Desenhado no banco da paragem de autocarro por este Senhor.*Naturalmente, farei as necessárias adaptações. As colheres de hoje não são os lasers de amanhã.
Desenhado no banco da paragem de autocarro por este Senhor.
Excepcionalmente, e por sorte de principiante, fica aqui uma atitude simpática. Não passarei o desafio a mais ninguém, pois passar, passar, passa-se a gripe (e outras coisas mais escabrosas) e, como não desejo isso a ninguém, ficamos por aqui.
1) Vivo e guardo as memórias, lugares e pessoas através dos cheiros. Por exemplo, Lisboa cheira-me única e exclusivamente a pó. O meu cheiro preferido é o do Algarve (a mistura quente e doce de mar/alfarroba/figueira). Consigo distinguir o cheiro da terra da minha mãe, no Alentejo, de qualquer outra localidade no distrito.
2) Estou determinada em adoptar uma criança, desde os cinco anos. Tenho noção que já falta pouco.
3) Tenho uma colecção inimaginável de sapatos, biquinis e meias (e roupa interior, no geral), mas muito desorganizada, ao ponto de nunca encontrar o que quero.
4) Gostaria de acreditar que não existe apenas um verdadeiro amor. Ou, pelo menos, saber que nos últimos anos andei errada. Apesar disso o homem perfeito sempre foi e sempre será o Indiana Jones.
5) Tenho capacidade e força para, sozinha, levar qualquer sonho ou projecto adiante, independentemente da envergadura. No entanto, intimamente, desejo sempre ajuda, não ter que lutar contra Golias sem pelo menos mais uma mão amiga. Quando a oferecem, recuso sempre.
6) Adoro sonhar que naufrago para uma ilha deserta e tropical.
Alarvezinhos das curiosidades e vidas alheias, olhares inquietos que atravessam as fechaduras das portas,