Mostrar mensagens com a etiqueta O amor é kitsch. Mostrar todas as mensagens
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terça-feira, fevereiro 14, 2012

Sabes que estás a um ponto do total isolamento fisico e psicológico




Quando nem te recordas do dia, de gozar com o dia, de celebrar o dia, de praguejar por causa do dia, de beijar e fazer tolices por causa do dia, seja o que for e só dás conta de que é o dia porque ligas o Facebook.

sexta-feira, março 04, 2011

Como deitar achas na fogueira, o post do Piston ou o essencial é invisível aos olhos


E vomito cada vez que vejo uma citação do Principezinho.

Leitores burros (com carinho)...

Ali, os objectivos são três:

1 - O vídeo do Petrilude - sou maió fã!

2 - A foto que é a maior espicaçadela e deveria pôr o menino a pensar.

3 - Demonstrar aos(às) leitores(as) que o bicho muito ladra, mau para aqui, insensível para ali, cocó para acolá mas é um fofo. Tal como o Jedi. Cada um, nerd e especial à sua maneira. São cordeirinhos à espera de quem dê beijinho e cuide deles para a vida.

Senhoras, esqueçam os ciúmes.

Já vos revelei o segredo.

O coração do Piston é tomado por qualquer blogger que siga Direito.

Agora ide.

Ide, com estas informações preciosas, tirar o curso, que já só são três anos. (Dizem eles.)

E o meu, bem, o meu coraçanito toda a gente sabe.

Pertence aos


aos


e ao

domingo, fevereiro 14, 2010

Cautela!



Esta noite, as cupidas sairão à rua.

sexta-feira, fevereiro 05, 2010

Quando era pequena


Era uma miúda espirituosa, com ideias bem feitas e a sensação de que podia e iria fazer o que quisesse no mundo.

Emancipada, actual, vanguardista, moderna, career woman, com ideias distintas do meu papel na sociedade e dos homens na minha vida.

O príncipe perfeito era um dado adquirido mas não um dado desejado, assim como quem diz, primeiro estou eu, como mulher independente e realizada, depois virás tu, um amor mais que certo mas efervescente, tu que me adorarás sem limite e respeitarás o meu papel, tudo se conjugará na perfeição sem me ver anulada, na vida, pela casa, os filhos e as frustrações. O amor estará sem abdicações.

O papel, talvez, o principal, não se espantem, era miúda e, na minha cabeça, tinha pela frente um enorme palco em silêncio só para me escutar, não por vaidade mas porque tinha mensagens importantes a passar. Eu sou indivíduo. Eu importo. Eu faço a diferença. O mundo é aquilo que fizermos dele. Vamos fazer.

Isto tudo para dizer que, não obstante ter mantido várias dessas características, ou mesmo confessando, várias dessas ousadias, não obstante toda a desilusão associada aos trinta, o que foi feito e o que falta fazer, a crise económica, a falta de sexo, o sexo em demasia mas sem amor, as amizades traídas, os novos amigos, o telejornal que há muito deixei de seguir, as frustrações, o que não depende de mim, os sem-abrigo que encontro a dormir na entrada de uma porta qualquer (mas sempre a mesma) no caminho que faço todos os dias ao sair da academia de dança, o que aprendi, não obstante tudo isto, eis que surge, novamente, a sensação de poder, eu serei o que quiser.

Não há nada como arrumar, começar de novo é possível.

Nunca de novo.

Está bem, um novo fininho, de leve.

Bem, não era bem isto que queria dizer.

O que quero dizer é que o amor não é assim. Essa criança estava errada. O amor (o verdadeiro, i.e., por definição, no amor não há controlo, meaning o amor incondicional) não tem reservas (Correndo o risco de parecer ridícula, lírica ou ultrapassada, não é cliché, é a pura das verdades).

Por isso, se efectivamente existe, não há mas nem meio mas, largo tudo, mudo de continente, não me mudo de continente, ou, vendo bem as coisas, adio decisões (quem parte hoje pode muito bem partir antes amanhã).

A vida é para ser vivida não para ser preenchida de "e se's?".

Por conseguinte, o "e se?" lá teria sido muito maior, desgastante e infeliz do que um hipotético "e se?" cá.

Sendo assim, prolongo a Lisboa soalheira, os lanches no Atrium ao som do piano mesmo antes da aula de ballet, prolongo-o.

Melhor dizendo, aviões a partir existem a toda a hora.

Gosto de aeroportos assim como quem gosta de emoções. (Alguém já viu um aeroporto destituído de emoções?)

Só decidi começar pelas segundas.

sexta-feira, novembro 27, 2009

I'm super duper weeeeeeeee


"- Então, já chegaste? Ainda me faltam três estações.

- Não. Está imenso trânsito. Ainda demoro um pouco. Estou a ligar-te para, quando chegares, não saíres. Fica aí dentro para não apanhares frio. Quando chegar, dou um toque e sais. Beijinho."

Só para avisar que, a partir de agora, os meus colegas receberão as peças processuais adornadas com pequenos sóis a piscar o olho.

quarta-feira, novembro 25, 2009

quinta-feira, novembro 12, 2009

Continuo sem net


Mas, pelo menos, ando inspirada.

Ela é inspira amor, ela é expira amor, ela é faz o amor no elevador.

(Calma. Apenas, apeteceu-me escrever algo muito parvo.)

terça-feira, novembro 10, 2009

O amor é algo muito kitsch e foleiro


Que, quando nos acontece, se transforma em coisa hype e cool da qual não conseguimos parar de falar, viver e respirar. 

É um pouco como os filhos. Os nossos são lindos, cutchi cutchi e sobredotados. Os dos outros, bem, os dos outros... Já paravam de mostrar fotografias e relatar idiotices banais, como as cenas das papas, do cócó e de como ele dança tão bem a música da Beyoncé, certo?

Isto para vos avisar que estou quase, quase a adoptar uma companhia de bailado de petizes. Pelo menos, foi a sensação com que fiquei quando dei por ele, embevecido de ternura, a observar-me enquanto dormia.

quinta-feira, setembro 24, 2009

Gastronomias



Ele convidou-me para o que considerava "o melhor creme de marisco do mundo", ali no pitoresco restaurante da esquina, não aceitando qualquer recusa da minha parte.

Eu acedi.

O sabor revelou-se idêntico ao já bem conhecido das noites de refeições fáceis e solitárias, que encontro embalado e preparado para diluir em àgua, nas prateleiras do supermercado. Com uns acrescentos para enfeitar e enganar o paladar desarmado.

A companhia revelou-se deliciosa.

Com efeito, tinha razão.

Foi o melhor creme de marisco que já pude saborear.

(E vocês perguntam "Qual é a graça deste post?". Muita. Muita mesmo...)

segunda-feira, setembro 21, 2009

Eu percebo que Jesus está a brincar comigo


Quando a minha antiga e grande paixão tem um amoque e resolve agarrar-me fervorosamente, no elevador da garagem do centro comercial, justamente no momento em que a actual paixão me avista e vem ter comigo.


Nota: Este episódio não se passou no Colombo.



terça-feira, agosto 25, 2009

Buhuuuu à mulher dos dias de hoje*/Todos os caminhos dão a Roma

"Sou tão independente. Sou tão inteligente. Sou tão emancipada. Sou tão bem sucedida. Sou tão gira. Sou tão divertida. Sou tão amiga. Sou tão decidida. Sou tão confiante. Tenho tanta iniciativa. Tenho tanto humor. Sou tão carismática. Sou tão fashion. Sou tão moderna. Sou tão feminina. Sou tão elegante. Sou tão educada. Sou tão sem papas na língua. Sou tão querida. Sou tão segura. Sou tão fotogénica. Sou tão profissional. Sou tão cabra. Sou tão cosmopolita. Tenho tanta personalidade. Sou tão feminista. Sou tão trabalhadora. Sou tão maternal. Sou tão boa na cama. Sou tão a rainha da festa. Sou tão boa em desporto. Sou tão boa ouvinte. Sou tão boa dona-de-casa. Sou tão perspicaz. Sou tão boa amante. Sou tão entendedora. Sou tão super-mulher. Sou tão racional. (...)"

Tudo para se resumir nisto.


*Comigo incluída.

quarta-feira, agosto 19, 2009

Quase tão bom como doce de tomate


São mimos e surpresas. 

Acabei de receber uma caixa recheada destas maravilhas, com um convite para jantar em Barcelona.

segunda-feira, agosto 17, 2009

Babysitter

Eu gosto de um homem

Que, na realidade, ainda é um "menino".

É...

quinta-feira, julho 23, 2009

De repente, fez-se luz


Não se trata, afinal, de viver o momento mas sim viver a pessoa.

Conhecê-la, conversar, estar, sorrir com ela. Perceber o que a torna fantástica, os seus receios, os seus encantos, as suas fraquezas, a sua incomensurável condição humana. Enriquecer com todos esses pormenores.

Vamos abrir o jogo.

É isso que intimida.

Não são os beijos, o toque, a partilha de pele. Estes são um acrescento, quanto muito, um descobrir de uma intimidade, uma manifestação física do que acima se descreve. São também um processo de aprendizagem que faz sentido e é natural porque é inerente ao resto. Ao todo.

E, se o momento (se a pessoa) será ou não efémero é tão secundário, não por estarmos no imediato do agora e amanhã logo se vê mas porque, realmente, merece ser vivido(a).

A perda será sempre maior se não existir. 

Independentemente dos "ses" e dos "e's". De todo o tipo condicional previsto na gramática.

Este não é o caminho fácil.

O outro também não nos acrescenta nada.

Esclarecimento: Este post é inteiramente autobiográfico. Qualquer semelhança com a vossa realidade, parabéns, sois humanos.

Desabafo: Os trinta fazem-me tão bem.

segunda-feira, julho 20, 2009

Uma das melhores coisas de estarmos realmente bem

É ouvir músicas tristes e compreender que, por ora, não têm qualquer significado.




(Palpita-me que aí venha novo período de romantismo).