domingo, março 09, 2014
Não critiques o que desconheces - Suco verde
sábado, outubro 26, 2013
Aquele momento em que encontramos algo que nos define por completo
"Loving Life at 90
Phyllis Sues
Dancer and Musician
terça-feira, junho 18, 2013
Com esta coisa do Bye Bye Google Reader
Quem quiser seguir este simpático moribundo, clique aqui:
quarta-feira, janeiro 12, 2011
No mesmo seguimento,

Bananas não vos engordam.
O que vos engorda é isto.


É preciso dizer mais?
Queridas(os) bloggers,
Bem sei, também adoro sushi e o sushi está para esta década como o frango assado esteve para os anos oitenta mas não tornem a escrevê-lo.
Por muito fashion que vos pareça, é ridículo.
"Ai que vou engordar tanto de sushi!"
Não é isto que vos vai engordar.

É isto.
Ou isto a seguir ao sushi.Estamos conversados?
terça-feira, dezembro 28, 2010
Pensando melhor
segunda-feira, novembro 08, 2010
Do mau gosto
Estou a ficar farta.
Realmente farta!
Juntos nunca. NUNCA. Como a água e o azeite, cada macaco no seu galho, o marido (não!!) usar gravata da cor do nosso vestido. Separados, vá. Daqui a uns anos seremos vistas como irreverentes, no máximo.
Peças de lã grossa, vestidos de lã grossa, sei lá mais o quê de lã grossa, de preferência justo ou largo (got it?), com ou sem formas (got it?).Mesmo que sejas muito magra, mas mesmo muito magra, existirão um trilião de peças que ficar-te-ão melhor, não achas?
Para que não restem dúvidas e não venham a chorar pelo vosso aspecto de "abandonei a vida e o gosto de viver" ou "Olá, sou um chouriço ambulante", todas estas peças estão proibidas a meninas com mais de 50 kgs, digo 45. Todas as que não atinjam esta meta, façam favor de reler o parágrafo anterior.
Não sei por onde começar. Se pelas formas, se pelas cores, se pelo ar de que está no armário há muitas décadas a conviver com as traças.
Outro exemplo.Quase vislumbro as traças.
Descubra a sopeira que há em si.
E o que isto faz à nossa altura?
As meias... As meias... Até eu já me senti tentada em envergar o modelito mas recordo-me sempre da máxima "vais gostar de recordar essas fotos daqui a dez anos?". Não, pois não? Sossegadita!
Se ainda assim, não se convenceram, quatro palavras: camones/bifes, sandálias, meias, Algarve.
Vejam o próximo exemplo.
Formas, cores materiais. Estão a perceber, queriducha(o)s?
O camel.O camel, ai o camel, essa cor que fica tão bem a qualquer um no Inverno.
Fica sim, se acabaram de chegar de quinze dias de férias do Brasil.
Caso contrário e a não ser que gostem do look esverdeado/doente, sigam ali para o azul escuro, que é a melhor cor da tendência deste ano.
Por último,

Adoro! Sempre achei um piadão mas só, MAS SÓ, se tiverem caniços como eu ao invés de pernas. Pronto, vá lá, umas pernitas com alguma carne que usem das com salto. As gordinhas ou de pernas com estrutura larga que me desculpem. É um favor que vos faço. Há coisas que só as magras escapam para não entrar na vulgaridade. É a lei da vida.
Resumindo e concluindo.
É tããão simples.
Ok, são as tendências mas pensem bem no que usam e o quanto vos fará chorar daqui a uns anos, quando pegarem em fotos vossas desta altura.
Fará chorar: Não uso.
Não fará chorar: Os meus filhos e netos serão tão orgulhosos de mim e do meu gosto e estilo intemporal.
Compreendido?
Make me proud!
*Zara, nada contra ti mas continuo triste, triste que só eu sei.
terça-feira, março 30, 2010
(Enfastiadamente, pela enésima vez) Pequenotes e pequenotas,

Quando entram no blogue existe algum sistema de controlo que vos impeça de visualizá-lo, se não possuírem uma subscrição paga?
Alguma senha?
Alguma promoção "Subscreva por doze meses, pela módica quantia de €250,00 e ganhe o 13º mês"?
Alguma indicação que, de alguma forma, esteja limitada ao vosso escrutínio?
Isto é, economicamente?
À força?
Dever constitucional de vos educar?
Dever social de vos educar?
Mais uma vez, o meu rendimento depende de vocês por via directa ou indirecta do blogue?
Não?
Nada parecido?
Então, sendo assim, não têm nada que se queixar e vomitar "o post está uma porcaria, gosto mais daqueles em que me rio."
Pior ainda se a única coisa que produzem (de escrita ou o que for) é abrir a boca para dizer cocó.
Sim, isso mesmo. Cocó. Críticos da tanga, aqueles que gostam de abusar da palavra "F" , do "Lol " (Nada contra, se for pontualmente empregue.) e das maneiras javardas, ainda assim como se fosse o último chique da Bairrada.
A blogosfera é ilimitada.
Ou pelo menos gigante.
Saiam e busquem a vossa felicidade noutro sítio.
NOUTRO.
Não percam mais tempo.
Tornem-se úteis.
Possuem algum reflexo idiota de aceder à página mesmo que não queiram/gostem ou à espera que um dia melhore? Deixem que vos esclareça: Isso é estúpido! Muito, muito estúpido! Não vai acontecer!
Mais que não seja por não sabermos o que acontecerá no minuto seguinte. Bem vos cai um andaime em cima e a última coisa que fizeram foi ler o meu aborrecido post (tendo reclamado ou não).
Chatinho não é?
Ide.
(Sou tão fofinha)
segunda-feira, março 08, 2010
Mini-saia

quarta-feira, novembro 11, 2009
Palavras leva-as o vento

E no meio de conversas, juras, promessas, declarações das quais as minhas amigas mais próximas têm sido alvo, não posso deixar de recordar como, este Verão, ele me confidenciou que fui a melhor coisa que lhe aconteceu este ano. Com estas palavras precisas. Mais do que uma vez.
Para descobrir, aqui há uns dias, através do Facebook, que ela, aquela que não queria e que lhe fazia mal, contra a qual fui uma lufada de ar respirável e renovado, e ia esquecer, enterrar e regressar mais depressa que o Lucky Luke, blá, blá, iada iada, está noiva.
Sim, via Facebook e, provavelmente, via todas as redes sociais conhecidas e imagináveis onde pudesse alardear o feito Estou a especular, uma mulher não é feita de gelatina, por isso deixem-me transparecer alguma causticidade. Continuando, parece que estou a ver a cena, ele - nas suas palavras, chorosas, que outrora me comoveram (So silly me - mas, também, vos digo, só acredita quem quer, que aqui ninguém é parvo e eu quis, se quis... Mais silly, silly me.) - amarrado e instigado (muito forçado foi, coitadinho) a pedir-lhe em casamento enquanto ela, agarrada ao laptop, o noticia ao mundo., apesar de me ter calhado apenas aquela (É também a única que sigo.).
E que este episódio romântico-burlesco - que, desde o final do Inverno, vivi agarrada ao computador, dada a nossa distância física, so in love we were, palavras, palavras mil, até ao render do(s) encontro(s) no Verão, onde as coisas bonitas que ouvi dourariam quaisquer fatias natalícias- daria pano para mangas de risota aqui no blogue e sei lá mais onde, um sucesso de vendas, certamente, para uma sitcom ou uma inspiração para stand up, expiação que apenas não faço por puro decoro meu (VERGONHA) em revelar ao mundo "how really silly I am". (A ausência de pontos finais é propositada. Só para perceberem como se fica sem ar, tapete e tudo o mais no meio de floreados natos-mortos.)
Por isso, minhas amigas, agradeço o facto de ser uma pessoa de acções. Quando as palavras não batem com as acções, está tudo dito. Custa, dói, mas é a sólida reali(ver)dade. Quando se deseja, esforça-se. Dobra-se o mundo, voa-se contra o vento, se necessário.
Tudo o resto é frosting de açúcar. Sabe bem no momento mas promete uma vida de diabetes e complicações.
Nada do que escrevo é inédito. Quanto muito, lugar-comum, ainda assim de relembrar, com a mesma frequência com que se relebram os aniversários e as datas importantes.
Portanto, sacode-se um pouco a pestana, corre-se a fechar portas e janelas, vai-te embora, cantas muito mas encartar-me-ias se, ao invés, dançasses.
Assim sendo, querida A., manda-o bugiar.
Enquanto isso, deixa-me rir mais um pouco de mim própria.
quinta-feira, julho 09, 2009
Há um ano apaixonada por este livro




Nem são as soluções práticas e económicas do gigante ou o despojamento e a simplicidade. Nem a candura das paredes ou as cores atractivas. Não é a luminosidade predominante.Ou sim. Talvez tudo junto.
Estas casas simplesmente transpiram personalidade.
Livable homes.
Cedo troquei as revistas de adolescente pelas de decoração. Tenho o péssimo hábito de devorá-las. De buscar casas. Procurá-as na internet. Imaginá-las vestidas. Visitar lojas e feiras de decoração. Nem é na roupa ou nos sapatos. Aqui, sim, perco-me verdadeiramente.
Mal posso esperar por poder tirar uma semanita, refugiar-me na praia algarvia de predilecção, acompanhada de revistas e revistas da especialidade e de outra pilha de banda desenhada da Disney ou do Maurício. É da praxe. O verdadeiro sabor a férias. Este, do Ikea, desde que o adquiri, anda comigo para todo o lado.
Nota: Tudo isto para dizer que está na hora de dar seguimento ao meu plano de vida traçado aos quinze anos e pensar no curso de decoração de interiores para então, mais tarde, pensar na veterinária.
Sossegar? Sim. Um dia destes. Qualquer. Quem sabe?
segunda-feira, abril 06, 2009
Não sou fã de correntes
Mas vi no blogue da Cris e não pude deixar de partilhar e subscrever (e "aportuguesar").
"16 ou 17 coisas que precisa saber sobre uma pessoa tatuada.
1. Não, ela não quer falar sobre isso.
2. Sim, ela teve coragem. Ao contrário de ti, que estás a pensar fazer uma tatuagem há catorze anos.
3. Não, ela não se arrependeu.
4. Ela é tatuada, não tatuadora. E não quer dar-te todas as dicas de como, onde, quando e que desenho tatuar.
5. Cuidado com perguntas do tipo “Trabalhas com tatuagens?” se não quiseres ouvir respostas do tipo “Sim, eu não tiro a tatuagem para trabalhar”.
6. A não ser que surja um clima, não metas a mão.
7. Não, ela não é um outdoor, nem um pássaro, nem um avião. Pessoas tatuadas não gostam de ser observadas como se fossem um filme. Nem de ser observadas e avaliadas como num programa de caloiros. Evita dar voltas em volta dela e olhar de cima a baixo.
8. Pode parecer estranho, mas, não, ela não quer chamar atenção. Pode parecer ainda mais estranho, mas as tatuagens são desenhos dela para si mesma, não para os outros. E têm muito mais a ver com o que ela quer dizer para si mesma do que para o mundo.
9. Perguntas do tipo “E esta aqui, o que significa?” só significam uma coisa: és um chato. Gostarias de ouvir perguntas do tipo “O que significa o teu cabelo chanel?”
10. Proibido fotografar, filmar, tocar ou comer no recinto.
11. Não, ela não quer pensar em um desenho para tatuares.
12. Sim, ela respeita se achares ridículo. Mas nem tudo precisa ser dito. Ou ela será obrigada a opinar sobre o seu enorme brinco de pena.
13. Doeu, sim. Mas o que dói mesmo é esse olhar de turista.
14. Sim, ela já sabe que você és louco pra fazer uma, mas nunca tiveste coragem. A pergunta é: “E daí?
15. Não, ela não tem tatuagem onde estás a imaginar.
16. Sim, ela trabalha num lugar muito democrático. Ou usa fato e gravata."
Posto isto, é desta que faço outra.
quinta-feira, março 26, 2009
Curtas didácticas

Dar cem euros por uns jeans, mesmo que sejam da Pepe, dói como o caraças. São lindos e tal, o corte de jeans que ainda não tinha no meio dos meus outros quarenta pares de calças de ganga. Pois... Claro... Cem euros. Cem euros! Ainda assim compensa quando ouvimos todas as amigas dizer "Ai estás tão magra! Estás mais magra! O que fazes?". Evidentemente, ajuda um pouco se comprarem as calças com três números acima do vosso. Muito mais fashion.
Sou muito mais feliz com dez euros na carteira do que quando ia à Avenida da Liberdade como quem ia à feira de Carcavelos.
Essa ideia de que o dinheiro não traz felicidade é um embuste de todo o tamanho. Só um otário para afirmar tal coisa. Como não traz? Está tudo parvo? Ai, sou tão feliz com um pouco de pão e de vinho. Mas aí, acordam da bebedeira, com um buraco no estômago e pensam "E as contas para pagar?" O dinheiro traz felicidade, sim. Pelo menos, um sono tranquilo e descansado.
O segredo do que confessei no segundo parágrafo? Fazer o que se gosta e não depender de ninguém. Não obstante, conseguir dormir já é outra história. Falando nisso, com licença, vou fazer o Euromilhões. É só um segundinho que já volto.
Já que estamos a falar de cêntimos, vale muitíssimo a pena investir em maquilhagem. Uma boa base da Guerlain, daquelas muito suaves para usar no verão, dois blushes, um terracota da Estée Lauder e outro mix da Lancôme, no mínimo. Corrector de olheiras e uma sombra mate branca para aplicar sob os olhos. É que se torna hilariante ouvir "Estás com tão bom aspecto! Ar saudável, mesmo! Foste à praia?" quando não se dormiu decentemente nas duas noites anteriores e se acordou há meia hora (desculpem a expressão, que até sou uma mulher bem educada) com cara de rabo branco e caído, que levou um pontapé do namorado. Bendito dinheiro que se foi.
O amor à dança não tem limites. Para além do mais, é assim que descobrimos que crescemos e evoluímos. Só assim percebemos que a vida vai passando e nós passamos para o outro lado da barricada. Vestimos umas leggings roxas e uns shorts ultra curtos com perneiras, versão muito Fame, super hit fashion, com os saltos para a aula de salsa, passamos pelas teenagers do Hip Hop, que nos observam deslumbradas e comentam"Estas cotas são doidas.".
Como dizia, o amor à dança não tem limites. Damos por nós felizes da vida a dançar "What a feeling" do Flashdance, piruetas para aqui, grandes saltos para acolá, tudo com um polegar a esvair em sangue, após uma brutal pancada que quase arrancou a unha, dada pela mãe de serviço (temos duas colegas que são mãe e filha).
Pois, eu cá quando for grande, quero ser como aquela mãe. Calma. Já estão a pensar na pancada. A senhora não fez por mal, não sejam assim. São acidentes normais quando se faz algo que envolve atirar as pernas para cima e os braços para o lado, ao mesmo tempo que se gira à velocidade da luz. Adiante. Onde ia? Ahhh! Como dizia, quando for quarentona ou cinquentona, quero ser como aquela mãe. Continuar a dançar com a mesma preocupação e dedicação que nós, juventude dos dezasseis aos trinta. Dançar sim, mas trinta ou quarenta vezes melhor que ela. É que a senhora não dá uma para a caixa e é destrambelhada. Deu-me uma pancada que fiquei a ver estrelas.
Moral da história? O que aprendemos com isto tudo?
Nada. Não venham com tretas que não sou eu quem vai dar lições de vida.
sexta-feira, dezembro 26, 2008
Dedicado às mulheres que gostam de estar sempre giras, chiques e no seu melhor
Esta é uma conversa muito séria.Sobretudo, para as mulheres mas não só.
Também para os homens que gostam de ver as (suas) mulheres giríssimas, elegantes, maravilhosas e deslumbrantes.
Estamos a poucos dias da Passagem de Ano e aposto que nenhuma de vocês sabe o que vai envergar nesse dia.
O que vão fazer?
Correr as lojas de sempre para apanhar uma peça mal amanhada que toda a gente compra igual?
Vasculhar no meio das promoções das colecções de sempre peças já mais que escolhidas? Comprar algo "assim assim" que mal nos satisfaz?
E chegar à festa, ao jantar, ao encontro de amigos mal composta e descobrir que há alguém com uma igual? Aguentar o vexame toda a noite?
Esta é uma altura em que TODAS nós desesperamos para encontrar algo especial e nada.
Pois isso acabou!
Minhas caras, ide à Maria Côco.
A Maria Côco abriu há um mês na Rua Arco do Carvalhão 18 C, em Lisboa, junto às Amoreiras, e tem um conceito novo a pensar na mulher moderna, dinâmica que se valoriza. Para se apaixonarem.
Lá encontrarão peças modernas e originais, com materiais nobres, estampas exclusivas, maravilhosas, elegantes, deslumbrantes, que nos caem lindamente e favorecem como nenhumas outras. Marcas de topo do Rio de Janeiro pela primeira vez comercializadas em Portugal.
Com uma filosofia diferente da típica moda europeia. Não é o nosso corpo que tem que se adaptar à moda. As peças são desenhadas e cortadas de forma a respeitar e favorecer da melhor forma o nosso corpo.
Agora depende de vocês.
Se querem ser só mais uma ou a mulher que se destaca.
Ide já a correr à Maria Côco!
Encontrarão ainda modelitos lindos de fitness das melhores marcas do Rio de Janeiro e, quando vier o calor, muitos, muitos biquinis.
Do que estão à espera?






