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domingo, novembro 10, 2013

Por aqui, continuamos a crescer. Ou não.


O meu cérebro é super inteligente mas a alma e o coração, burros como uma porta, ganham sempre.

terça-feira, dezembro 04, 2012

O presente de Natal da Conde Redondo


Eu sou muito porreira. Juro que sou. 

Sou até aquela mulher ideal que dá sempre espaço, liberdade, alinha em brincadeiras e saídas, deixa os amigos e os namorados à vontade para saírem com os amigos sem a levar como bengala, nada controladora, confia mas exige confiança e espaço também. 

Sou aquela mulher que não faz mil e um telefonemas, muito menos mil e um inquéritos ou vasculha a carteira, o carro, a casa assim que tem oportunidade. Aquela que abomina cenas de ciúmes e afins (Todos os meus ciúmes passam imensamente despercebidos e isso é uma forma inteligente de não lhe dar tanta importância e poder.) 

Agora, há limites para tudo. 

Isto é um presente, uma dádiva de Deus. 

Senhores, isto é muito raro. Basta olharem à vossa volta. 

Infelizmente, há quem não compreenda isso e não dê mínimo valor. Há quem brinque e goze. Há quem não ligue a mínima. Há quem desconfie sempre que é uma forma de artimanha, uma mentira, um complô, um joguete - quando basta conhecer-me minimamente, para saber que a minha boca foge sempre, sempre para a verdade e gosta de opinar e divulgar o que o cérebro pensa. Há, sim, quem judie de tudo. Quem me tire muito do sério. Sobretudo, aqueles que estavam habituados a ter rédea muito muito curta e, vá se lá saber porquê, gostavam disso (Ainda que não o admitam.).

É por isso, por todas essas palavras, acções, impropérios, gozações, convenhamos, por todo esse esticar da corda a não me levar a sério, que o meu querido amigo (Se lhe chamo amor ou algo parecido com algum sentimento, ele passa-se. Ai que ninguém pode gostar dele, tem logo um enfarte do miocárdio.) numa noite desta semana (Que não vou precisar para manter o suspense.), por volta da meia-noite, receberá a visita de um ele-ela de dois metros e dez, pele cor de ébano, peitos viçosos, redondos e bem espetados e pacote  de considerável volume, desejoso de saltar para fora da micro mini-saia prateada de napa, que mal tapa umas nádegas robustas e carnudas, favorecidas e elevadas por uns saltos transparentes de uns bons dezasseis centímetros.

Claro, sincera como sou, que o avisei.

Gozão como é, a resposta dele foi enviar-me isto.



A visita está marcada. Espero que goste da Bruna.

segunda-feira, dezembro 03, 2012

Então e o que é que eu tenho para dizer?


Cada vez mais sei menos, caramba.

Tenho saudades de me apaixonar (Daquela fase inicial em que pareço uma tonta feliz.). A porcaria é que é coisa muito rara e não tem dado nada bom resultado. Fica lá quietinha e desapaixona-te de vez, para já.

Ele é um Peter Pan autêntico. Pior do que eu. Não quer crescer nem o irá fazer tão cedo. Não faço ideia se fala a sério ou se está no gozo. Não faço ideia de nada. Cada vez menos. Nem sei se quero saber. Sei, no entanto, que nada disto é o que quero. Ao menos que nos portássemos como adolescentes mas nem isso. Ele também não tem sorte nenhuma. O meu instinto é pô-lo a milhas o mais que puder.

Tenho umas saudades imensas de rotina rígida diária. Escritório das 9h00 às 19h00. Almoçar sempre fora. Trabalho intensivo e colegas à volta. Sonho todos os dias com isso. Ou com tsunamis. Tenho os piores sonhos que possam imaginar com tsunamis e é uma angústia terrível, pois tenho que salvar todos aqueles que adoro.

Também estou na corrente do "quero muito largar o país", ao mesmo tempo que "não quero largar o país nem à lei da bala". Talvez enfiar a bala em algum governante. Já faltou mais.

O chocolate deveria fazer emagrecer.

Deveria ter um closet para chocolates. Cheio, claro. Agora estou sem um único (chocolate) e pareço uma drogada. Quero! Preciso!

Necessito URGENTEMENTE de uma saída just girls com álcool e disparates à mistura. Talvez no próximo Sábado. Definitivamente, no próximo Sábado. Não saiam de casa.

(Não vou falar de dança.)

Ok, vou. É algo primordial na minha vida mas outras coisas são muito mais primordiais. Hip Hip Hurray! Estou a crescer.

Tenho um trabalho giríssimo para fazer, que já deveria estar a ser acabado, e estou longe de poder dizer que já o comecei a sério. Falta-me vontade à séria. Não é normal. Alguém conhece um hipnotizador que possa tratar disso?

Pensando melhor, disso e não só. Tenho alguns aspectos da minha personalidade que adoraria limar, para não dizer arrancá-los à pazada sem dó nem piedade.

Há uns bons três meses que ando com vontade de comer bolo de aniversário, daqueles com aquela cobertura de massapão ou açúcar ou fondant como lhe chamam. O da Doces Paladares é o meu preferido de todo o sempre. Alguém sabe onde posso comprar bolo assim à fatia? (Comprar um bolo só para mim é demasiado decadente.)

Se ainda estão a ler este texto, provavelmente estão piores do que eu. Façam-me um favor e vão buscar um chá e meter-se na cama. De preferência com um moreno de olhos azuis, 1.85m e bom perímetro muscular.

Ok, afinal não estou assim tão mal. O moreno está mesmo aqui ao lado a aquecer a cama. Esqueçam o chocolate. (Pensemos no bolo amanhã.)

Boa noite e beijinho!



quarta-feira, fevereiro 01, 2012

segunda-feira, julho 04, 2011

Este Sábado


Casou uma das maiores, não, a maior paixão que já tive (Pelo menos a mais intensa, a mais longa, daquelas que durou anos e anos e com mais consequências desastrosas.). Paixão não, obsessão (quase, talvez), também não, na realidade era amor, só se abdica por amor a sério, pelo menos é o que acho, o amor de cada um funciona segundo as normas de cada um. Para mim assim era.

Como estava a dizer, este Sábado, casou a TAL paixão e eu, bem eu, que deveria ficar sentida ou comovida, não sei, ter alguma pena, alegria ou qualquer outra espécie de sentimento, não, nada, a indiferença é tramada, sobretudo quando aparece de forma tão surpreendente (massiva, digo), a verdade é que só conseguia pensar em ti.

Não no Sábado, o fim-de-semana inteiro, bem, na verdade, isto já dura há muito tempo.

segunda-feira, abril 04, 2011

Sinto falta de uma semana romântica II


Ontem tive o gesto mais romântico de todos os tempos.

Mandei-o passear.

sexta-feira, março 11, 2011

Se pudesse



(e se fosse possível), faria uma operação para aumentar o tendão de Aquiles e ficaria com um flex de tal forma invejável que executaria grand pliés, quase sem retirar os calcanhares do chão.

Faria ainda outra às junções das pernas, às dobradiças, para que os splits saíssem sem a necessidade do vodka (e posteriormente do Voltaren Rapid) e a perna batesse ao lado da cabeça, com a naturalidade de quem corta uma fatia de pão, com manteiga por favor.

Depois, aproveitava e operava o coração, a cabeça, o pâncreas ou o maldito órgão no qual assentaste sem esperar permissão, para te tirar do peito, do pensamento, expurgar-te, mas parece-me que te encontro em muitos sítios, infiltraste-te, estendeste-te ao corpo todo, infectaste cada pedaço de carne e de osso. Clonar-me-ia antes e pediria expressamente para que o fizessem sem ti presente em mim.

Como não posso fazer nada, nada disto, continuarei a fazer pliés a custo dos músculos, ainda que saiam longe de perfeitos. Continuarei a forçar a flexibilidade perra a gotas e lágrimas de suor e dor, ainda que tal esforço não se note e fique sempre aquém do desejado.

Continuarei a ceder e a resistir, ao sabor do que os sentidos me sussurram, sabendo que poderei vir a arrepender-me por qualquer uma das opções. Mais cedendo, não é a carne que é fraca é o maldito órgão, bebendo cada momento bom. Sem perceber se vai dar certo ou asneira da grossa, como já deu (Daí pode vir tanto, bem sei.) mas sabendo de antemão que, por muito que me esforce para conhecer, sair, jantar com outros homens, por mais educados, com carisma e interessantes que sejam, só tu fazes-me rir desta forma e sentir à vontade para qualquer um dos meus disparates e comigo própria. Nem é bem isso. É mais.

Na verdade, não sei o que é.

quarta-feira, janeiro 26, 2011

Pronto,


Continuo a afirmar de pés juntos que acredito, acredito piamente que se possa morrer de amor.

Não é matar-nos por (des)amor.

É morrer.

Morrer, simplesmente.

Sobretudo, quando não há mais nada.

Nada.

Nem amor.

domingo, janeiro 02, 2011

Das dúvidas


Posso estar a salvar-me ou a minar-me e a esfaquear-me com um cutelo de duas lâminas e vinte centímetros de aço inoxidável.

Seja como for, é algo que saberei imediatamente com a valente cabeçada que darei na parede de betão armado. Miolos espalhados pelo branco magnólia, é isso que se avizinha.

Ou não.

Ficarei até a eternidade a suspirar com um "e se", com um "era esse" e pela imagem a correr descalça, vestida de organza, pelo prado fora.

O que vale é que nunca gostei de prados.

Ou não.

O prado é a minha cara.

quarta-feira, dezembro 29, 2010

quinta-feira, novembro 04, 2010

"Bad boys are so overrated"

Bridget: Wait a minute... nice boys don't kiss like that.
Mark Darcy: Oh, yes, they fucking do.

A única e fantástica Luna do Crónicas das Horas Perdidas.

Não é que ando com o mesmo no pensamento?

Cansada de bad boys, curiosa com os good, dos quais tenho descoberto que nem todos se resumem a um copo de leite.

Será que é desta que o meu coração (ou cérebro, estudos já indicam que nos apaixonamos através do cérebro) ganha forças, juízo e sei lá mais o quê e caminho na direcção certa?

A resposta é simples.

Claro que não.*

* Alexandra, a fazer asneira desde 1979.

terça-feira, agosto 17, 2010

(Post faz de conta que ainda não cheguei ou, quanto muito, que ainda não parti)


A respeito "daquele" assunto, por muito que teorizasse como é que cheguei àquele ponto, nunca encontrei as palavras, melhor, as justificações correctas.

Bem que a Catarina, que não conheces, insistiu para que lesse o livro que já correu quase todas as mãos femininas. Quando o fez, foi porque, para além de me achar uma cópia da personagem/escritora/narradora, esta falava de que pensar em ser bailarina, isso sim, seria desprovido de razão. Ambas rimos com as considerações.

(Cara Elizabeth, até esse assunto pode cair nas malhas do positivismo e trocar as voltas a muita ideia pré-concebida.

Estudar dança não é só para dançar. Serve também para coreografar, investigar, aplicar em terapias. O rol não é infindável mas é mais longo do que se julga com uma mente curta.

Ok, para dançar também. A dança só ganha com a maturidade, de preferência a interior a acompanhar a da pele. Logo você que está para o narrow minded assim como eu estou para favas e pimento. Não se admite, minha querida, embora seja incapaz de poupar-lhe um sorriso.)

Vai daí que fiquei perplexa com esta passagem. Está lá tudo. Tirando o "I have fallen in love more times than I care to count"... Isto sim, é coisa árdua de acontecer.

"I have a tendency not only to see the best in everyone, but to assume that everyone is emotionally capable of reaching his highest potential. I have fallen in love more times than I care to count with the highest potential of a man, rather than with the man himself, and I have hung on to the relationship (neste caso, ao homem) for a long time (sometimes far too long) waiting for the man to ascend to his own greatness. Many times in romance I have been a victim of my own optimism." - Eat, Pray, Love - Elizabeth Gilbert.

Cá está. Sem tirar nem pôr. E caí, como uma patinha, nessa hipótese de potencial.

No teu caso, presumo que seja exactamente o mesmo. Agarraste-te a uma ideia, criada por ti, e elevaste-a a um potencial que dificilmente se concretizará. Aliás, confirmo e tranquilizo-te. Sou péssima, terrível, uma nódoa na cama com pessoas pelas quais não estou verdadeiramente apaixonada.

Daí não querer (altero a minha opinião), não desejo ser a fantasia (seja lá que tipo for) de ninguém. Afinal, retiro a piada constante de uma fuga educada, à qual não sei se te habituaste. Afinal, não há graça alguma em chegar aos setenta e ainda escutar isso. Para mim, nem se equacionam as fantasias. Apenas os sonhos e esses, esses só têm piada se passíveis de serem concretizados. Caso contrário, são desperdícios. E desperdícios são isso mesmo. Não aproveitamento. Desperdícios.

E bem sei, não é novidade. Estas palavras terão o mesmo destino que tantas outras repetidas e idênticas já tiveram.

Tu irás ler, não vais (querer) compreender, vais aborrecer-te, vais estrebuchar, insultar-me umas quantas vezes, eu já não vou chorar mas já encolherei os ombros porque sei que, mais mês menos semana, mais ano menos semestre, estaremos a ter a mesma conversa e tu dir-me-às que tens saudades, enquanto eu dir-te-ei que esta brincadeira é gira e não passaremos nunca disto.

E depois? Depois, isso já não me parece assim tão mau.

domingo, fevereiro 21, 2010

Cada um tem o que merece

Oh Deus.

Não há como negar, tapar com a peneira ou com a vaca da Ale-Hop, a verdade é que estou apaixonada. Continuo. Qualquer coisa do género.

Não há como bater o pé a duzentos à hora, mesmo com meses e meses de distância e sem contacto, dá-me cabo da cabeça, do juízo, queria eu ter escapado a tempo (Assim sempre anunciei.), não.

O que dizer em minha defesa? Fui apanhada desprevenida. Relaxei e deixei-me levar. (Não é o que dizem vocês também?) Olha a tonta. Deviam existir dizeres ou provérbios antigos para mulheres palermas como eu. E penitências. Bem, outro tipo de penitências.

E o botão on-off do coração? Por esta altura já deveria ter um. Depois da anterior, pensei que tivesse. Depois? Dei por mim embrulhada. "Vou resistir. Vou resistir. Nada temam, já resisti." Mentira. Apanhadíssima.

Não me serve de nada. Não venham cá dizer-me para lutar. Para isso, teriam que existir dois interessados (E não só eu, caramba!). Não tenho que ser tolinha e arranjar desculpas para esconder o óbvio.

É caso para dizer, cada um tem o que merece.

Não é presunção ou vaidade minha. Tenho homens impecáveis que me adoram. É sempre assim. Ando a suspirar pelo sacana e aparecem dois ou três que fariam tudo por mim.

Mas não consigo. Não consigo aproveitar toda essa vantagem. Dou-lhes tanto para trás. Não ligo nenhuma. Bem feito, para mim. Depois, tenho o que mereço. É um karma da treta. Não consigo dar-lhe a volta.

Devia era casar-me com o primeiro impecável que aparecesse à minha frente. Ter carradas de filhos, dois piriquitos, um gato, três cães e esquecer, de uma vez por todas, esta tontice d(o amor)a paixão.

Só queria o botão off. É terrível. É que, por pior que seja, olho para ele e só vejo bondade. Nem que seja lá no fundo, no fundinho das entranhas.

Quer dizer, ele até não é muito mau. Aquelas trocas todas foram por estar confuso. E carente. Ele é humano. É mais que compreensível. Se fosse eu, talvez fizesse pior. Sim, definitivamente. E ficava tão bem comigo. Dizia coisas bonitas. Sentidas. Tenho a certeza que eram sentidas. Os olhos diziam tudo. Talvez tenha saudades e o silêncio apenas revela timidez e alguma vergonha.
Estão a ver?

Cada um tem o que merece.

terça-feira, janeiro 12, 2010

sexta-feira, novembro 27, 2009

I'm super duper weeeeeeeee


"- Então, já chegaste? Ainda me faltam três estações.

- Não. Está imenso trânsito. Ainda demoro um pouco. Estou a ligar-te para, quando chegares, não saíres. Fica aí dentro para não apanhares frio. Quando chegar, dou um toque e sais. Beijinho."

Só para avisar que, a partir de agora, os meus colegas receberão as peças processuais adornadas com pequenos sóis a piscar o olho.

terça-feira, novembro 24, 2009

He is really perfect


Eu tenho sido péssima, mesmo péssima.

Quase uma cold biaaatch, como diz a platinada.

Não o merece.

É um querido.

Preocupa-se mesmo comigo, é romântico, atencioso, divertido (Nem quero aflorar muito as suas qualidades, nem vou dizer o quão giro é, para não vir daí nova onda de inveja - Por favor, a minha vidinha está mesmo pelas canetas e isto é a corda fininha que me impede de cair de um vigésimo andar em direcção a um abismo forrado a cold steel! Preciso disto!).

Enfim, he is wonderfull, delightful e eu, em vez de lhe ligar a dizer que passo lá por casa a levar o jantar e para lhe fazer mimos, estou para aqui armada em cold biaaatch, sentada ao computador a fazer nada, nicles zero.

Isto é o que se ganha por estar traumatizada e jogar à defensiva. Por ter jurado a mim própria (e às minhas amigas, em conselho de estado) que não, nunca mais serei querida e BFF da espécie.

No fun at all.

É matemático, meninas. Tratamo-los assim e parecem uns cordeirinhos. (Isto é para todos, já que  somos manipuladas da mesma forma.) 

Não obstante, vendo-me aqui, sentada ao computador, enfiada num robe de peluche encarnado e com ar de quem acordou de uma anestesia, tenho cá para mim que não saio assim tanto a ganhar. Se é que não o perco por causa destas merdas de não lhe ligar e dar a mesma atenção que me dá e merece.

É que é nesse estado que me encontro, anestesiada, fria, calculista. De vez em quando, lá derreto e ele, extasiado, exclama "Bem, de onde surgiu isto?!" Acho que já percebeu o meu pé ante pé, gosto do no pressure envolved da parte dele mas vamos ver se o petiz não cansa.

E é assim, meus caros, é assim que este blogue é mais que oficialmente um blogue inteira e solamente (una veeeeezz) cor-de-rosa e deverão proceder ao meu internamento ASAP.*

Dentro de poucos segundos, entrará o genérico de "O Meu Pequeno Pónéi.".

Do not stick around.

*Oficialmente, também entrou no "já escrevias de acordo com a tua idade e não como uma miúda de quinze anos. Onde já se viu tanto inglês, tanto modern talking? I'm so out of my mind...

terça-feira, novembro 10, 2009

O amor é algo muito kitsch e foleiro


Que, quando nos acontece, se transforma em coisa hype e cool da qual não conseguimos parar de falar, viver e respirar. 

É um pouco como os filhos. Os nossos são lindos, cutchi cutchi e sobredotados. Os dos outros, bem, os dos outros... Já paravam de mostrar fotografias e relatar idiotices banais, como as cenas das papas, do cócó e de como ele dança tão bem a música da Beyoncé, certo?

Isto para vos avisar que estou quase, quase a adoptar uma companhia de bailado de petizes. Pelo menos, foi a sensação com que fiquei quando dei por ele, embevecido de ternura, a observar-me enquanto dormia.