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quarta-feira, setembro 21, 2016

Quando a beleza vai pelo cano abaixo


À noite, quando a vossa pele vira-se para vocês e grita:

- Tira-me esta maquilhagem de cima! Olha lá, já não aguento mais! Cheeeega!

E vocês, meio tristes, respondem:

- Mas... Mas... Estás tão bonita! Já reparaste? Vê bem!

Fitam o espelho uma e outra vez mais 

- Não! Estás tão bonita!

E lá vai uma mistura creme pela água abaixo. O ar saudável, bronzeado, com boas cores nas faces. As olheiras inexistentes, que realçavam o vosso olhar brilhante. A pele suave como a pele de um pêssego. Os anos a menos. Os lábios rúbeos e viçosos. Praticamente a vossa beleza, que tanto trabalho deu de manhã.

Que se lixe. A almofada é cega, à noite todos os gatos são pardos e amanhã há mais!



sábado, março 19, 2016

Respondona




Hoje, já mandei um parvalhão passear e ainda não são oito horas da manhã.

Ia com a Cacau, ela, claro, de casaco com capuz porque faz facilmente otites (e o casaco tem sido uma salvação para passar os Invernos descansados) e o parvalhão, do outro lado da rua, diz, em tom de gozo:

- "E uns sapatinhos? Uns sapatinhos para não molhar os pés! E uns sapatinhos?

Eu, claro, poderia ter ignorado. Só que, esta noite, apertei tanto os dentes que estava a precisar de libertar alguma fúria e tensão.

- E uma fraldinha? Uma fraldinha para o velho babão?

Tem sido assim. Desconfio que ando a regressar à adolescência. Com a diferença de terem nascido uns cinco cabelos brancos este ano.

segunda-feira, fevereiro 15, 2016

Run Forrest Run




Todos os dias quando levo a Cacau à rua, logo pela manhã cedinho, rezo para não encontrar pelo caminho vizinhos ou alguém conhecido.

Não obstante, uma vez ou outra, apanho um real susto precisamente por ter todo o caminho livre.

Toca o despertador. Lanço a mão ao calhas, a tentar encontrar o comando (Uso a aparelhagem como despertador - sim, sou do século XX.), e carrego em todos os botões para calar os senhores AC DC, que irromperam a cantar "Youuu, shooke me all night loooong" (Calma, senhores. Sei que sou fabulosa mas, de manhã, fico-me apenas pelo suave chilrear distante dos passarinhos.).

Levanto-me, vou à casa de banho (Esqueço-me de, pelo menos, passar um pouco de água pelo rosto.), enfio umas leggings, um cachecol enorme, gorro e um anorak de penas com capuz.  Como se fosse para Sibéria mas sem soutien (Prerrogativas do Inverno.) e com o pijama por baixo.

Levo cerca de quinze minutos a convencer a Cacau a levantar-se da cama (sofá), entre festas e beijinhos e enfio-lhe também um casaco, que a minha miúda é friorenta e mimada. (Normalmente, aquele lilás, com capuz, que a faz derreter até qualquer brutamontes com coração de pedra.)

Como sempre, seguimos para o jardim em modo automático e tudo o que se desenrola repete-se todos os dias. 

Nem sempre.

Acordo um pouco do transe, olho à volta e não vejo vivalma. 

Nem uma pessoa, nem um carro a passar ou som deles ao longe. Nada.

Até o vento silenciou-se.

O tempo parece ter parado. Não há sons nem movimento. Há uma energia estranha no ar.

Fomos jogadas noutra dimensão? Aconteceu uma calamidade ou um fenómeno estranho?

Nada. Ninguém.

É assim por uma eternidade (Ok, um minuto no máximo mas uma eternidade na escala do pânico.).

Começo a preocupar-me.

Até que lá bem ao fundo vejo alguém a caminhar.

Presto muita atenção e preparo-me para correr um sprint com a Cacau.

Outra pessoa, do lado oposto.

Ó meu deus!

Já bastante acordada, absolutamente em alerta, e com as rugas marcadas da almofada a desaparecerem, tento manter ambas as pessoas debaixo de olho vivo. 

Cada uma, sob cada olho. 

(Depois admirem-se se sou vesga.)

Bem, pelo menos, o caminhar parece normal. 

Quer dizer... Arrastam-se um bocado.

Sim, arrastam-se e caminham lentamente.

Passa um carro.

Depois outro e outro e um autocarro.

Mais pessoas e crianças com mochilas a dirigirem-se para a escola. Conversas, risos, o vento sopra. O barulho das árvores sob o vento.

Alivio.

Inspiro profundamente, chamo a Cacau e viro as costas em direcção a casa.

As únicas dentadinhas que irão acontecer são as que vou dar num belo muffin de chocolate.

Ou dois, depois desta saga toda.

terça-feira, janeiro 26, 2016

Amor com amor se paga III

Lembram-se deste post?

O meu irmão farta-se de viajar. Muito por razões profissionais mas a lazer ainda faz cerca de umas oito a doze viagens por ano, a cada sítio mais invejável do que outro.

Esta semana, está nos Alpes Suíços, como já vem a ser prática durante esta altura do ano.

Hoje, de manhã, não resisti e publiquei no Instagram uma foto ilustrativa da maravilha de tempo que me acolheu quando fui à rua com a Cacau e que se segue:




O magano não soube abster-se e comentou do seguinte modo:





Ora, logo eu, que adoro viajar mas sou uma desgraçada e não o faço há quinhentos anos.

Simpático, não acham?

O que vale é que também sei ser espectacular.

Enquanto o meu irmão goza os prazeres da neve selecta, eu, Alexandra do Leite Condensado, depois das aulas de dança ao final do dia, ainda apanhei o metro no sentido inverso, fui à casa dele, desfrutei da vista maravilhosa enquanto bebericava o vinho da garrafa mais cara que encontrei na garrafeira e, antes de vir embora e ter deixado tudo como estava, fiz questão de despejar cuidadosamente um frasco de pó de comichão dentro da gaveta dos boxers, não fosse ele recordar o episódio em cima apontado e precaver-se de alguma forma.

Regressei à minha casa e ainda enviei-lhe uma mensagem fofinha a dizer para não gastar dinheiro em presentes e/ou chocolates para me oferecer, que não fosse perder tempo e aproveitasse antes bem as férias.

Agora, digam-me. Há como não adorar-me?

sexta-feira, outubro 23, 2015

Eterna miúda





Ontem, ao sair da academia, um senhor da minha idade deu-me 18 anos e ficou muito surpreendido quando lhe revelaram que tenho 36 (Juro que nem ia vestida à pita ou sequer ia desportiva. Pelo contrário. Até saltos usava. A única diferença é que saí com o coque ainda feito.)
Posto isto:

1 - Eu sei que as pessoas quando pensam no Ballet imaginam crianças doces e fofinhas, de maillot e tutu cor-de-rosa, mas dá para avançar um pouco a mentalidade e perceber que um adulto pode dançar, tal como jogar futebol, correr, fazer ginásio, nadar, etc?

2 - Há gente mesmo míope à noite. Que medo! Vou passar a atravessar aquela estrada com muito mais cuidado!

domingo, julho 05, 2015

Iluminações trintonas, ié, parece que a terra continua a querer tocar na lua



Acabaram de mostrar-me esta foto do espectáculo do ano passado. Turma de Jazz 2.

Têm uma matrona de trinta e cinco "experientes" anos e o resto tem de vinte e dois para baixo (Sim, uma delas tem quinze.)

Esta era a pose do final da coreografia, que tinha de ser alcançada em 0.0023 milionésimos de segundos, mais certeira do que as flechas do William Tell, sem balançar, sem ajeitar, depois de umas pirouettes.

Observei, observei.

Se estamos todas na posição correcta, com tudo bem colocado e alinhado, se não estamos marrecas, qual a mais certa, qual a que foi mais preguiçosa e... Ahhh! Estou mesmo bem, senão a mais certa!

De peito inchado, faço uma pequena dança da vitória e sorrio com vontade. Os meus vizinhos jurariam que ouviram cantar mas nego tudo.

Depois disto, passa-se àquela análise parva que todas nós fazemos. 

Deixa cá ver se pareço gorda, se estiquei a barriga ao invés de encolher... 

Até que os meus olhos fixaram-se no óbvio.

Pestanejaram.

Dá-se o click.

Vi a luz e atingi o Santo Graal.

Ainda não perceberam?

Rabo da Alexandra: 1
Rabo das miúdas: 0


Se poderia não ser tonta? Poderia mas não era a mesma coisa.

terça-feira, dezembro 23, 2014

Jingle Bells * Batman Smells * Robin laid an egg * The Batmobile * Lost a wheel * And the Joker got away!




O meu Facebook pessoal é uma pérola. 

Muitas vezes, tenho de segurar a minha impulsividade tempestiva, contar até 93843958945849568968, respirar fundo tudo isso vezes dois ou três, para não comentar.

A verdade é que se cascasse e gozasse com cada coisa que publicam, já não teria amigos.

Já sou uma pessoa complicada, com os seus bonecos de vudu que chegam e sobram. Eu e a minha língua que salta sempre para a verdade, doa a quem doer ou (na maioria das vezes) mesmo com as melhores das intenções mas que dá asneira e torna-me numa persona non grata, mais rápido do que o Speedy Gonzalez diz "Andale!".

O meu preferido dos últimos dias é um conhecido dos tempos da faculdade.

Ora, este senhor passa o ano inteiro a esfregar na nossa cara que é ateu, detesta as religiões, que as religiões são para gente burra e por aí fora. Não há dia que não semeie no mural alguma consideração sobre o assunto, cartoon ou ambos. Não sou uma pessoa propriamente religiosa mas aquilo é cansativo.

Pasmem-se.

Nos últimos dias, é tão somente o maior entusiasta do Natal que já vi. 

Ele é fotos com o gorro do pai Natal, ele é fotos com as hastes da rena (!), ele é fotos de árvores de Natal, das iluminações, dos presépios, ele é "ho ho ho's". Ele é todo o espírito natalício, como se tivesse sugado a alma a meia centena de crianças menores de quatro anos e todo o arco-íris dos Ursinhos Carinhosos.

Então mas e... o Natal... pois, então e... meu caro... festas religiosas já pode?

Não me aguento. Mordo a língua. Morde! Morde a língua!

Mordo a língua mas faço printscreens de tudo. Tudo. Não escapa um fio da lampreia de ovos ou uma pitada de açúcar da rabanada.

Ele que regresse aos posts "crentes, ó pessoinhas tão burras e limitadas, que sois!". Tenho munições para, pelo menos, seis meses.

Já sei. Eu e a minha eterna incapacidade de ter diplomacia e savoir faire.

Vou morrer sozinha e isolada. Já não é novidade para ninguém. 

Enrolada em vários xailes, tendo a devota Cacau, já desdentada e um pouco mouca, a velar por mim.

Na lápide ler-se-á "Aqui jaz uma chata, implicante, desagradável e inconveniente. Ninguém a chora pois já ninguém se dava com ela."

terça-feira, dezembro 16, 2014

Ia escrever isto no Facebook mas ficou muito grande e depois lembrei-me "Ena, o blogue existe!"



Ontem, corri os três centros comerciais do Saldanha à procura de uns bons crepes ou waffles com chocolate ou canela. 

Nem um! 

Quanto maior era a procura, maior era a vontade. Na verdade, tenho de confessar que depois do almoço já estava com essa fisgada. Ah e tal, tenho de ir ao Saldanha, aproveito e depois lancho em grande, já estou a imaginar, rios de chocolate sobre um crepe ou uma waffle eroticamente polvilhada com açúcar e canela.

Quem sabe, um chocolate quente para acompanhar. Sim, definitivamente. Depois, faço mais uma aula de dança do que o habitual.

Será escusado dizer que tinha acabado de almoçar e já salivava.

Demanda impossível.

Em cada sítio onde existia uma casa dessas estava agora plantada uma de sumos detox/pseudosaudáveis/etc, tostas light e o camandro, só que, como seria de esperar, completamente às moscas. Pois é, estamos em Dezembro, época natalícia e com frio até aos ossos. Ninguém quer saber dos ditos verdes, pelo menos até Março! E ainda bem. Aquilo dá cabo do sistema, minha gente. A não ser que queiram virar panelas de incontinência de matéria fecal. Para o detox temos fígado, rins e pâncreas. (Quando, quando é que se convencem disso?)

Felizmente, o mostruário do meu Instagram viu as muitas fotos de sumos esverdeados, chia, batata doce, sementes várias, frango e diversos tipos de clorofila por coisas mais decentes e apelativas.

Fora a imbecilidade do #queméqueestaoaenganar 

Imaginem o seguinte cenário:

Foto: duas hastes pequenas de bróculos, acompanhadas de três rodelas de batata doce e um lombinho de pescada cozida coberto por sementes de papoila 

Hashtag: #foodporn

Foodporn? A sério? E os comentários, tanto do autor da publicação como dos visualizadores? "Tão bom!" "Que delícia!" A sério? A sério?

Voltando ao que interessa.

Fiquei sem o crepe em cama de chocolate, sem a waffle eroticamente polvilhada com açúcar e canela e sem o luxurioso, envolvente e espesso chocolate quente.

Senhores da restauração, 

Se não querem ver as vossas casas a fechar (Que é o que vai acontecer a estas porque são muitos meses de frio e a sonhar com paredes feitas de chocolate e não há renda milionária que resista.), já que insistem tanto em modas momentâneas e descartáveis, adaptem os vossos conceitos. Do "saudável" ao confortante é um instantinho de um crepe lambuzado em chocolate que fará qualquer barriga ou coração feliz. 

 Gordura também é formosura. E aquecedor natural no Inverno. Adeus contas de electricidade e de gás astronómicas.

Isso e sumos e iogurtes gelados a preços proibitivos (e ridículos). Dá-me vontade de ir ao Continente comprar um iogurte e colocá-lo na arca (Lá para o lanche deve estar só gelado) ou de andar com duas mangas, três laranjas e uma batedeira na carteira.

Já estive mais longe. Agora até já existem dióspiros de roer ao pontapé. Já não preciso de inventar que aquelas manchas na carteira são mesmo assim.

quarta-feira, janeiro 09, 2013

Mito urbano?


Alexandra, a aumentar a glicemia da blogosfera desde 2006.

Na verdade, gosto de ver toda a gente feliz

Não foram só os muitos emails de protesto e os comentários no Facebook. Não foram não. 

Eu própria sentia-me desconfortável, tanto que deixei de vir aqui por uns dias. Ninguém é de ferro. Melhor dizendo, ninguém tem um estômago de aço e, antes que tivesse que correr todos os metais existentes no planeta terra e ainda os descobertos além espaço, resolvi fazer algo, para que todos nós pudéssemos sentir-nos melhor, mais confortados. Foi um esforço hercúleo e a intenção também foi a melhor. 

Não sei se melhorou. Vejam lá.







sábado, dezembro 22, 2012

Próximo post



Como tornei a Cacau numa valente e destemida aliada contra os atentados ao equilíbrio visual e artístico, esfregando bifes de vaca nas pratas dos chocolates da árvore de Natal, quando ninguém estava a ver.

quarta-feira, dezembro 19, 2012

Querido Pai Natal



Olá! Como estás? Como vai a vida no Polo Norte?

Escreve-te a tua querida amiga, aquela tonta que não pode ver uma lata de leite condensado sem começar a ter calores, espasmos em todo o corpo jovem e esbelto e a salivar o rio que o Justin Timberlake pede para chorar (E mais umas monções de saliva.).

Bem sei que a vida não está fácil. Acredita, sei. 

Bem sei que, ainda por cima, estou neste país pequenino e rectangular, à beira-mar plantado, onde povoam uns tantos canalhas corruptos, cuja organização chama-se classe política, umas aventesmas que tiram cursos do dia para a noite, sem saber quais as cadeiras feitas, uma Troika (Como acho esta palavra ridícula.) irascível, uns palhaços que só compreendem números mas ignoram a humanidade, uma(s) crise(s), um povo que só se queixa para o ar mas não sabe agir e, infelizmente, uma miséria a instalar-se como há muitos anos o país não via.

Provavelmente, suspiras em cada carta que recebes, em que é pedido um Iphone, um Ipad, umas férias na Polinésia Francesa acrescidas de um carro de topo de gama ou tornar-se numa fashion blogger. Tens toda a razão, Pai Natal. Para além da crescente miséria, do atirar famílias inteiras para o nada, quando há pouco tempo tinham vidas confortáveis, à conta do flagelo do desemprego, a grande tragédia são os outros. Os outros que não fazem ideia do que se passa. Os outros que vivem em pequenas redomas e assim pretendem ficar e, pior, abrem a boca para falar (Normalmente, mal.) do que desconhecem e não compreendem.

Assim, Pai Natal, sabendo do que se passa, compreendendo que não me irás trazer uma casa nova, um computador, umas férias, o amor ou até mesmo o trabalho que tanta falta me faz, compreendendo que somos milhões a pedir, descontentes, infelizes, muitos desesperados, e que nada disso irá acontecer, este ano resolvi ser muito singela no meu pedido. Naturalmente, não abdicando nunca da saúde e felicidade dos meus e de uns chocolates e latas de leite condensado de vez em quando.

Assim, querido Pai Natal, não querendo pedir muito e após avaliar as minhas possibilidades e realidade, este ano quero, este ano quero muito o Vin Diesel.






Beijinho grande e festinha às renas.

P.S.- A Cacau pede um carregamento de ossos e um sofá só para ela.

domingo, dezembro 09, 2012



Queridos leitores, colheradas doces do meu paladar,

A esta hora que lêem estas singelas palavras, eu a Cacau já não estamos por cá.

Imagino que será um choque para todos mas já não aguentava mais. 

Nada me prendia aqui, pelo contrário, e a Cacau, bem, apesar de ter-se habituado às mordomias dos biscoitos, do sofá e da mantinha polar, a Cacau é um espírito livre. A sua essência é correr pelas nuvens.

Não estranhem. A nossa vida não será muito diferente da vossa no próximo ano. Não queremos amarras e preferimos nada ter do que entregar o pouco que há ao coelho alucinado. Não duvidem, brevemente, serão vocês. Provavelmente, não pela escolha mas por necessidade.

A verdade é que somos almas avançadas. Sempre fomos avançadas para o país, para o povo, para o tempo e até para cheirar um pudim de leite condensado a dois quilómetros e meio.

Assim, optamos por largar tudo e ir para as ruas, correr o mundo. 

Bem preparadas, naturalmente. Foram cinco dias a escolher todos os outfits mais estilosos, a condizer com este novo estilo de vida. Cinco dias a empacotar sapatos, brincos e lantejoulas.

Não temei. Poderemos passar fome e frio mas estaremos sempre prontas e giras para um clique do Alfaiate ou do Scott.

Prontas, giras e livres.

Para desfilar pelos Campos Elísios, degustar uma pasta numa gôndola, mergulhar nas águas tailandesas,  saborear um açaí com banana ao assistir ao pôr-do-sol no Arpoador e até adormecer a ver estrelas cadentes debaixo do viaduto de Sete rios.

Adeus, queridos.

Boa sorte para todos. Se nos virem, atirem uma nota de quinhentos euros, sim?

terça-feira, dezembro 04, 2012

Para dissipar as dúvidas

E terminar com todos esses cochichos e inveja que se levantaram hoje, o moreno que menciono no post anterior é este.



(A usar lentes da M****ópticas.)

Se perguntarem por ele da Natura, por favor, assobiem para o lado.

quinta-feira, novembro 15, 2012

Aproveitem que não duro para sempre

A imagem fica pequena e imperceptível no Facebook e eu não quero que vos falte nada.

Como fazer um Kit Kat Gigante.

Ingredientes:


  • 30 tabletes de chocolate grandes (de preferência, Belga, Suíço, Lindt, etc.)
  • 6 Pacotes de bolachas wafers (não de baunilha mas bolachas que tenham camadas de wafers com pouco recheio entre as camadas.)


  • Depois, é só seguir as imagens.












    segunda-feira, agosto 13, 2012

    Entretanto,


    Os hospitais e os serviços de prevenção e de socorro estão em alerta. 

    Por aqui e pela blogosfera fora, já se rejubila de excitação pela nova página do Facebook e as comemorações serão intensas.

    terça-feira, julho 31, 2012

    Afinal,



    O blogue não está assim tão moribundo.

    Quer dizer, de actualização está mas as visitas continuam imensas. Basicamente, o Sitemeter tinha ido à vida (Sem que tivesse dado conta.) e andava a enviar-me emails com estatísticas de uma ou duas visitas diárias. Não estranhei, uma vez que a escrita pecava pela ausência. Entretanto, com as novas funcionalidades do blogger (que tenho ignorado à grande), acabei de reparar que as visitas são largas centenas acima. Já resolvi tudo, instalei novamente o Sitemeter e reparei as anomalias. 

    Não que faça diferença se é uma pessoa que me visita diariamente ou se são centenas (Onde têm a cabeça? Isto está pior do que a Silly Season, vão-se embora!). Quer dizer, faz. A responsabilidade, aquele bicho papão que se apoderou de mim mal fiz seis anos, é outra. Vocês são imensos!

    Portanto, aqui fica mais um post a dizer absolutamente nada que interesse.


    O meu é seguramente um e, ainda que já tenha visto dias mais gloriosos graças ao saudoso vício da musculação, o meu rabo é um rabo inesquecível. São os genes, não os mesmos da Zulmira Ferreira.

    Agora que já disse tanta coisa de jeito e nenhuma novidade, volto ao Tumblr.


    Bons sonhos.




    quinta-feira, abril 19, 2012

    O meu cabelo é mais inteligente do que o teu



    Hoje, descobri um outro cabelo branco, quase do tamanho dos restantes cabelos.

    Da ponta até sensivelmente metade do tamanho é branco, com uma ligeira mancha preta no meio, e o restante comprimento até à raiz é preto.

    Não se pode perder sempre, meus caros.

    Mind over matter.

    segunda-feira, setembro 12, 2011

    Motivada pelo "Onde estava você há 10 anos atrás'"

    Também eu fui ver como era há dez anos.

    Encontrei uma "pequena" secção de vestimentas no guarda-roupa (closet, em português).

    Experimentei tudo.

    Saias tubo justas, calças de ganga, camisolas, t-shirts(zinhas), vestidos colados ao corpo.

    Servia tudo.

    Peças que, há cinco anos, não me cabiam.

    Peças que, há cinco anos, pareciam uma pele de salsicha de carne e banha de porco moída, a tentar sobreviver sem se rasgar, ainda que, na realidade, o conteúdo vibrasse pela rara existência de massa gorda.

    A fase da negação não adianta.

    Os factos são claros, translúcidos e irrefutáveis.

    A partir dos trinta é sempre a mirrar.

    Donatella Versace

    quinta-feira, agosto 04, 2011

    Bonito


    O meu irmão termina o namoro de longos anos (nem vou dizer quantos para não se assustarem) e agora é a mim que vêm pedir bébés.

    Parece-me que irei arranjar mais um cão.