)
*Imagem gentilmente publicada no meu mural do Facebook, pela Zahirah, há coisa de algumas semanas.
Eu explico
A desgraça e o azar não trazem uma vida aborrecida por si só. Por vezes, é até o inverso. O azar é uma fonte inesgotável do riso. Basta ver qualquer filme de comédia para perceber que é ingrediente mágico para uma bilheteira feliz.
Situações hilariantes, quer felizes, quer maioritariamente trágicas, não têm faltado e seriam suficientes para levar este blogue aos píncaros das audiências e quem sabe, levar a autora a uma situação financeira bem mais desejável.
Só Miss Cacau, com as suas aventuras e desventuras (que quase testam a minha maternidade e o sangue do mesmo sangue, não fosse ela apoiar-se em quatro membros - muitas vezes em dois, sobretudo na bancada da cozinha - e eu em dois), gera uma panóplia de histórias e episódios profundamente cómicos suficiente para alimentar este blogue e dar graça a mais dois ou três bastante desenxabidos.
A questão, a grande questão, que não é assim tão grande, é até bastante simplória, é que ando completamente alérgica a partilhar seja o que for da minha vida. A mais pequena banalidade. Fui ao cabeleireiro. Não partilho. Espirrei. Não partilho. Não será apenas neste espaço, os meus amigos e família têm sido alvos constantes desta privação, já longa, com bastante queixume da parte deles associado.
Não vou explicar porquê, apenas dizer que chega a ser uma coisa de pele. Até os blogues de leitura habitual tenho evitado. Não me apetece. Apetece-me ver antes os das roupas, apetece-me ver os dos gadjets, apetecem-me as chamadas banalidades e quanto muito, numa perspectiva mais dedicada, dissertar sobre as mesmas. Só isso me acalma.
Se é inteligente? Não. Já referi que as últimas peripécias seriam suficientes para enriquecer à custa da minha vergonha e, quem sabe, tirar-me desta tristeeeeeeeeeeeeezaaa tão portuguesa. Se o vou fazer? Não. Vou ali ver vestidos. Estou a gostar de ter a vida trancada no cofre dos segredos, alheia a intromissões. É mais barato e a única alternativa plausível que tenho a emigrar para uma ilha deserta.
Portanto, tudo isto para vos dizer, caros leitores resistentes, que espero ansiosamente pelo dia de amanhã, Segunda-Feira, de acordo com o calendário.
Espero ansiosamente por amanhã, para poder deslocar-me imediatamente ao supermercado e adquirir imediatamente uma lata de leite condensado da Nestlé (sem publicidade remunerada), a fim de substituir a que abri ontem à noite e despachei em duas músicas no Ipod (idem), antes que alguém dê pela sua falta e torre a minha cabeça, como têm feito ultimamente, sempre que dou uma de larápia da gula.
Era isto, caríssimos leitores.
Um beijinho
terça-feira, abril 10, 2012
Ops
A deitar cupcakes pelos olhos sensivelmente há três anos.
Preciso de um header.
Vontade para o fazer:
Lista de coisas essenciais para recuperar a minha felicidade (e eu própria)
1 - Arranjar trabalho;
2 - Em seguida, sair com as amigas, jantar, dançar e beber até cair.
O resto, TODO o resto, deixem comigo a seguir.
terça-feira, fevereiro 14, 2012
Sabes que estás a um ponto do total isolamento fisico e psicológico

Quando nem te recordas do dia, de gozar com o dia, de celebrar o dia, de praguejar por causa do dia, de beijar e fazer tolices por causa do dia, seja o que for e só dás conta de que é o dia porque ligas o Facebook.
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O amor é kitsch,
O Dia dos Namorados é um dia fofinho
domingo, fevereiro 12, 2012
A propósito da morte de Whitney Houston
E de tantas(os) outras(os) artistas,
Quando é que o mundo percebe que as pessoas não se perdem nas drogas?
As pessoas perdem-se na infelicidade.
O resto é só o desenvolvimento e a consequência.
Quando é que o mundo percebe que as pessoas não se perdem nas drogas?
As pessoas perdem-se na infelicidade.
O resto é só o desenvolvimento e a consequência.
quarta-feira, fevereiro 01, 2012
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