domingo, novembro 10, 2013
terça-feira, dezembro 04, 2012
O presente de Natal da Conde Redondo
A visita está marcada. Espero que goste da Bruna.
segunda-feira, dezembro 03, 2012
Então e o que é que eu tenho para dizer?
quarta-feira, fevereiro 01, 2012
quarta-feira, agosto 03, 2011
segunda-feira, julho 04, 2011
Este Sábado

Como estava a dizer, este Sábado, casou a TAL paixão e eu, bem eu, que deveria ficar sentida ou comovida, não sei, ter alguma pena, alegria ou qualquer outra espécie de sentimento, não, nada, a indiferença é tramada, sobretudo quando aparece de forma tão surpreendente (massiva, digo), a verdade é que só conseguia pensar em ti.
Não no Sábado, o fim-de-semana inteiro, bem, na verdade, isto já dura há muito tempo.
segunda-feira, abril 04, 2011
sexta-feira, março 11, 2011
Se pudesse

(e se fosse possível), faria uma operação para aumentar o tendão de Aquiles e ficaria com um flex de tal forma invejável que executaria grand pliés, quase sem retirar os calcanhares do chão.
Faria ainda outra às junções das pernas, às dobradiças, para que os splits saíssem sem a necessidade do vodka (e posteriormente do Voltaren Rapid) e a perna batesse ao lado da cabeça, com a naturalidade de quem corta uma fatia de pão, com manteiga por favor.
Depois, aproveitava e operava o coração, a cabeça, o pâncreas ou o maldito órgão no qual assentaste sem esperar permissão, para te tirar do peito, do pensamento, expurgar-te, mas parece-me que te encontro em muitos sítios, infiltraste-te, estendeste-te ao corpo todo, infectaste cada pedaço de carne e de osso. Clonar-me-ia antes e pediria expressamente para que o fizessem sem ti presente em mim.
Como não posso fazer nada, nada disto, continuarei a fazer pliés a custo dos músculos, ainda que saiam longe de perfeitos. Continuarei a forçar a flexibilidade perra a gotas e lágrimas de suor e dor, ainda que tal esforço não se note e fique sempre aquém do desejado.
Continuarei a ceder e a resistir, ao sabor do que os sentidos me sussurram, sabendo que poderei vir a arrepender-me por qualquer uma das opções. Mais cedendo, não é a carne que é fraca é o maldito órgão, bebendo cada momento bom. Sem perceber se vai dar certo ou asneira da grossa, como já deu (Daí pode vir tanto, bem sei.) mas sabendo de antemão que, por muito que me esforce para conhecer, sair, jantar com outros homens, por mais educados, com carisma e interessantes que sejam, só tu fazes-me rir desta forma e sentir à vontade para qualquer um dos meus disparates e comigo própria. Nem é bem isso. É mais.
Na verdade, não sei o que é.
domingo, fevereiro 06, 2011
quarta-feira, janeiro 26, 2011
Pronto,

Continuo a afirmar de pés juntos que acredito, acredito piamente que se possa morrer de amor.
Não é matar-nos por (des)amor.
É morrer.
Morrer, simplesmente.
Sobretudo, quando não há mais nada.
Nada.
Nem amor.
domingo, janeiro 02, 2011
Das dúvidas

Seja como for, é algo que saberei imediatamente com a valente cabeçada que darei na parede de betão armado. Miolos espalhados pelo branco magnólia, é isso que se avizinha.
Ou não.
Ficarei até a eternidade a suspirar com um "e se", com um "era esse" e pela imagem a correr descalça, vestida de organza, pelo prado fora.
O que vale é que nunca gostei de prados.
Ou não.
O prado é a minha cara.
quarta-feira, dezembro 29, 2010
quinta-feira, novembro 04, 2010
"Bad boys are so overrated"
Mark Darcy: Oh, yes, they fucking do.
A única e fantástica Luna do Crónicas das Horas Perdidas.
Não é que ando com o mesmo no pensamento?
Cansada de bad boys, curiosa com os good, dos quais tenho descoberto que nem todos se resumem a um copo de leite.
Será que é desta que o meu coração (ou cérebro, estudos já indicam que nos apaixonamos através do cérebro) ganha forças, juízo e sei lá mais o quê e caminho na direcção certa?
A resposta é simples.
Claro que não.*
* Alexandra, a fazer asneira desde 1979.
terça-feira, agosto 17, 2010
(Post faz de conta que ainda não cheguei ou, quanto muito, que ainda não parti)

Bem que a Catarina, que não conheces, insistiu para que lesse o livro que já correu quase todas as mãos femininas. Quando o fez, foi porque, para além de me achar uma cópia da personagem/escritora/narradora, esta falava de que pensar em ser bailarina, isso sim, seria desprovido de razão. Ambas rimos com as considerações.
Ok, para dançar também. A dança só ganha com a maturidade, de preferência a interior a acompanhar a da pele. Logo você que está para o narrow minded assim como eu estou para favas e pimento. Não se admite, minha querida, embora seja incapaz de poupar-lhe um sorriso.)
Vai daí que fiquei perplexa com esta passagem. Está lá tudo. Tirando o "I have fallen in love more times than I care to count"... Isto sim, é coisa árdua de acontecer.
Cá está. Sem tirar nem pôr. E caí, como uma patinha, nessa hipótese de potencial.
No teu caso, presumo que seja exactamente o mesmo. Agarraste-te a uma ideia, criada por ti, e elevaste-a a um potencial que dificilmente se concretizará. Aliás, confirmo e tranquilizo-te. Sou péssima, terrível, uma nódoa na cama com pessoas pelas quais não estou verdadeiramente apaixonada.
Daí não querer (altero a minha opinião), não desejo ser a fantasia (seja lá que tipo for) de ninguém. Afinal, retiro a piada constante de uma fuga educada, à qual não sei se te habituaste. Afinal, não há graça alguma em chegar aos setenta e ainda escutar isso. Para mim, nem se equacionam as fantasias. Apenas os sonhos e esses, esses só têm piada se passíveis de serem concretizados. Caso contrário, são desperdícios. E desperdícios são isso mesmo. Não aproveitamento. Desperdícios.
domingo, fevereiro 21, 2010
Cada um tem o que merece
Oh Deus.terça-feira, janeiro 12, 2010
Soul food, comfort food, soul music, comfort music
Why be comfortable when you, babe, can take a walk in the wild side?
sábado, novembro 28, 2009
sexta-feira, novembro 27, 2009
I'm super duper weeeeeeeee

"- Então, já chegaste? Ainda me faltam três estações.
- Não. Está imenso trânsito. Ainda demoro um pouco. Estou a ligar-te para, quando chegares, não saíres. Fica aí dentro para não apanhares frio. Quando chegar, dou um toque e sais. Beijinho."
Só para avisar que, a partir de agora, os meus colegas receberão as peças processuais adornadas com pequenos sóis a piscar o olho.
terça-feira, novembro 24, 2009
He is really perfect
Eu tenho sido péssima, mesmo péssima.
Quase uma cold biaaatch, como diz a platinada.
Não o merece.
É um querido.
Preocupa-se mesmo comigo, é romântico, atencioso, divertido (Nem quero aflorar muito as suas qualidades, nem vou dizer o quão giro é, para não vir daí nova onda de inveja - Por favor, a minha vidinha está mesmo pelas canetas e isto é a corda fininha que me impede de cair de um vigésimo andar em direcção a um abismo forrado a cold steel! Preciso disto!).
Enfim, he is wonderfull, delightful e eu, em vez de lhe ligar a dizer que passo lá por casa a levar o jantar e para lhe fazer mimos, estou para aqui armada em cold biaaatch, sentada ao computador a fazer nada, nicles zero.
Isto é o que se ganha por estar traumatizada e jogar à defensiva. Por ter jurado a mim própria (e às minhas amigas, em conselho de estado) que não, nunca mais serei querida e BFF da espécie.
No fun at all.
É matemático, meninas. Tratamo-los assim e parecem uns cordeirinhos. (Isto é para todos, já que somos manipuladas da mesma forma.)
Não obstante, vendo-me aqui, sentada ao computador, enfiada num robe de peluche encarnado e com ar de quem acordou de uma anestesia, tenho cá para mim que não saio assim tanto a ganhar. Se é que não o perco por causa destas merdas de não lhe ligar e dar a mesma atenção que me dá e merece.
É que é nesse estado que me encontro, anestesiada, fria, calculista. De vez em quando, lá derreto e ele, extasiado, exclama "Bem, de onde surgiu isto?!" Acho que já percebeu o meu pé ante pé, gosto do no pressure envolved da parte dele mas vamos ver se o petiz não cansa.
E é assim, meus caros, é assim que este blogue é mais que oficialmente um blogue inteira e solamente (una veeeeezz) cor-de-rosa e deverão proceder ao meu internamento ASAP.*
Dentro de poucos segundos, entrará o genérico de "O Meu Pequeno Pónéi.".
Do not stick around.
*Oficialmente, também entrou no "já escrevias de acordo com a tua idade e não como uma miúda de quinze anos. Onde já se viu tanto inglês, tanto modern talking? I'm so out of my mind...
terça-feira, novembro 10, 2009
O amor é algo muito kitsch e foleiro

Que, quando nos acontece, se transforma em coisa hype e cool da qual não conseguimos parar de falar, viver e respirar.
É um pouco como os filhos. Os nossos são lindos, cutchi cutchi e sobredotados. Os dos outros, bem, os dos outros... Já paravam de mostrar fotografias e relatar idiotices banais, como as cenas das papas, do cócó e de como ele dança tão bem a música da Beyoncé, certo?
Isto para vos avisar que estou quase, quase a adoptar uma companhia de bailado de petizes. Pelo menos, foi a sensação com que fiquei quando dei por ele, embevecido de ternura, a observar-me enquanto dormia.






