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terça-feira, dezembro 16, 2014

Ia escrever isto no Facebook mas ficou muito grande e depois lembrei-me "Ena, o blogue existe!"



Ontem, corri os três centros comerciais do Saldanha à procura de uns bons crepes ou waffles com chocolate ou canela. 

Nem um! 

Quanto maior era a procura, maior era a vontade. Na verdade, tenho de confessar que depois do almoço já estava com essa fisgada. Ah e tal, tenho de ir ao Saldanha, aproveito e depois lancho em grande, já estou a imaginar, rios de chocolate sobre um crepe ou uma waffle eroticamente polvilhada com açúcar e canela.

Quem sabe, um chocolate quente para acompanhar. Sim, definitivamente. Depois, faço mais uma aula de dança do que o habitual.

Será escusado dizer que tinha acabado de almoçar e já salivava.

Demanda impossível.

Em cada sítio onde existia uma casa dessas estava agora plantada uma de sumos detox/pseudosaudáveis/etc, tostas light e o camandro, só que, como seria de esperar, completamente às moscas. Pois é, estamos em Dezembro, época natalícia e com frio até aos ossos. Ninguém quer saber dos ditos verdes, pelo menos até Março! E ainda bem. Aquilo dá cabo do sistema, minha gente. A não ser que queiram virar panelas de incontinência de matéria fecal. Para o detox temos fígado, rins e pâncreas. (Quando, quando é que se convencem disso?)

Felizmente, o mostruário do meu Instagram viu as muitas fotos de sumos esverdeados, chia, batata doce, sementes várias, frango e diversos tipos de clorofila por coisas mais decentes e apelativas.

Fora a imbecilidade do #queméqueestaoaenganar 

Imaginem o seguinte cenário:

Foto: duas hastes pequenas de bróculos, acompanhadas de três rodelas de batata doce e um lombinho de pescada cozida coberto por sementes de papoila 

Hashtag: #foodporn

Foodporn? A sério? E os comentários, tanto do autor da publicação como dos visualizadores? "Tão bom!" "Que delícia!" A sério? A sério?

Voltando ao que interessa.

Fiquei sem o crepe em cama de chocolate, sem a waffle eroticamente polvilhada com açúcar e canela e sem o luxurioso, envolvente e espesso chocolate quente.

Senhores da restauração, 

Se não querem ver as vossas casas a fechar (Que é o que vai acontecer a estas porque são muitos meses de frio e a sonhar com paredes feitas de chocolate e não há renda milionária que resista.), já que insistem tanto em modas momentâneas e descartáveis, adaptem os vossos conceitos. Do "saudável" ao confortante é um instantinho de um crepe lambuzado em chocolate que fará qualquer barriga ou coração feliz. 

 Gordura também é formosura. E aquecedor natural no Inverno. Adeus contas de electricidade e de gás astronómicas.

Isso e sumos e iogurtes gelados a preços proibitivos (e ridículos). Dá-me vontade de ir ao Continente comprar um iogurte e colocá-lo na arca (Lá para o lanche deve estar só gelado) ou de andar com duas mangas, três laranjas e uma batedeira na carteira.

Já estive mais longe. Agora até já existem dióspiros de roer ao pontapé. Já não preciso de inventar que aquelas manchas na carteira são mesmo assim.

terça-feira, junho 18, 2013

Com esta coisa do Bye Bye Google Reader


Mudei-me para o Bloglovin.

Já lá estava por causa dos blogues de moda ("Shame on youuuu!" Dizem vocês mas eu cá não tenho vergonha nenhuma.) mas adoro-o, é prático, recebo as actualizações diárias, etc, etc.

Na verdade, há muito que não ligava ao reader porque considerava-o muito impessoal, já que eliminava a parte estética de cada blogue. Para mim, a imagem, o layout, o design são fundamentais. São também uma extensão da personalidade do autor.

Assim, posso ver os posts no formato original dos blogues. Depois, permite importar em poucos segundos os blogues que adoramos e temos no Reader.

Ora aproveitem, mesmo que eu dure para sempre!

Quem quiser seguir este simpático moribundo, clique aqui:

terça-feira, maio 21, 2013

Querido S. Pedro,

São dois pares de sandálias, umas quantas t-shirts, mais calções e outros tantos vestidos por estrear.

Trinta e muitos biquinis à espera de sair da gaveta. Vai antes para os quarenta, que já adicionei uns novos ao espólio.

Cara de múmia, pele de múmia milenar, humor de nuvem preta do cachimbo do Chefe - Fumaça Negra - Chaminé Londrina da Era Industrial.

Vê-se te controlas de uma vez, homem!



Follow my blog with Bloglovin

quarta-feira, dezembro 19, 2012

Querido Pai Natal



Olá! Como estás? Como vai a vida no Polo Norte?

Escreve-te a tua querida amiga, aquela tonta que não pode ver uma lata de leite condensado sem começar a ter calores, espasmos em todo o corpo jovem e esbelto e a salivar o rio que o Justin Timberlake pede para chorar (E mais umas monções de saliva.).

Bem sei que a vida não está fácil. Acredita, sei. 

Bem sei que, ainda por cima, estou neste país pequenino e rectangular, à beira-mar plantado, onde povoam uns tantos canalhas corruptos, cuja organização chama-se classe política, umas aventesmas que tiram cursos do dia para a noite, sem saber quais as cadeiras feitas, uma Troika (Como acho esta palavra ridícula.) irascível, uns palhaços que só compreendem números mas ignoram a humanidade, uma(s) crise(s), um povo que só se queixa para o ar mas não sabe agir e, infelizmente, uma miséria a instalar-se como há muitos anos o país não via.

Provavelmente, suspiras em cada carta que recebes, em que é pedido um Iphone, um Ipad, umas férias na Polinésia Francesa acrescidas de um carro de topo de gama ou tornar-se numa fashion blogger. Tens toda a razão, Pai Natal. Para além da crescente miséria, do atirar famílias inteiras para o nada, quando há pouco tempo tinham vidas confortáveis, à conta do flagelo do desemprego, a grande tragédia são os outros. Os outros que não fazem ideia do que se passa. Os outros que vivem em pequenas redomas e assim pretendem ficar e, pior, abrem a boca para falar (Normalmente, mal.) do que desconhecem e não compreendem.

Assim, Pai Natal, sabendo do que se passa, compreendendo que não me irás trazer uma casa nova, um computador, umas férias, o amor ou até mesmo o trabalho que tanta falta me faz, compreendendo que somos milhões a pedir, descontentes, infelizes, muitos desesperados, e que nada disso irá acontecer, este ano resolvi ser muito singela no meu pedido. Naturalmente, não abdicando nunca da saúde e felicidade dos meus e de uns chocolates e latas de leite condensado de vez em quando.

Assim, querido Pai Natal, não querendo pedir muito e após avaliar as minhas possibilidades e realidade, este ano quero, este ano quero muito o Vin Diesel.






Beijinho grande e festinha às renas.

P.S.- A Cacau pede um carregamento de ossos e um sofá só para ela.

quinta-feira, novembro 15, 2012

Aproveitem que não duro para sempre

A imagem fica pequena e imperceptível no Facebook e eu não quero que vos falte nada.

Como fazer um Kit Kat Gigante.

Ingredientes:


  • 30 tabletes de chocolate grandes (de preferência, Belga, Suíço, Lindt, etc.)
  • 6 Pacotes de bolachas wafers (não de baunilha mas bolachas que tenham camadas de wafers com pouco recheio entre as camadas.)


  • Depois, é só seguir as imagens.












    sábado, novembro 10, 2012

    Falta de visão



    As farmacêuticas não se associarem aos vendedores de castanhas.

    - É um cartucho com meia dúzia de castanhas e uma caixa de Aero M, por favor.

    sexta-feira, agosto 10, 2012

    Como fazer-me feliz I

    Cena: Ontem de manhã, por volta das 11h00.

    Como de costume, Alexandra, sentada em frente ao computador, concentrada nos seus afazeres, verificava um contrato e ao mesmo tempo seleccionava  visuais e roupas que mais lhe agradavam, para uma cliente. O chamado multitasking, já que também sou multijob.

    Tocam à porta. Cacau entra no berreiro do costume (a reguila é medrosa mas ninguém chega à porta sem  levar com não sei quantas árias no melhor e mais alto vozeirão possível.

    Lá abro a porta, envergando o meu melhor working home outfit, isto é, t-shirt, calções, Havaianas e o cabelo o mais desgrenhado possível (a minha cliente iria adorar), para imediatamente receber uma simpática oferta com este aspecto: 




    Que, depois de aberta, rezava assim:



    Pestanejaram? Eu também. Para que não restem dúvidas, sim, é uma caixa cheia, repleta de Fizz! Quarenta e oito, para ser precisa!

    Basicamente é isto. Afinal, há quem saiba fazer-me feliz e não é nada difícil. Anos a fio de blogue, a pedir aos leitores que enviassem leite condensado, doces e gelados, eis que a fabulosa Olá ouve as minhas preces e presenteia-me desta forma.

    Ainda por cima, o Fizz, que traz-me tão fantásticas memórias, como aquela vez em que a jogar ao mata partimos o vidro da janela do vizinho mais resmungão do bairro e desatamos a fugir para só parar no Jacó e comprar um Fizz Nunca fomos apanhados mas não venham com coisas, já prescreveu. Ou a outra vez em que o meu irmão foi mordido por uma abelha, berrou que se fartou, tivemos que ir para casa, mal me deixou ver o Willy Fog e só se calou com um Fizz na mão. Bons anos oitenta em que os traumas eram recuperados com Fizz e não com psiquiatras e Prozacs. 

    Portanto, para quem desesperava, o Fizz vai regressar! Seremos todos mais saudáveis, felizes e alegres!

    Um beijinho à Dina e à Carla que se lembraram da blogger mais gulosa da blogosfera.

    Entretanto, o meu irmão já anunciou que vai voltar a viver nesta casa. Eu, troquei com a Cacau. Ela dorme no meu quarto, com o conforto de uma cama maravilhosa e um guarda-roupa fabuloso para usufruir e eu durmo na cozinha, com uma toalhinha estendida entre o frigorífico e a máquina de secar roupa.

    Já vos contei o quanto gosto do Cornetto de morango? E do Magnum branco? E do Epá, do Perna-de-pau e de um muito antigo, metade banana, metade chocolate, do qual não me recordo o nome? Do Fresh limão, Fresh Kiwi...



    terça-feira, abril 10, 2012

    Ops




    A deitar cupcakes pelos olhos sensivelmente há três anos.

    Preciso de um header.

    Vontade para o fazer:






    quarta-feira, junho 22, 2011

    De volta à ordem na terra dos gnomos ou como apanhei o maior vexame da vida


    Têm noção de que o pessoal do blogger ganhou uma boa barrigada de rir à conta do dito aviso de conteúdos, não têm?

    Eu tenho.

    Estou fechada em casa, escondida debaixo da cama, embrulhada num cobertor, enquanto balanço para a frente e para trás.

    Não como nada há um minuto e meio.

    Por este andar, obrigam-me a aparecer mais magra no espectáculo deste fim-de-semana. Aposto que já se notará nos ensaios de hoje.

    E vocês não vão gostar, podem crer que não.

    Já basta ser inteligente, gira, engraçada, culta, prendada, magra, boa bailarina, ter um blogue com biliões de visitas, etc, etc.

    Não querem tudo isso mas mais magra ainda, pois não?

    O que seria do mundo?

    Por isso, para equilibrarmos as coisas, por favor, enviem latas de leite condensado para a caixa postal publicada nos comentários, enquanto balanço, aqui, debaixo da cama, no escuro, solidão e crise de falta de apetite.

    A luz ao fundo do túnel está longe.

    Ide, ide, que o espaço é escasso e acabei de bater com a cabeça no estrado.

    Dois minutos.

    Ó magreza cruel!

    terça-feira, março 15, 2011

    Fazendo a vontade aos pequenos

    Novo header?
    Desenhado no banco da paragem de autocarro por este Senhor.

    *Naturalmente, farei as necessárias adaptações. As colheres de hoje não são os lasers de amanhã.

    quarta-feira, março 02, 2011

    É verdade!


    Ontem, o Rio de Janeiro fez 446 anos e, para comemorar, a blogosfera decidiu presentear-me com uma viagem à Cidade Maravilhosa.

    Obrigada, meus queridos!

    Estou profundamente sensibilizada!

    Beijos enormes!*

    *Depois regressarei com presentes para todos. Pulseiras do Senhor do Bonfim, garotas de Ipanema, vernizes da Risqué, bandidos da favela, bolo brigadeiro e outros souverirs tradicionais para adoçar esses sorrisos.

    quinta-feira, fevereiro 03, 2011

    Work in progress, sim, sim, vão acreditanto nisso


    Não se admirem. Ando a fazer pequenas remodelações no blogue e no template.

    Só que não tenho qualquer jeito para isto. (É com esta que um alto, charmoso e musculado informático aparece para me salvar e dou um ar de gaja/donzela in distress ao blogue.)

    Dos sei lá quantos templates e fundos que tive, recordo os rebuçados com saudade.

    Por outro lado, os quase 30 + 2 já exigem uma coisa mais crescida.

    Não sei.

    Aceitam-se sugestões.

    Pensei em colocar o King-kong no cabeçalho.

    A combinar com o estado da minha vida.

    Não perceberam?

    A vida é macaca, pá. (Não sei onde vou buscar estes leitores.)

    Adiante, donzela loira também não faz o meu género.

    Aceitam-se sugestões.

    Já fiz algumas mudanças no conteúdo.

    Não do cérebro (Era bom, não era?).

    Giro, giro seria mudar-me para o Rio e ter um template à altura. À maneira!

    Aqui, só me lembro de alcatrão.

    Alcatrão e King Kong.

    Isto não era um blogue de gente crescida?

    Era, era.

    Vou fazer o almoço.

    Até já.

    sexta-feira, janeiro 28, 2011

    Dos bébés e outras coisas sem interesse


    Só quero um cão.

    Um cão.

    CÃO.

    Não um projecto de vida de futuras desilusões, internamentos em clínicas de reabilitação e que, se estudar, tira Direito ou algo muito pior, como Engenharia. Compreendam, os engenheiros são insuportáveis, naquela assunção de que sabem tudo sobre todas as áreas, que não a deles, mas acertam previsivelmente ao lado. Ou Psicologia. Lamento mas todos(as) os(as) que conheço que tiraram Psicologia não têm um pingo de sanidade.

    Claro que nenhum de vós é psicólogo, certo?

    Ou engenheiro?

    Só para confirmar.

    Bonitinhos.

    domingo, dezembro 26, 2010

    Que grande treta


    É o Natal.

    Não venham cá com coisas.

    É que nem quero saber.

    Lá, lá, lá, láááá... Não estou a ouvir-vos.

    Para quê tanta admiração?

    Simples.

    Basicamente não recebi um cão.

    Era só isso.

    Tão fácil.

    Um cão.

    Não era difícil!

    Tudo o resto é acessório. Para que quero bugigangas, doces ou mais uma peça de roupa a juntar às 89688547483939393845575686994933838 que tenho?

    Recebi?

    Claro que não!

    E tive um ano de merda! Custaria muito oferecerem-me um canito bébé ou idoso, perneta, cegueta, diabético ou o que fosse? Dos abandonados? Dos que estão para abater e ninguém quer saber?

    Não sou esquisita!

    Mas não.

    Era tão simples.

    Seria feliz com algo tão simples.

    Portanto, por muitos esforços que tenha feito durante, desculpem-me, a porcaria (obviamente, ia dizer outra coisa) do ano, nada.

    Enfim.

    O Natal é uma merda e quem não pede Ipads, Blackberrys, Louboutins ou Chanel 2.55 está fodido.

    Aos queridos (amigos),

    Aos que, mais uma vez, ousarem apontar que este não é texto para uma advogada de trinta e um anos, cuidado com o sapatinho natalício que voa certeiro em direcção a vocês. Abram os olhos. Olhem à vossa volta. Não vou mudar. Realmente, não sei por onde têm andado nestes últimos quatro anos e meio. Não é que isto daria uma belíssima canção? Não fosse a voz de cana rachada e estaria a vestir o maillot de brilhantes. Oh Well... Sempre posso dançar. Venha o maillot!

    sexta-feira, julho 23, 2010

    Até termos notícias,



    Viciei.

    Apaixonei-me...

    Não me canso de espreitar a Bruna.

    É uma fofa, não acham?

    Se não a puder adoptar, alguém faz o obséquio? Pleeeeeeeeeeease?

    De preferência, alguém que more em Lisboa, não tenha impulsos tarados e/ou de stalker e que me permita que a visite com frequência.

    Pode ser?

    quarta-feira, julho 21, 2010

    Ó caraças!


    Preciso MESMO de um animal e, afinal, convencer o meu pai de que a casa precisa MESMO de um cão está a ser tarefa tão hercúlea quanto o foi nos últimos, vá lá, vinte e oito anos. (Aprendi a falar a pedir um cão... Quase.)

    Sendo assim,

    Exma. Sra. Cegonha

    À semelhança do que faz com os bébés, pode deixar, de surpresa, um cão à minha porta?

    E, já agora, pode ser esta?

    Já me apaixonei por ela...

    Atentamente,

    Aquela que tinha um periquito anjinho

    terça-feira, março 30, 2010

    (Enfastiadamente, pela enésima vez) Pequenotes e pequenotas,


    Ajudem aqui numa dúvida.

    Quando entram no blogue existe algum sistema de controlo que vos impeça de visualizá-lo, se não possuírem uma subscrição paga?

    Alguma senha?

    Alguma promoção "Subscreva por doze meses, pela módica quantia de €250,00 e ganhe o 13º mês"?

    Alguma indicação que, de alguma forma, esteja limitada ao vosso escrutínio?

    Isto é, economicamente?

    À força?

    Dever constitucional de vos educar?

    Dever social de vos educar?

    Mais uma vez, o meu rendimento depende de vocês por via directa ou indirecta do blogue?

    Não?

    Nada parecido?

    Então, sendo assim, não têm nada que se queixar e vomitar "o post está uma porcaria, gosto mais daqueles em que me rio."

    Pior ainda se a única coisa que produzem (de escrita ou o que for) é abrir a boca para dizer cocó.

    Sim, isso mesmo. Cocó. Críticos da tanga, aqueles que gostam de abusar da palavra "F" , do "Lol " (Nada contra, se for pontualmente empregue.) e das maneiras javardas, ainda assim como se fosse o último chique da Bairrada.

    A blogosfera é ilimitada.

    Ou pelo menos gigante.

    Saiam e busquem a vossa felicidade noutro sítio.

    NOUTRO.

    Não percam mais tempo.

    Tornem-se úteis.

    Possuem algum reflexo idiota de aceder à página mesmo que não queiram/gostem ou à espera que um dia melhore? Deixem que vos esclareça: Isso é estúpido! Muito, muito estúpido! Não vai acontecer!

    Mais que não seja por não sabermos o que acontecerá no minuto seguinte. Bem vos cai um andaime em cima e a última coisa que fizeram foi ler o meu aborrecido post (tendo reclamado ou não).

    Chatinho não é?

    Ide.

    (Sou tão fofinha)

    quarta-feira, fevereiro 24, 2010

    Será assim tão mau


    acordar a pensar e desejar caipirinhas?

    Ontem cheguei a casa tardíssimo da dança, sentei-me em frente ao computador (Deprimente, bem sei mas o Reggae já dormia há muito pelo que fiquei sem companhia.) e só me apetecia uma caipirinha. Duas, quatro ou cinco, um jarro inteiro, precedidas de sushi.

    Hoje, acordei na mesma mas sem cachaça e limas em casa (Que falha imperdoável!), não pude substituir o tradicional leite de soja com estrelitas.

    Cheira-me que necessitarei de álcool o dia inteiro. Apetece-me enfrascar-me, entornar-me, sambar no copo, ganhar asas e depois cambalear pela rua, beber caipirinhas como quem engole litros de água em épocas de dieta, uma de cada sabor.

    Vá, não se queixem.

    Não pode ser sempre o chocolate.