Mostrar mensagens com a etiqueta Os melhores conselhos da Alexandra. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Os melhores conselhos da Alexandra. Mostrar todas as mensagens

domingo, março 09, 2014

Não critiques o que desconheces - Suco verde


Ainda tudo por aí com os periquitos aos saltos por causa dos sucos verdes.

Isto tem muito que se lhe diga mas antes de começar a atirar as flechas, devo aceder que, para quem não come verduras e fruta, é sempre uma boa adição. 

Para quem substitui refeições por isto, é simplesmente estúpido. Por cada quilo que perderem agora, engordarão uns dez em barda mais tarde. Fora os problemas que a insuficiência de outros nutrientes causa. Não são poucos.

Tomá-lo logo em jejum não me pareceria ajuizado, considerando que de manhã o organismo despacha melhor as gorduras, ao almoço os hidratos e o resto é mais apropriado ao fim do dia. Bê - Á - Bá que é sabido há muito e, relembro-vos, o ginásio e as corridas já nasceram há muito. A saga da proteína também. Vocês só descobriram a pólvora agora. Veio o Instagram e logo a seguir a pólvora.

Vamos ao que interessa. Gozei, critiquei, mania das modas, cada ano aparece uma maravilha que vos trará o corpo com o qual sempre sonharam mas não há nada como experimentar.

Com base nas receitas que por aí vi, escolhi esta por o sabor não parecer ficar mau e, sobretudo, considerando o que tinha em casa. (Nada de sementes e o camandro, que não tenho periquitos há mais de três anos.), foi este o suco (Sumo? Sumo? Sumo?) verde que experimentei hoje de manhã:

- Duas maçãs com casca, 
 - Uma banana,
- Sumo de um limão;
- Quatro folhas de alface;
- Seis folhas de espinafres;
- Água qb.

Nada de máquina de sumos. Retirar a fibra a estes alimentos é parvo. Porquê? Googlem. Além do mais, já basta o facto de não mastigarmos e, como tal, ser mais difícil saciar, mesmo ingerindo uma catrefada de alimentos. Tudo à lá batedeira/ misturadora.

Sabor: Francamente bom. Melhor do que imaginei. Vou gostar disto no Verão. É muito refrescante e desenjoativo.

Quantidade: Deu para dois copos grandes (Gigantes tipo IKEA.). Bebi um, reservei o remanescente numa garrafa tapada e foi para o frigorífico.

Resultado: Estou com uma dor de barriga que não vos conto. Fdp do raio do sumo verde!


sábado, outubro 26, 2013

Aquele momento em que encontramos algo que nos define por completo

Não sou muito de partilhar aqui estas coisas mas deparei-me com este artigo, através de uma página do Facebook sobre dança que sigo há muito, e, apaixonei-me.

Apaixonei-me, como quem diz, apaixonei-me por mim mesma.

Apesar de ter Phyllis  Sues na primeira pessoa, a contar a sua história de vida e, mais importante, o seu modo de pensar e agir, não poderia eu estar melhor descrita do que nestas palavras. O que é que isso interessa?

Não será tanto um exercício de narcisismo mas uma lição de vida que conta como esta senhora aos noventa anos (Sim, NOVENTA) afirma não sentir-se velha e fazer inúmeras coisas inacreditáveis para os comuns mortais.

Aqui há uns dias, saiu um estudo que atribuia vidas mais prolongadas e com maior qualidade para quem é artista e faz o que gosta. Este é mais um exemplo e não só, pois acrescento (e muito) para quem vive da aprendizagem e da superação pessoal constante, ignorando os limites convencionais.

Talvez estas fotos agucem-vos a curiosidade. 


Para quem se interessar e/ou queira viver muito, fresco e sadio, tanto de memória, como de corpo, merece a leitura.

 http://www.huffingtonpost.com/phyllis-sues-/aging-gracefully-phyllis-sues-yoga-tango_b_2878155.html


To look good and feel good is work. To look great and feel great is a full-time job. There is no cheating! It's daily! Minute-by-minute, second-by-second. This is the process I love and love to work at. The reward is liking myself and living a creative life. I will turn 90 on April 4 and hope I can still create this in 10 years time.
Life in itself is a challenge and you can either, accept it and take action, or you can sit and do nothing. My advice is there is only one winner: accept the challenge, take action and get on with your life no matter what age.
I'm not aware of being 90. I'm aware of feeling physically as good as I have ever felt and mentally even better. I practice dance and workout every day. This body has to know who's boss and being 90 and feeling 20 is as good as it gets! People ask me all the time what's my secret. I tell them move, learn and listen.
The reward is a healthy body and mind. I'm totally selfish in that me and my body and mind are one. We are partners and we work play and live as one. So if that is so, we can't sit around and think about tomorrow. Our body and mind has to be trained from the first breath, otherwise it's down hill all the way. Numbers and dwelling on age is a trap. There is no age, it's living each moment to it's fullest.
I started my own fashion label at 50, became a musician and learned Italian and French in my 70s, took tango and trapeze at 80 and walked into my first yoga class at 85. So, if you think you're old, think again!
What inspires me is the process of learning. Inspiration creates creativity and creativity creates a better life. I like experimenting and have no fear of trying something new, so flying high on a trapeze at 80 was never a question. Becoming a musician late in my life was not accidental. It was meant to be.
I love to move and exercise, so my work out regime consists of yoga, tango, jump rope, hiking with my poodle Nicko and playing tennis.
Yoga gives you a life you didn't have yesterday. It's a wakeup call to every cell in your body. Every muscle sits up and pays attention. I live to do yoga and I do it to live.
Do every pose as good as you can and then do it a little better. I have arthritis in my spine, but I can do a full back bend, headstand and splits.
Dance has always been my passion. I had my first ballet lesson at 14 and knew then dance would be my life. Four years later I was performing in a night club in Boston and soon after that I was performing on Broadway.
Bloomer Girl, Oklahoma, Brigadoon, High Button Shoes and Kismet. I then went to Rio de Janeiro with the Ballet Russe De Monte Carlo. So from age 18, work was constant and life was and is really good. I'm still working creatively and love what I'm doing and have no intention of changing direction.
I have realized, that anything is possible, if you like who you are and what you do. Yes, anything is possible and even probable.
If you don't train the body every day it withers. If you don't train the mind everyday, you lose it. That's why I learned Italian and French, as learning a language is a great mental exercise. I then challenged myself to write music. I wrote the music and lyrics for my first song "Free Fall," which was inspired by flying on the trapeze. A CD followed with 12 songs: Scenes Of Passion. And then six tangos for Tango Insomnia. I now write short songs daily about things I do.
Tango dancing is a fantastic exercise, as it's physical and emotional. It's the only time, when I turn off my mind and just dance, so I am in the moment. To look effortless in dance is sheer beauty. That's my desire. I'm still performing, as it keeps my body in tune, is good for my memory and it makes my life a joy. A triple Boleo in the air would make my journey complete. Marcos (my teacher/dance partner) says it will take two years. I tell him, I have time!
I admit, I'm driven but I'm driven by desire and that's the formula. Desire is so powerful, like you are propelled as if from a canon. Desire to me is the driving force, but action is the result.
Working and accomplishing something mental and physical makes my day worth living and suddenly there is a break through, another step on the ladder. I don't give up. The sun and moon are there for everyone. The journey is worth it! This trip has been good to me and I wouldn't trade it for all the stars in the universe.
There is a way to beat the clock. Stay fit and enjoy the journey. Accept the challenge and go for it!
That's what I did!"

Phyllis Sues 

Dancer and Musician 



terça-feira, junho 18, 2013

Com esta coisa do Bye Bye Google Reader


Mudei-me para o Bloglovin.

Já lá estava por causa dos blogues de moda ("Shame on youuuu!" Dizem vocês mas eu cá não tenho vergonha nenhuma.) mas adoro-o, é prático, recebo as actualizações diárias, etc, etc.

Na verdade, há muito que não ligava ao reader porque considerava-o muito impessoal, já que eliminava a parte estética de cada blogue. Para mim, a imagem, o layout, o design são fundamentais. São também uma extensão da personalidade do autor.

Assim, posso ver os posts no formato original dos blogues. Depois, permite importar em poucos segundos os blogues que adoramos e temos no Reader.

Ora aproveitem, mesmo que eu dure para sempre!

Quem quiser seguir este simpático moribundo, clique aqui:

quarta-feira, janeiro 12, 2011

No mesmo seguimento,



Não, não e mais uma vez não e antes que cheguem os dias mais quentes e a vontade de dietas, não!

Bananas não vos engordam.

O que vos engorda é isto.





É preciso dizer mais?

Queridas(os) bloggers,

De uma vez por todas, já cansa.

Bem sei, também adoro sushi e o sushi está para esta década como o frango assado esteve para os anos oitenta mas não tornem a escrevê-lo.

Por muito fashion que vos pareça, é ridículo.

"Ai que vou engordar tanto de sushi!"


Não é isto que vos vai engordar.




É isto.

Ou isto a seguir ao sushi.


Estamos conversados?

terça-feira, dezembro 28, 2010

Pensando melhor


Nunca liguei aos saldos.



(Pode ser que a moda pegue, os preços ridículos desapareçam e a economia ressuscite.)

segunda-feira, novembro 08, 2010

Do mau gosto

Querida(o)s fashionista(o)s,

Estou a ficar farta.

Realmente farta!

Juntos nunca. NUNCA. Como a água e o azeite, cada macaco no seu galho, o marido (não!!) usar gravata da cor do nosso vestido. Separados, vá. Daqui a uns anos seremos vistas como irreverentes, no máximo.

Peças de lã grossa, vestidos de lã grossa, sei lá mais o quê de lã grossa, de preferência justo ou largo (got it?), com ou sem formas (got it?).

Mesmo que sejas muito magra, mas mesmo muito magra, existirão um trilião de peças que ficar-te-ão melhor, não achas?

Para que não restem dúvidas e não venham a chorar pelo vosso aspecto de "abandonei a vida e o gosto de viver" ou "Olá, sou um chouriço ambulante", todas estas peças estão proibidas a meninas com mais de 50 kgs, digo 45. Todas as que não atinjam esta meta, façam favor de reler o parágrafo anterior.


Não sei por onde começar. Se pelas formas, se pelas cores, se pelo ar de que está no armário há muitas décadas a conviver com as traças.

Outro exemplo.

Quase vislumbro as traças.

Descubra a sopeira que há em si.

E o que isto faz à nossa altura?

As meias... As meias... Até eu já me senti tentada em envergar o modelito mas recordo-me sempre da máxima "vais gostar de recordar essas fotos daqui a dez anos?". Não, pois não? Sossegadita!

Se ainda assim, não se convenceram, quatro palavras: camones/bifes, sandálias, meias, Algarve.

Vejam o próximo exemplo.

Formas, cores materiais. Estão a perceber, queriducha(o)s?

O camel.

O camel, ai o camel, essa cor que fica tão bem a qualquer um no Inverno.

Fica sim, se acabaram de chegar de quinze dias de férias do Brasil.

Caso contrário e a não ser que gostem do look esverdeado/doente, sigam ali para o azul escuro, que é a melhor cor da tendência deste ano.

Por último,



Adoro! Sempre achei um piadão mas só, MAS SÓ, se tiverem caniços como eu ao invés de pernas. Pronto, vá lá, umas pernitas com alguma carne que usem das com salto. As gordinhas ou de pernas com estrutura larga que me desculpem. É um favor que vos faço. Há coisas que só as magras escapam para não entrar na vulgaridade. É a lei da vida.

Resumindo e concluindo.

É tããão simples.

Ok, são as tendências mas pensem bem no que usam e o quanto vos fará chorar daqui a uns anos, quando pegarem em fotos vossas desta altura.

Fará chorar: Não uso.
Não fará chorar: Os meus filhos e netos serão tão orgulhosos de mim e do meu gosto e estilo intemporal.


Compreendido?

Make me proud!

*Zara, nada contra ti mas continuo triste, triste que só eu sei.

terça-feira, março 30, 2010

(Enfastiadamente, pela enésima vez) Pequenotes e pequenotas,


Ajudem aqui numa dúvida.

Quando entram no blogue existe algum sistema de controlo que vos impeça de visualizá-lo, se não possuírem uma subscrição paga?

Alguma senha?

Alguma promoção "Subscreva por doze meses, pela módica quantia de €250,00 e ganhe o 13º mês"?

Alguma indicação que, de alguma forma, esteja limitada ao vosso escrutínio?

Isto é, economicamente?

À força?

Dever constitucional de vos educar?

Dever social de vos educar?

Mais uma vez, o meu rendimento depende de vocês por via directa ou indirecta do blogue?

Não?

Nada parecido?

Então, sendo assim, não têm nada que se queixar e vomitar "o post está uma porcaria, gosto mais daqueles em que me rio."

Pior ainda se a única coisa que produzem (de escrita ou o que for) é abrir a boca para dizer cocó.

Sim, isso mesmo. Cocó. Críticos da tanga, aqueles que gostam de abusar da palavra "F" , do "Lol " (Nada contra, se for pontualmente empregue.) e das maneiras javardas, ainda assim como se fosse o último chique da Bairrada.

A blogosfera é ilimitada.

Ou pelo menos gigante.

Saiam e busquem a vossa felicidade noutro sítio.

NOUTRO.

Não percam mais tempo.

Tornem-se úteis.

Possuem algum reflexo idiota de aceder à página mesmo que não queiram/gostem ou à espera que um dia melhore? Deixem que vos esclareça: Isso é estúpido! Muito, muito estúpido! Não vai acontecer!

Mais que não seja por não sabermos o que acontecerá no minuto seguinte. Bem vos cai um andaime em cima e a última coisa que fizeram foi ler o meu aborrecido post (tendo reclamado ou não).

Chatinho não é?

Ide.

(Sou tão fofinha)

segunda-feira, março 08, 2010

Mini-saia


Pois, desta vez, foi a minha oportunidade de mostrar as pernocas, a convite da Mónica Lice.

Para quem não conhece, a Mónica é a autora do Mini-Saia, um blogue fantástico com excelentes sugestões de moda e beleza.

Podem ver as minhas dicas aqui.

Muito obrigada, Mónica! Adorei participar!

Um grande beijinho.

(Bolas para o fim-de-semana fora, que impossibilitou-me de publicitar esta boa nova a tempo e horas.)

quarta-feira, novembro 11, 2009

Palavras leva-as o vento


E no meio de conversas, juras, promessas, declarações das quais as minhas amigas mais próximas têm sido alvo, não posso deixar de recordar como, este Verão, ele me confidenciou que fui a melhor coisa que lhe aconteceu este ano. Com estas palavras precisas. Mais do que uma vez.

Para descobrir, aqui há uns dias, através do Facebook, que ela, aquela que não queria e que lhe fazia mal, contra a qual fui uma lufada de ar respirável e renovado, e ia esquecer, enterrar e regressar mais depressa que o Lucky Luke, blá, blá, iada iada, está noiva.

Sim, via Facebook e, provavelmente, via todas as redes sociais conhecidas e imagináveis onde pudesse alardear o feito Estou a especular, uma mulher não é feita de gelatina, por isso deixem-me transparecer alguma causticidade. Continuando, parece que estou a ver a cena, ele - nas suas palavras, chorosas, que outrora me comoveram (So silly me - mas, também, vos digo, só acredita quem quer, que aqui ninguém é parvo e eu quis, se quis... Mais silly, silly me.) - amarrado e instigado (muito forçado foi, coitadinho) a pedir-lhe em casamento enquanto ela, agarrada ao laptop, o noticia ao mundo., apesar de me ter calhado apenas aquela (É também a única que sigo.).

E que este episódio romântico-burlesco - que, desde o final do Inverno, vivi agarrada ao computador, dada a nossa distância física, so in love we were, palavras, palavras mil, até ao render do(s) encontro(s) no Verão, onde as coisas bonitas que ouvi dourariam quaisquer fatias natalícias- daria pano para mangas de risota aqui no blogue e sei lá mais onde, um sucesso de vendas, certamente, para uma sitcom ou uma inspiração para stand up, expiação que apenas não faço por puro decoro meu (VERGONHA) em revelar ao mundo "how really silly I am". (A ausência de pontos finais é propositada. Só para perceberem como se fica sem ar, tapete e tudo o mais no meio de floreados natos-mortos.)

Por isso, minhas amigas, agradeço o facto de ser uma pessoa de acções. Quando as palavras não batem com as acções, está tudo dito. Custa, dói, mas é a sólida reali(ver)dade. Quando se deseja, esforça-se. Dobra-se o mundo, voa-se contra o vento, se necessário. 

Tudo o resto é frosting de açúcar. Sabe bem no momento mas promete uma vida de diabetes e complicações.

Nada do que escrevo é inédito. Quanto muito, lugar-comum, ainda assim de relembrar, com a mesma frequência com que se relebram os aniversários e as datas importantes.

Portanto, sacode-se um pouco a pestana, corre-se a fechar portas e janelas, vai-te embora, cantas muito mas encartar-me-ias se, ao invés, dançasses.

Assim sendo, querida A., manda-o bugiar.

Enquanto isso, deixa-me rir mais um pouco de mim própria.

quinta-feira, julho 09, 2009

Há um ano apaixonada por este livro






Nem são as soluções práticas e económicas do gigante  ou o despojamento e a simplicidade. Nem a candura das paredes ou as cores atractivas. Não é a luminosidade predominante.

Ou sim. Talvez tudo junto.

Estas casas simplesmente transpiram personalidade.

Livable homes.

Cedo troquei as revistas de adolescente pelas de decoração. Tenho o péssimo hábito de devorá-las. De buscar casas. Procurá-as na internet. Imaginá-las vestidas. Visitar lojas e feiras de decoração. Nem é na roupa ou nos sapatos. Aqui, sim, perco-me verdadeiramente.

Mal posso esperar por poder tirar uma semanita, refugiar-me na praia algarvia de predilecção, acompanhada de revistas e revistas da especialidade e de outra pilha de banda desenhada da Disney ou do Maurício. É da praxe. O verdadeiro sabor a férias. Este, do Ikea, desde que o adquiri, anda comigo para todo o lado.

Nota: Tudo isto para dizer que está na hora de dar seguimento ao meu plano de vida traçado aos quinze anos e pensar no curso de decoração de interiores para então, mais tarde, pensar na veterinária.

Sossegar? Sim. Um dia destes. Qualquer. Quem sabe?

segunda-feira, abril 06, 2009

Hoje, o que me salva é


A forma lúcida de atingir o vigor.

Ou de não partir o teclado com a cabeça.

Não sou fã de correntes

Mas vi no blogue da Cris e não pude deixar de partilhar e subscrever (e "aportuguesar").


"16 ou 17 coisas que precisa saber sobre uma pessoa tatuada.

1. Não, ela não quer falar sobre isso.

2. Sim, ela teve coragem. Ao contrário de ti, que estás a pensar fazer uma tatuagem há catorze anos.

3. Não, ela não se arrependeu.

4. Ela é tatuada, não tatuadora. E não quer dar-te todas as dicas de como, onde, quando e que desenho tatuar.

5. Cuidado com perguntas do tipo “Trabalhas com tatuagens?” se não quiseres ouvir respostas do tipo “Sim, eu não tiro a tatuagem para trabalhar”.

6. A não ser que surja um clima, não metas a mão.

7. Não, ela não é um outdoor, nem um pássaro, nem um avião. Pessoas tatuadas não gostam de ser observadas como se fossem um filme. Nem de ser observadas e avaliadas como num programa de caloiros. Evita dar voltas em volta dela e olhar de cima a baixo.

8. Pode parecer estranho, mas, não, ela não quer chamar atenção. Pode parecer ainda mais estranho, mas as tatuagens são desenhos dela para si mesma, não para os outros. E têm muito mais a ver com o que ela quer dizer para si mesma do que para o mundo.

9. Perguntas do tipo “E esta aqui, o que significa?” só significam uma coisa: és um chato. Gostarias de ouvir perguntas do tipo “O que significa o teu cabelo chanel?”

10. Proibido fotografar, filmar, tocar ou comer no recinto.

11. Não, ela não quer pensar em um desenho para tatuares.

12. Sim, ela respeita se achares ridículo. Mas nem tudo precisa ser dito. Ou ela será obrigada a opinar sobre o seu enorme brinco de pena.

13. Doeu, sim. Mas o que dói mesmo é esse olhar de turista.

14. Sim, ela já sabe que você és louco pra fazer uma, mas nunca tiveste coragem. A pergunta é: “E daí?


15. Não, ela não tem tatuagem onde estás a imaginar.

16. Sim, ela trabalha num lugar muito democrático. Ou usa fato e gravata."

Posto isto, é desta que faço outra.

quinta-feira, março 26, 2009

Curtas didácticas


Dar cem euros por uns jeans, mesmo que sejam da Pepe, dói como o caraças.  São lindos e tal, o corte de jeans que ainda não tinha no meio dos meus outros quarenta pares de calças de ganga. Pois... Claro... Cem euros. Cem euros! Ainda assim compensa quando ouvimos todas as amigas dizer "Ai estás tão magra! Estás mais magra! O que fazes?". Evidentemente, ajuda um pouco se comprarem as calças com três números acima do vosso. Muito mais fashion.

Sou muito mais feliz com dez euros na carteira do que quando ia à Avenida da Liberdade como quem ia à feira de Carcavelos. 

Essa ideia de que o dinheiro não traz felicidade é um embuste de todo o tamanho. Só um otário para afirmar tal coisa. Como não traz? Está tudo parvo? Ai, sou tão feliz com um pouco de pão e de vinho. Mas aí, acordam da bebedeira, com um buraco no estômago e pensam "E as contas para pagar?" O dinheiro traz felicidade, sim. Pelo menos, um sono tranquilo e descansado.

O segredo do que confessei no segundo parágrafo? Fazer o que se gosta e não depender de ninguém. Não obstante, conseguir dormir já é outra história. Falando nisso, com licença, vou fazer o Euromilhões. É só um segundinho que já volto.

Já que estamos a falar de cêntimos, vale muitíssimo a pena investir em maquilhagem. Uma boa base da Guerlain, daquelas muito suaves para usar no verão, dois blushes, um terracota da Estée Lauder e outro mix da Lancôme, no mínimo. Corrector de olheiras e uma sombra mate branca para aplicar sob os olhos. É que se torna hilariante ouvir "Estás com tão bom aspecto! Ar saudável, mesmo! Foste à praia?" quando não se dormiu decentemente nas duas noites anteriores e se acordou há meia hora (desculpem a expressão, que até sou uma mulher bem educada) com cara de rabo branco e caído, que levou um pontapé do namorado. Bendito dinheiro que se foi.

O amor à dança não tem limites. Para além do mais, é assim que descobrimos que crescemos e evoluímos. Só assim percebemos que a vida vai passando e nós passamos para o outro lado da barricada. Vestimos umas leggings roxas e uns shorts ultra curtos com perneiras, versão muito Fame, super hit fashion, com os saltos para a aula de salsa, passamos pelas teenagers do Hip Hop, que nos observam deslumbradas e comentam"Estas cotas são doidas.".

Como dizia, o amor à dança não tem limites. Damos por nós felizes da vida a dançar "What a feeling" do Flashdance, piruetas para aqui, grandes saltos para acolá, tudo com um polegar a esvair em sangue, após uma brutal pancada que quase arrancou a unha, dada pela mãe de serviço (temos duas colegas que são mãe e filha).

Pois, eu cá quando for grande, quero ser como aquela mãe. Calma. Já estão a pensar na pancada. A senhora não fez por mal, não sejam assim. São acidentes normais quando se faz algo que envolve atirar as pernas para cima e os braços para o lado, ao mesmo tempo que se gira à velocidade da luz. Adiante. Onde ia? Ahhh! Como dizia, quando for quarentona ou cinquentona, quero ser como aquela mãe. Continuar a dançar com a mesma preocupação e dedicação que nós, juventude dos dezasseis aos trinta. Dançar sim, mas trinta ou quarenta vezes melhor que ela. É que a senhora não dá uma para a caixa e é destrambelhada. Deu-me uma pancada que fiquei a ver estrelas.

Moral da história? O que aprendemos com isto tudo?

Nada. Não venham com tretas que não sou eu quem vai dar lições de vida.

sexta-feira, dezembro 26, 2008

Dedicado às mulheres que gostam de estar sempre giras, chiques e no seu melhor

Esta é uma conversa muito séria.

Sobretudo, para as mulheres mas não só.

Também para os homens que gostam de ver as (suas) mulheres giríssimas, elegantes, maravilhosas e deslumbrantes.

Estamos a poucos dias da Passagem de Ano e aposto que nenhuma de vocês sabe o que vai envergar nesse dia.

O que vão fazer?

Correr as lojas de sempre para apanhar uma peça mal amanhada que toda a gente compra igual?
Vasculhar no meio das promoções das colecções de sempre peças já mais que escolhidas? Comprar algo "assim assim" que mal nos satisfaz?

E chegar à festa, ao jantar, ao encontro de amigos mal composta e descobrir que há alguém com uma igual? Aguentar o vexame toda a noite?

Esta é uma altura em que TODAS nós desesperamos para encontrar algo especial e nada.

Pois isso acabou!

Minhas caras, ide à Maria Côco.

A Maria Côco abriu há um mês na Rua Arco do Carvalhão 18 C, em Lisboa, junto às Amoreiras, e tem um conceito novo a pensar na mulher moderna, dinâmica que se valoriza. Para se apaixonarem.

Lá encontrarão peças modernas e originais, com materiais nobres, estampas exclusivas, maravilhosas, elegantes, deslumbrantes, que nos caem lindamente e favorecem como nenhumas outras. Marcas de topo do Rio de Janeiro pela primeira vez comercializadas em Portugal.

Com uma filosofia diferente da típica moda europeia. Não é o nosso corpo que tem que se adaptar à moda. As peças são desenhadas e cortadas de forma a respeitar e favorecer da melhor forma o nosso corpo.

Ficamos confortáveis, elegantes e lindas de morrer!

Agora depende de vocês.

Se querem ser só mais uma ou a mulher que se destaca.

Ide já a correr à Maria Côco!

Encontrarão ainda modelitos lindos de fitness das melhores marcas do Rio de Janeiro e, quando vier o calor, muitos, muitos biquinis.

Do que estão à espera?

Ide! Ide!