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terça-feira, junho 03, 2014

Update

Olá, olá! 

Só para informar-vos de que ainda estou a ressacar do RiR mas fui uma fracota porque cortei-me à grande na 6ª-feira. 

Tenho um "ódio" de estimação pequenino com os Linkin Park e, em todas as edições em que actuaram, fui curtir para a electrónica. 

Desta vez, pensei: Ah, vou descansar, amanhã vou aos ensaios do Ballet de manhã e vou só no Sábado e no Domingo. 

Ando completamente fora e nem sabia quem era o Steve Aoki. Quase chorei quando liguei a televisão. 

Ainda fui gozada pelo meu irmão, vá, fofinho, que ainda enviou algumas sms a dizer para pôr o rabo lá imediatamente. Logo eu tão gulosa, com tanto bolo cremoso à disposição. 

Escuso de dizer que foi lindo, bla, bla. Todos os dias foram especiais e fechou em grande. Só tive muita, muita pena que não tivesse sido dado mais destaque ao Rui Veloso, afinal o dito pai do rock português.
O estômago aguentou. As pernas também. Bem, depois de ter visto os Stones, nunca mais me queixo de nada. De dores, da idade, das cruzes, de nada!

BTW, antes de haver zumzum por ir todos os dias, não fui como blogger convidada. Sou convidada todas as edições (incha bloggers pedincheiras) mas por outras razões, que não vos interessam (Ou seja, também não sou rica, ok?). 

O RiR tem um lugar muito, muito especial no mê coraçanito e já sonho com a próxima edição! 

Las Vegas, were else?! 

Coachella



Os meus Jukas fofos. O que é nacional é bom e eu adoro estes moços e moças. O Vasco não dançou por estar lesionado mas, para a próxima, lá estará. Jukebox Project ou Jukebox Crew no Insta, se não me engano.

 

Último dia. Houve quem garantisse que aquele senhor ali de ténis e chapéu branco era o Maico Jacso. Não. É o meu Justino.

May the force be with you.

Nota: Este post não é publicidade, não foi pago, sequer a troca de bilhetes, galinhas ou beijinho e tatuagem do Ami James. Até porque, sejamos realistas, aqui apenas entra meia dúzia de perdidos, metade deles chineses ou vendedores de alargamento de órgãos.

terça-feira, julho 31, 2012

Afinal,



O blogue não está assim tão moribundo.

Quer dizer, de actualização está mas as visitas continuam imensas. Basicamente, o Sitemeter tinha ido à vida (Sem que tivesse dado conta.) e andava a enviar-me emails com estatísticas de uma ou duas visitas diárias. Não estranhei, uma vez que a escrita pecava pela ausência. Entretanto, com as novas funcionalidades do blogger (que tenho ignorado à grande), acabei de reparar que as visitas são largas centenas acima. Já resolvi tudo, instalei novamente o Sitemeter e reparei as anomalias. 

Não que faça diferença se é uma pessoa que me visita diariamente ou se são centenas (Onde têm a cabeça? Isto está pior do que a Silly Season, vão-se embora!). Quer dizer, faz. A responsabilidade, aquele bicho papão que se apoderou de mim mal fiz seis anos, é outra. Vocês são imensos!

Portanto, aqui fica mais um post a dizer absolutamente nada que interesse.


O meu é seguramente um e, ainda que já tenha visto dias mais gloriosos graças ao saudoso vício da musculação, o meu rabo é um rabo inesquecível. São os genes, não os mesmos da Zulmira Ferreira.

Agora que já disse tanta coisa de jeito e nenhuma novidade, volto ao Tumblr.


Bons sonhos.




terça-feira, agosto 25, 2009

Bem avisei


Que, rapidamente, iria fartar-me deste template.

sexta-feira, maio 22, 2009

Calçadão/Bossa Nova/Beijos/Açaí com banana/Temakeria


Eu adoro os meus amigos homens. E adoro ter amigos homens.

Não me interpretem mal, tenho imensas amigas e existem coisas que só se partilham e fazem com mulheres (as amigas da dança, então, são o máximo) mas acho um piadão aos amigos homens.

Evidente que amigos, amigos, daqueles que durmo ao seu lado como quem dorme com uma irmã, que assistem às minhas olheiras, ramelas e choros são pouquíssimos, dois, pronto, um daqueles de aço inoxidável e inquebrável que me acompanha desde que me descobri.

Isto para introduzir o seguinte: os meus amigos homens "adoraram" o facto de ir para o Rio sozinha. Ai, que vais ser assediada, ai que não te vão deixar em paz, vem um matulão e leva-te e outros mimos do género foi o que mais ouvi na semana anterior à viagem. A mesma lenga-lenga do ano passado, com a matiz de em vez de ir com a bifa, vou sozinha.

Simplesmente, encontro-lhes piada porque entre as graçolas e brincadeiras deixam escapar uma certa possessividade e temor de perderem aquilo que realmente não têm. É típico de homem, animal até e, na medida certa, adorável.

Um deles, melhor, nem posso dizer que seja meu amigo, é quanto muito um conhecido/com amigos em comum/ possível futuro flirt/ possível futuro qualquer coisa, incluindo um "afinal és uma saloia e eu sou um pedante", como dizia, um deles por várias vezes me disse "Vais beijar tanto! Tu diverte-te mas não voltes de lá prenha! (Acreditem que isto no contexto certo tem muita piada.) (Ai que estou feita porque ele lê isto...)

Ora bem, vou confessar aqui uma coisa que nunca confessei a ninguém.

Geralmente, tenho o meu quanto baste de assédio, é verdade e não vou negar ou mascarar-me de ingénua ou falsa modesta. No entanto, nunca, repito, NUNCA fui tão assediada na minha vida como fui nas duas semanas no ano passado naquela cidade.

Aquela cidade levou o meu ego ao Olimpo e tais momentos deveriam ter sido gravados e guardados para abrir nos períodos de Bridget.

Portanto, quando parti, obviamente que já ia com essa expectativa, antes com as favas contadas, algum receio, ainda assim seria definitivamente um plus para conhecer gente e não passar os dias abandonada no areal ou no Temaki Mania.

Agora, é exactamente aqui que quero chegar.

Não sei o que andaram a fazer. Se rezaram em conjunto, prometeram mundos e fundos à Nossa Senhora de Fátima, se fizeram irmandades, sacrificaram galinhas, o que for.

Diz "O Segredo" que o poder do pensamento e do desejo é tudo, pois bem, muito provavelmente, à conta destes ardilosos, consegui ter a viagem mais suis generis da minha vida.

Passei muito bem por carioca, garota de Ipanema, amei todos os segundos lá passados.

Assédio, paquera, gato que vê gata e mete conversa foi a coisa mais surreal.

Sim, porque na primeira hora que coloquei os pés na areia, tive um gato que me paquerou, quis levar para a sua casa e cuidar de mim até ao final da vida. Com ar completamente alucinado que deixou escapar "Se eu vou para casa, começo a beber e não consigo parar." (Foi aí que levei a sério o "até ao final da vida", sendo que a minha seria muito curta nas mãos dele.)

Depois de me escapar desse e pronta para alguém mais saudável de ideias, NEM UM. Mas nem um mesmo! Nem um olhar na rua, nem um mete-conversa na lanchonete, nem um faz-de-conta que não sou de cá e pergunto-te onde é mais legal para sair.

Quinta-feira à noite, vou beber uns copos com uns amigos de uma amiga, depois de um jantar na casa dela. Finalmente, conheço um grupo "maneiro". Marcamos para o dia seguinte uma festa de aniversário de uma amiga de um deles (Que era um gato, não a amiga que nem a vi, ele mesmo era um gato e daqueles com conversa, educação e tudo em cima.).

O que acontece? Ein, minha gente?

Crise de estômago no dia seguinte. O limão de uma, APENAS UMA, caipirinha deu para furar o meu delicado orgão e deixar-me de cama LOGO na Sexta e Sábado, precisamente os dois dias fortes para sair.

Depois? Depois, cházinho e torradas. Domingo, feriadão, o povão na praia e ninguém, NINGUÉM falou comigo. Não que necessite de atenção ou companhia mas uma viagem a sós, a não ser que vão para o Tibete, pede isso mesmo, conhecimentos, encontros. Ainda para mais é do Rio que se trata. Do sítio onde mais inflamei o ego.

Logo na segunda-feira, DIA EM QUE ME VIM EMBORA, sim, segunda-feira de manhã, em que andei no corre-corre, últimas reuniões, compras, últimos contactos e blá blá, sou abordada por não um, não dois, não três mas cinco, CINCO deuses do Olimpo, os quais sairam de cena de lágrimas nos olhos quando ouviram um "Vou-me embora hoje mesmo, daqui a duas horas e não tenho tempo nem para chope.".

Então o último, que me abordou na Osklen, meu Deus, foi feito e criado por ti, só pode!

Assim, aos bruxos dos meus amigos, aos sovinas que tanto conspiraram aproximações na minha viagem, obrigada por tanto zelo. Não tenho episódios para recordar nos meus momentos de patinho feio.
Cá voltei, intocada, imaculada e não prenha (Se bem que, com o inchaço do estômago, passo bem por uma.)

Ainda assim, sorri muito, retirei muito prazer daquelas comidas, da Bossa Nova, do calçadão e àgua de côco, das vistas, da natureza, do deslumbre de cidade, da simpatia do seu povo. De ser, por várias vezes, confundida com uma actriz qualquer e por isso ter tratamento vip em todo o lado que fosse e outras tantas pequenas e grandes coisas que me ficaram na pele. Mesmo não tendo sido beijada.
Desta vez posso mesmo perceber porque toda a gente que me conhece diz que aquela cidade é a minha cara. Que tudo nela me retrata e que é tão meu em tantas coisas porque, aparentemente, aos olhos de quem me conhece, tenho alma de carioca.

E não é que é mesmo?

quinta-feira, maio 21, 2009

Será que se mudar o título para "Leite Moça às Colheradas"

Consigo explicar tudo o que gravita na minha alma?





Estou tão cá mas tão lá


Hoje, o despertador tocou às sete horas e, durante cinco minutos, tentei perceber o que era exactamente aquela música.

Se era uma ideia, um seguimento de raciocínio ou, simplesmente, uma forma peculiar e extemporânea de Deus mostrar-me a luz.

Às sete de cá, lá são três da manhã.

segunda-feira, dezembro 15, 2008

Paradoxo


Pisa as pedras brancas e pretas, saracoteando, exibe o biquini cavado por baixo do vestidinho baloné branco meio transparente, a canga numa mão, a outra balouçando ao ritmo das ancas.

As havaianas marcam a areia, passo lento e jingado, passa o vendedor de espetinho de camarão. "Olha a empadinha do Mustafá!" Cheiro a maconha no ar. Saliva por matte de limão, quero antes um açaí geladinho, corre o preto, barraqueiro da zona, faz sinal, três reais por uma cadeira, no Posto Nove.

Senta-se, lança o pescoço para trás, fecha os olhos. Temperatura quente. Os garotos mirando o seu corpo de gata. Malandro, absorve os raios de sol.

Entreabre os olhos. Em frente as fotos a preto e branco. Arpoador, calçadão, as avenidas. Lá fora a chuva cai fria, empurrada pelo vento. A temperatura do termoventilador no máximo, os pés sobre o tapete de pelo de ovelha, beberica àgua de côco embalada, comprada no Pão de Açúcar (nem de propósito) das Amoreiras.

Na área, Gilberto Gil.

“A novidade veio dar à praia, na qualidade rara de sereia
Metade o busto de uma deusa Maia, metade um grande rabo de baleia...”

sábado, dezembro 13, 2008

Olá a todos.

Muita coisa se passou desde a última vez que aqui fiz login.

Tive um verão suis generis, em que fui dez dias à praia e sem grande vontade.

Comecei a namorar.

Despedi-me do grupo e entreguei-me de corpo e alma a um projecto que há muito sonhava.

Voltei ainda à prática isolada e a aceitar clientes (se alguém necessitar de um advogado...).

Aprendi a tapar buracos nas paredes, a pintar paredes, as técnicas de aplicação de parafusos no pladur, a ser decoradora, gestora, atendedora, empresária e com muito, muito ainda por aprender nestas últimas.

Perdi amizades, recuperei outras muito mais valiosas.

Recuperei-me (acho).

Somos capazes de perder características intrínsecas à nossa personalidade sem dar por isso e sem sentir falta das mesmas. Deixamos-nos abalar pelos acontecimentos, pelas pessoas, por nós próprios. Durante os últimos anos andei um pouco assim, à deriva. Foi engraçado e diria até mesmo com interesse de estudo perceber como é confortante e feliz a sensação de recuperação de tudo isso. Poder dizer "Mas afinal eu era assim!" Havia-me esquecido.

Tudo isso que recuperei escrevi num papel que leio todos os dias. Porque gosto de quem sou e não quero voltar a perder-me.

E este, este é o meu espaço. Conquistado e meu de direito.

Assim, meus caros, prometo que volto.

domingo, maio 11, 2008

Leite Moça às Colheradas

Só para dizer que as minhas férias passaram a



Snapshots:

Caraaca!

Mudei por completo a opinião sobre os homens brasileiros.

Viva o garoto de Ipanema! Os cariocas são lindos e têm bom gosto.

Adorei o conceito de beleza deles. Gostam de mulheres e não de cabides. Isso reflete-se em tudo, inclusivamente na moda.

NUNCA mais faço uma dieta e vou voltar à musculação. O Miguel que estrebuche. "Tou nem aí" para o corpo dos bailarinos.

Falei castelhano mais do que poderia imaginar. Para eles, sou espanhola.

Pin e Pon passaram a Bifa e Paloma.

Supostamente, as portuguesas têm bigode e são muito visitados pelos argentinos e pelos espanhóis. É juntar 1 + 1.

Não voltei com o Rio no coração mas o meu coração voltará muitas vezes ao Rio.

Aventuras... Fechadas a cadeado!