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terça-feira, agosto 16, 2011

quarta-feira, junho 15, 2011

Mentecapto(a)

Gostava de saber quem foi o mentecapto(a) que denunciou o blogue e com que fundamento.

Conteúdo para adultos?

Ahahahaha!

Pois...

Fraquinho, fraquinho.

Meninas.

(Isso são saudades minhas, certo? Para vos satisfazer, já que o conteúdo é tão adulto (ahahahah), passarei a publicar pequenos póneis. A colecção inteira.)

Beijinhos e divirtam-se

quinta-feira, novembro 19, 2009

Navegar com regras

"Palavras leva-as o vento III"

Olá Alexandra,

Obrigado por me fazeres ver o tamanho da minha enorme "Bullshit"!

Hoje tentei dobrar o meu mundo, voar contra o vento e ir à tua procura
ao local onde julgo que trabalhas (...............) e estava fechado.
Telefonei para o número de telefone da loja e estava desligado.

Já te deveria ter procurado à muito tempo, mas nunca o fiz devido aos
acidentes de percurso. Por outro lado, quis sempre respeitar a tua
vontade (política) de não te encontrares com este desconhecido
(figurinha animada)!

Continuo a desejar apenas (aquilo que te pedi várias vezes e nunca me
concedestes) que é uma hipótese sem "bullshit" de te conhecer
pessoalmente!

Beijos e desculpa toda e qualquer "bullshit" não intencional,

................"

Escuso de repetir a mesma lenga-lenga que já discorri durante estes anos de blogue.

Não sei o que vos passa pela cabeça. Isto é uma tremenda falta de respeito, para mais considerando que sempre (e assertivamente) afirmei que NÃO pretendo conhecer ninguém através do blogue.

Não sou o Michael Jackson. Nem o MEC. Mesmo esses têm direito à sua vida privada.

Para não falar da tremenda falta de respeito que é fazer isto a alguém. Sobretudo, no local de trabalho. Passarem no meu local de trabalho como quem vai ao cinema? Se fosse um amigo que não vejo há muito, adoraria. Agora um desconhecido que nunca vi NEM quero ver mais gordo, ponham a mão na consciência!

A sério, pensem dez vezes antes de agir, melhor, pensem que a vida não é uma comédia romântica. Por muito boas que sejam as vossas intenções, pensem no ridículo. Mais, pensem em que direito têm, afinal, sobre mim ou de invadir o meu espaço. Não é meu intuito melindrar ninguém nem ofender mas isto é uma forma de violência. É claro abuso. Não vão deixar-me feliz com estas acções, pelo contrário. É isso que se pretende?

Para quê toda esta conversa? É que isto não é, de todo, a primeira vez que acontece.

Não compreendo porque o querem fazer. Esclareço, preto no branco, que não sou maravilha alguma ou personagem do Gossip Girl. Sequer digna de admiração ou inveja. Pelo contrário, tenho trinta anos, vivo com os pais e tenho o meu projecto de vida a morrer-me nas mãos. Tão pouco tenho a aparência da Giselle Bünchen. Desgostos amorosos? Pleeeeeease... Apenas largo parvoíces que nem sequer revestem a forma ideal de escrita numa página virtual.

Há quem largue puns. Tenho dias que a minha escrita não é muito diferente disso.

Não quero com isto a vossa pena, simpatia, compaixão ou palavras de que ordem forem.

Almejo apenas paz.

Isto remove qualquer vontade que tenha de pegar no blogue.

Acreditem que já tenho outros motivos suficientes para isso e, por si, já bastam.

quarta-feira, setembro 09, 2009

Help, Cecil help! II


Conversa há minutos no msn:

Griffes - diz:
oi linda
Griffes - diz:
linda...?
Ale diz:
Olá
Griffes- diz:
:-) 
Griffes - diz:
cm estas
Ale diz:
Bem e tu?
Griffes - diz:
optimo
Griffes - diz:
entao ja pensas-te no nosso caso  :-)
Ale diz:
Qual caso?
Griffes - diz:
 :-)
Griffes - diz:
o nosso
Griffes - diz:
temos k resolver
Griffes - diz:
 :-)
Ale diz:
Ai sim?
Griffes - diz:
eu axo k sim
Griffes - diz:
tu nao?
Ale diz:

não

Griffes - diz:
 :-(
Ale diz:
já te disse que tenho a cabeça noutro lado.
Ale diz:
sendo sincera...
Griffes - diz:
 :-)
Griffes - diz:
entao eu ajudo a virar a cabeça  :-)
Ale diz:
aahahah
Griffes - diz:
 :-)
Ale diz:
isso comigo não funciona
Ale diz:
mesmo!
Ale diz:
mas obrigada
Griffes - diz:
loll
Griffes - diz:
keria tanto te ajudar
Ale diz:
 :-D
Griffes - diz:
 :-)
Griffes - diz:
axas k nao conseguia?
Ale diz:
eu não acho nada!
Griffes - diz:
lolll
Griffes - diz:
estas baralhada
Ale diz:
não
Griffes - diz:
 :-)
Ale diz:
 :-)

Griffes - diz:

estas sim
Ale diz:

Não, não estou.

Griffes - diz:

estas.

Ale - diz:

Mau... ai sim? então porquê?

(Desliguei com medo.)


É isto, senhores. É isto que não devem fazer. Será assim tão difícil? Qual é a parte que não se percebe? Não é não. Bater-nos por cansaço não é técnica de engate. É estúpido.*

*Posso, agora, apagar o que escrevi nos posts anteriores? Ou penitenciar-me? Afundar-me em chocolate?

quinta-feira, agosto 20, 2009

My dearest stalker anónimo (Sim, um de vocês que me enche a caixa de correio)

Percebo que Barcelona seja uma cidade encantadora.

Percebo ainda que se enamore pelos encantadores textos que para aqui cuspo com a mestria de quem serra uma cabaça de abóbora, convencido que está a lidar com um violino.

Textos que me descrevem como uma princesa flawless, adorável e não menos atraente.

Percebo que muito tenha sonhado, comigo, de mãos dadas, os dois a passear por aquelas calles repletas de salero.

Mas desengane-se.

Você não vai comigo a lado nenhum.

Muito menos irá depenicar beijos nesta saudável boquita. Ou largar palmadas de reconhecimento no rijo rabito.

E aqui entre nós, na verdade, sou um marmanjo de muitos quilos para além dos cem, com sessenta e alguns anos vividos, que se entretém, com a devida pontaria, a arrotar pevides de melância e coçar o rabo entre a publicação dos posts.

Não queremos, pois não?

Bem me parecia.

Beijinho.

Quer dizer, abraço. À homem.

segunda-feira, agosto 03, 2009

Hoje arrumo as sapatilhas


E regresso ao Wellness.

Pelo menos, durante este mês de Agosto em que a academia deixa as aulas regulares.

Estou espectante com o meu regresso.

Mal vislumbro a reacção dos muitos que por lá deixei há um ano atrás.

Do meu clube de fãs.

Do Griffes.

Do Paulo Pires nem por isso, pois o destino é ardiloso e o senhor mora nada mais nada menos que ao lado da academia.

Pensando melhor, e na sapiência dos trinta, parece-me sensato dar nova oportunidade ao Griffes.

O rapaz (homem, muito homem) é simpático. Muito educado.

Tem um bom emprego,  iniciativa empresarial (e outras que me escuso de descrever), viaja para muitos dos meus sítios preferidos.

Mora num sítio lindo, para lá de Sesimbra (é tudo quanto digo mas é terra de queijo famoso), com jardim com vista para o mar.

Já referi que é educado? Bastante. Tem um corpo de invejar a muitos.

Trata-me como uma verdadeira senhora/menina, com a ternura e delicadeza necessária.

Ok, é um pouco persistente. Pronto, chato. Melga até mas, nos tempos que correm, homens são escassos e, se eles grudam por iniciativa própria, há que aproveitar. Menos esforço e cansaço para nós.

Os piercings.... Bem, os piercings vão e vêm. O senhor até percebe de moda, sobretudo italiana (e ir a Milão fazer compras é tão bom), logo, logo, verá que existem adornos mais lisonjeiros.

Se ele não come açúcar, quem sabe se não é desta que renego esta minha origem mestiça e me torno numa boazuda assumida. Talvez o açúcar seja um prazer substituível, já me vejo em maratonas nocturnas.

Por outro lado, despedaçarei o coração do meu professor de dança, recuperarei os músculos perdidos com o ganho da flexibilidade (desta feita, adeus flexibilidade, olá Xena a princesa guerreira), e assim vos asseguro que serei um osso ainda maior de roer (Quem diz osso, claramente diz carne.).

Sim, pesos, aqui vou eu.

Definitivamente, amanhã necessitarei de uma ambulância para me deslocar ao trabalho.

Muitos corações irão palpitar esta noite.

Amanhã conto tudo.

sexta-feira, abril 03, 2009

Para complementar os posts anteriores


Homem Muito Brasa - Gabriela Schaaf

Como despertar o Rambo que há em mim*


Recordam-se disto?

O sujeito nunca foi mal educado mas há ali qualquer coisa que não joga comigo. O olhar, toda a postura, qualquer coisa (ou muita) que desperta em mim alguma (ou muita) repulsa.

Apesar de incómoda, adoptei a táctica do telefone. 

Funciona que nem uma maravilha.

Hoje, assim que o vejo a estacionar o carro, pego logo no telefone e inicio um monólogo muito profissional.

Não é que, percebendo que estava ao telefone e a ter um "diálogo de trabalho", a criatura fez questão de entrar, interromper a chamada para me dar dois beijinhos e ainda tentou iniciar uma conversa? Mesmo tendo dado todos os sinais que estava ocupada e não me dava jeito ser interrompida?

Aaaaahhhhhhh!

*Uma caçadeira nas minhas mãos e desgraçava a minha vida...

sexta-feira, fevereiro 20, 2009

Post muito pipi*

Eu não derreto o gelo por um ramo de rosas.

Ou por um urso de peluche cor-de-rosa.

Muito menos por corações encarnados.

Mas, fico desarmada com uma garrafa cheia de areia e àgua do mar, entregue logo de manhã, em dois segundos, à porta do trabalho, quando ainda mal abro os olhos e tenho as marcas da almofada no rosto. Justamente, no dia seguinte a ter referido que precisava de mar.

Isso e o saquinho de gomas deixado no parapeito da janela, à noite.

E o Ronald Macdonald a dizer que precisa de ajuda.

Começo a ficar preocupada com tanto mimo. Prevejo que o stalker vence e encontram a Alexandra estripada num qualquer beco, levada até lá, iludida pelo amor.

Obrigada!

*Correndo o risco de perder a fama de durona e parecer a Floribela.

domingo, abril 06, 2008

Big Brother - I am watching you - Naaa! São os fãs do Leite Condensado que se espalham pelo mundo e capelinhas


A foto do senhor Bush postada infra, tem -me valendo inesperadas visitas de certas entidades.


É o que me diz o preciso sitemeeter.


MEDO?

terça-feira, março 25, 2008

A quem me liga de número privado e desliga quando atendo III

A parvoeira não é uma doença telefonicamente transmissivel.



Em caso de dúvida, consulte o seu farmacêutico.

A quem me liga de número privado e desliga quando atendo II

Ganhe coragem e assuma-se.

Acredite em si. Tem um mundo inteiro à sua espera.

segunda-feira, março 24, 2008

domingo, outubro 21, 2007

Leite Condensado derramado no divã sentimental - Fugas e perseguições, a arte dos pegamonstros

Tenho tendência para os homens psicóticos e para os perseguidores-pegajosos-lapa-não posso viver sem ti.

Melhor, eles é que têm tendência para mim.

Olham para mim e vêm a salvação.

O último reduto da super-mulher que os vai amar e proteger para sempre. Da mulher que os vai pegar ao colo, fazer papas Pensal e cafuné na cabeça.

Acontece que odeio cafuné.

E gente lapa. Homens pegajosos e piegas.

Só gosto mesmo de Pensal.

Fujo deles a sete pés, formiga atómica de serviço. Nem esboço meio caquético e escondido sorriso quando passo pelas criaturas.

Não adianta.

São ardilosos, os sacanas.

Um deles, o Griffes (Assim intitulado pela Sónia, dada a quantidade de Versace's prateados e ostensivos sarapintados pela roupa justa e reveladora), pediu-me o número, à saída do ginásio.

“É para trabalho”, disse no elevador. “Quero criar uma empresa e preciso de conselhos.”

Não me enganou, o pavão, mas lá entreguei o dito, contrariada.

Resultado, dia seguinte, quinhentos sms.

De bom dia, de beijos, de como sou linda e perguntas do que mais gostei dele (!!!).
A conversa azedou no primeiro instante em que me disse que não tocava em doces. “Estragar o corpinho é que não!”. Lembrei-me do meu precisoso Leite Condensado e mandei-o plantar batatas doces, entre pragas e insultos.

22 horas. MMS: “Beijinhos e bons sonhos.”

Arregalo os olhos.

A compôr, nada mais nada menos, uma foto do tronco nú e lustroso do moço, com a cabeça deliberadamente omitida. Nos mamilos, argolinha com pendente brilhante de prata, como que cereja silvestre no topo do muffin “enchantilizado”.

Nojo. Estômago revoltado e noite de pesadelos. Vaca que ri voltava para reclamar a sua argola.

9 horas, dia seguinte.

Toca o telemóvel.

- Olá, bom dia! Então recebeu a minha pic? Não disse nada... Não gostou da foto?

- Errr... Sim... Gostei ... -Sorriso muito amarelo. Alexa, a Chinoca no mundo das griffes perdido.
- Não tens é muito jeitinho... CORTASTE A CABEÇA!!! – Trocei.

-Ahhh, pois... Tirei com a câmara do telemóvel que é muito pequena mas já lhe envio outra que goste mais...

Engasgo. Desligo o telemóvel, não fossem os dentes cair de tanto rir.

Agora a parte do CONSULTÓRIO.

Digam-me. Digam-me o que faço com esta criatura.

Esta cena passou-se há três meses e o tipo ainda me bombardeia com sms, telefonemas, aos quais, SUBLINHO, não dou qualquer resposta.
Por todos os meios já recusei almoços, jantares, saídas, idas a Milão para fazer compras.
Trata-me por você e chama-me de “krida”, para gáudio das minhas amigas.
Já tentei de tudo, inclusivamente, desfilar apenas de Berska e Zara.
Segundo o pavão, somos o par ideal para casar. Eu não ligo a griffes e ele poderia gastar o dinheiro todo em roupa, sem nos chatearmos. (!!!!)

HELP, CECIL! HEEEEEELP!

sábado, março 17, 2007

Stalker: Pré-episódio - Versão cola


Na altura, no ano de 2005 para ser mais precisa, costumava frequentar as Festas do Hip Hop, que se realizavam no Convento todas as últimas sextas-feiras do mês. Essas festas eram, para mim, especialíssimas, uma vez que eram espaços onde podia realmente dançar à vontade, sem os olhares curiosos e censuradores dos demais noctívagos. Ia com o grupinho da dança e fazíamos noites memoráveis.

Mês de Fevereiro ou Março. Estava alegre e distraidamente a comentar com a Filipa que nessa noite iria à Festa do Hip Hop, quando o tipo da informática irrompe pela sala a dentro dizendo que adoraria ir a uma festa dessas e que (sorte a minha!) ainda não tinha combinado nada para essa noite.

Esbocei meio sorriso amarelo para a minha colega (Ora, não querem ver que me vão estragar a noite? O raio da festa só se realiza de mês a mês e ainda vou ter que aturar um tipo do escritório!).

Com a inocência de uma criança de quatro anos, fitei o abusador e respondi “Pois, ainda tenho de combinar melhor as coisas, ainda não está nada certo...”. Felizmente, o mito do Pinóquio nunca demonstrou a sua raça e o meu nariz ostentava as habituais proporções, possibilitando-me perpetrar a grandessíssima patranha. Quando o moço saiu, risadas da minha colega. “Já não vais poder dançar à vontade!”.

O que é certo, é que a criatura ligou-me várias vezes nessa noite. Pior! Enviou-me toques! Qual é o adulto que, no seu profundo juízo e anseio conquistador, envia toques? Volta e meia, o aparelho desatava aos saltos, senão mesmo aos gritos (eu juraria) e eu já com vontade de o doar ao primeiro mono que me aparecesse pela frente. Respirei fundo, já com as narinas a bufar, lá atendi e expliquei que a saída era “just girls” e que, se ele não se importasse, ficaria para a próxima.

Julgam que o demovi? “Ah, e tal, eu levo os meus amigos, apresentas as tuas amigas e vamos todos!” Resposta da Alexandra, “Mas as minhas amigas são muito mais velhas, de trintas para cima e não vão achar piada nenhuma a uma mudança de planos por desígnio unilateral… Mas as minhas amigas vão ficar aborrecidas comigo porque há tempos que andamos para conseguir sair todas juntas… Mas… Mas…”.

Não o demovi. Primeiro disse-me que ia lá ter com os amigos. Depois, ligou-me com um choradinho. Afinal os amigos não quiseram ir, mas como ele tinha muita vontade de conhecer, resolveu ir sozinho. “Agora estou sozinho e vocês bem que deviam vir ter comigo.”, ai e tal, “assim não me vou divertir”… bla, bla, bla! A minha vontade digladiava-se, mas lá acedi. Ou isso ou na segunda-feira encontrava o computador minado e os documentos importantes misteriosamente apagados... Com sorte, ainda o dito explodia e já me via perdida no arquivo, entre milhares de processos, em busca do Santo Graal…

Resultado: O betinho peçonhento andou a noite toda colado a nós e parecia que nunca tinha visto nada na vida. VERGONHA! As minhas amigas quase que me fuzilaram, estrangularam e apedrejaram em praça pública. Ninguém se divertiu, a não ser a amiba. Ninguém, especialmente eu, dançou à vontade.

E no final da noite, a criancice ainda teve a lata de me puxar pelo braço e segredar “É melhor não comentares nada lá no escritório de que eu saí contigo! Ainda começam todos com comentários e eu gosto de ser muito profissional! Sou empregado lá e não me parece ético sair com as advogadas!” Ora, querem lá ver?!

Tive que me agarrar a mim própria. A ignóbil alforreca arriscou-se a sair de lá sem dentes.

Stalkers


A propósito deste post da Salsicha, lembrei-me e comentei sobre aquelas pessoas que não se mancam para a vida e que são abusadas por natureza.

Depois, só ao deitar-me é que realizei. Incrível como o meu cérebro, para bem da minha saúde, guarda muito escondidinhas algumas memórias mais assustadoras e traumatizantes. E, após o tempo que passou, finalmente já sinto alguma confiança para falar no assunto. Mexeu tanto comigo que poucas pessoas sabem do sucedido.

No ano passado, vivi uma experiência semelhante. Um “miúdo” do suporte de informática da sociedade onde eu exercia conseguiu, literalmente, transformar os meus dias em pesadelos. Digo “miúdo” porque não só rondava os vinte e poucos e agia como um verdadeiro puto, como também parecia ser totalmente inofensivo. Era um puto ingénuo e chato. Pensava-se.