Mostrar mensagens com a etiqueta Justiça divina. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Justiça divina. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, dezembro 18, 2013

Entretanto



Acabei de receber um email do Ebay a oferecer portes gratuitos para todos os artigos de lingerie e cremes da Victoria Secret.

As cuecas com decoro para consultas médicas vão ter que esperar mais um pouco.

Cantem comigo: Oh happy days...

terça-feira, dezembro 04, 2012

O presente de Natal da Conde Redondo


Eu sou muito porreira. Juro que sou. 

Sou até aquela mulher ideal que dá sempre espaço, liberdade, alinha em brincadeiras e saídas, deixa os amigos e os namorados à vontade para saírem com os amigos sem a levar como bengala, nada controladora, confia mas exige confiança e espaço também. 

Sou aquela mulher que não faz mil e um telefonemas, muito menos mil e um inquéritos ou vasculha a carteira, o carro, a casa assim que tem oportunidade. Aquela que abomina cenas de ciúmes e afins (Todos os meus ciúmes passam imensamente despercebidos e isso é uma forma inteligente de não lhe dar tanta importância e poder.) 

Agora, há limites para tudo. 

Isto é um presente, uma dádiva de Deus. 

Senhores, isto é muito raro. Basta olharem à vossa volta. 

Infelizmente, há quem não compreenda isso e não dê mínimo valor. Há quem brinque e goze. Há quem não ligue a mínima. Há quem desconfie sempre que é uma forma de artimanha, uma mentira, um complô, um joguete - quando basta conhecer-me minimamente, para saber que a minha boca foge sempre, sempre para a verdade e gosta de opinar e divulgar o que o cérebro pensa. Há, sim, quem judie de tudo. Quem me tire muito do sério. Sobretudo, aqueles que estavam habituados a ter rédea muito muito curta e, vá se lá saber porquê, gostavam disso (Ainda que não o admitam.).

É por isso, por todas essas palavras, acções, impropérios, gozações, convenhamos, por todo esse esticar da corda a não me levar a sério, que o meu querido amigo (Se lhe chamo amor ou algo parecido com algum sentimento, ele passa-se. Ai que ninguém pode gostar dele, tem logo um enfarte do miocárdio.) numa noite desta semana (Que não vou precisar para manter o suspense.), por volta da meia-noite, receberá a visita de um ele-ela de dois metros e dez, pele cor de ébano, peitos viçosos, redondos e bem espetados e pacote  de considerável volume, desejoso de saltar para fora da micro mini-saia prateada de napa, que mal tapa umas nádegas robustas e carnudas, favorecidas e elevadas por uns saltos transparentes de uns bons dezasseis centímetros.

Claro, sincera como sou, que o avisei.

Gozão como é, a resposta dele foi enviar-me isto.



A visita está marcada. Espero que goste da Bruna.

quinta-feira, abril 19, 2012

O meu cabelo é mais inteligente do que o teu



Hoje, descobri um outro cabelo branco, quase do tamanho dos restantes cabelos.

Da ponta até sensivelmente metade do tamanho é branco, com uma ligeira mancha preta no meio, e o restante comprimento até à raiz é preto.

Não se pode perder sempre, meus caros.

Mind over matter.

domingo, outubro 30, 2011

Cacau - Como moldar uma terrorista numa mariquinhas - Diário em MDCXXVI actos


Tenho passado uns tempos giros e finalmente sei dizer (ok, já o sabia com o Raggae) que tenho um verdadeiro instinto maternal.

Com instinto maternal ou não, a minha solidariedade vai para todos os que têm cão ou gato novo e para as minhas amigas, que se lixe, para todas as mulheres que têm bebés/crianças.

Sim, eu que faço o que quero, posso e mando, tenho sido alvo, não, vítima, séria vitima do que a maioria das pessoas com cães ou filhos pequenos costumam ser: a opinião do espertinho que sabe tudo só porque também tem um.

E o que é a opinião do espertinho (se fosse só um)? São os bitaites e postas de pescada que TODOS gostam de mandar relativamente à educação e relacionamento com o animal/filho. Ora porque sou branda, ora porque sou severa, ou porque tenho de fazer assim, assado, dar uma palmada, "que horror não espanque o animal", sempre mas sempre seguido de "o meu não faz isso" (Pois claro, é um coirão velho que se arrasta e não uma pré-adolescente na flor da idade com a vontade de brincar, correr e saltar de um cavalo de corridas.).

É assim, meus caros, que constato o quanto cresci e amadureci nestes parcos trinta e dois anos. Lá tenho aguentado tudo com um sorriso estóico, silencioso e sereno enquanto, por dentro, os meus pulmões gritam "Estás para aí a falar mas o teu cão foge-te para ir assaltar os contentores do lixo e passa o tempo a tentar acasalar com a tua perna!".

Até as piadolas do(a)s dono(a)s dos tarados dos cães que quiseram pôr-se em cima da minha cadela (ainda a bicha tinha três meses) aguentei. "Ai, deixe estar, ele só quer brincar e não faz mal, ela ainda não tem cio." Como não faz mal? Como não faz mal que um canastrão tarado de quatro patas viole a minha bebé de três meses só porque ela ainda não tem o cio? Felizmente, Cacau, a simpática (como lhe chamam), arregalou os dentes e fincou-os "docilmente" nas orelhas e pescoço do canastrão, de forma a que o mesmo nunca mais repetiu a graça. Fofa, a minha Cacau. Perante o olhar horrorizado da dona, dei-lhe umas festas, umas palavras de incentivo e dois biscoitos quando chegou a casa. Os homens são todos iguais é algo que ambas já sabemos.

No entanto, a melhor foi hoje de manhã.

A minha cadela é frequentemente apelidada de "maluca" só porque gosta de correr, saltar e vai cumprimentar toda a gente no jardim quando chega, ao invés de se deitar no chão a roçar as costas balofas no cócó dos outros cães. A minha cadela salta sebes como um cavalo de provas de saltos e é mais veloz do que qualquer um que tente persegui-la. Dá o dobro da volta ao jardim no dobro da velocidade, finta-os todos (uns quatro ou cinco, quando não são oito ou dez) e ainda salta por cima deles como se de um obstáculo se tratassem. Para apanhá-la são outros quinhentos. Por ela, brincaria ali de sol a sol, sem interrupções.

Hoje o cenário era semelhante. Cacau na frente, com quatro no encalço. Aparece outro e atravessa-lhe pelo o lado. Ela aumenta a velocidade, segue para uma zona do jardim onde não costuma ir e, quando dá conta, está lá em baixo, a relva desaparece sob as patas, passeio pela frente, com a estrada logo a seguir. Sem qualquer comando meu, "trava" de repente, cai e rebola pelo passeio, enquanto os outros vão todos para a estrada. Cacau regressa a correr para a relva, enquanto os outros donos estão na estrada a tentar trazer os respectivos para o jardim, sem grande sucesso. Devem ter ficado por lá uns bons dez minutos enquanto Cacau e eu ainda jogámos à bola na relva, sob os mornos raios de sol.

Os velhotes que assistiram tudo no banco do jardim felicitaram-me como a cadela viu imediatamente que não podia ir para a estrada e voltou para trás ignorando o facto de os outros por lá ficarem. "Foi emocionante"- nas palavras de um - "Ela assim que viu que tinha logo a estrada parou de tal maneira que caiu e depois saiu a correr!".

Ok, emoção a mais para um Domingo e dois senhores de setenta e muitos anos, tenho que concordar mas, ainda assim, quero ver agora quem é o próximo a dar palpites sobre educação.

Agora, com vossa licença, vou levá-la ao jardim para o passeio nocturno. Ela e a minha moral toda.

quarta-feira, junho 22, 2011

De volta à ordem na terra dos gnomos ou como apanhei o maior vexame da vida


Têm noção de que o pessoal do blogger ganhou uma boa barrigada de rir à conta do dito aviso de conteúdos, não têm?

Eu tenho.

Estou fechada em casa, escondida debaixo da cama, embrulhada num cobertor, enquanto balanço para a frente e para trás.

Não como nada há um minuto e meio.

Por este andar, obrigam-me a aparecer mais magra no espectáculo deste fim-de-semana. Aposto que já se notará nos ensaios de hoje.

E vocês não vão gostar, podem crer que não.

Já basta ser inteligente, gira, engraçada, culta, prendada, magra, boa bailarina, ter um blogue com biliões de visitas, etc, etc.

Não querem tudo isso mas mais magra ainda, pois não?

O que seria do mundo?

Por isso, para equilibrarmos as coisas, por favor, enviem latas de leite condensado para a caixa postal publicada nos comentários, enquanto balanço, aqui, debaixo da cama, no escuro, solidão e crise de falta de apetite.

A luz ao fundo do túnel está longe.

Ide, ide, que o espaço é escasso e acabei de bater com a cabeça no estrado.

Dois minutos.

Ó magreza cruel!

quarta-feira, junho 15, 2011

Mentecapto(a)

Gostava de saber quem foi o mentecapto(a) que denunciou o blogue e com que fundamento.

Conteúdo para adultos?

Ahahahaha!

Pois...

Fraquinho, fraquinho.

Meninas.

(Isso são saudades minhas, certo? Para vos satisfazer, já que o conteúdo é tão adulto (ahahahah), passarei a publicar pequenos póneis. A colecção inteira.)

Beijinhos e divirtam-se

quinta-feira, março 24, 2011

Crise - A solução primordial para resolvê-la; Tudo o que estão à espera de ouvir


Há sensivelmente ano e meio, sexta-feira de manhã, com o calor ainda a marcar pontos em Lisboa, lembrei-me de ir jogar no Euromilhões.

Estive no vai não vai, não por ser idiotice mas, principalmente, por ter quatro euros e pouco mais na carteira, não mais do que isso na conta, o mês a findar, muitas insónias e as contas para pagar.

Sim, naquela altura já sabia muito bem o que era a crise. Não venham cá com tretas, sabia melhor do que grande parte de vós. Crise não é ir para a manifestação da geração à rasca e a seguir para a Moda Lisboa.

Adiante. Tinha um negócio recente, projecto da minha autoria, investimento também apenas meu, que é como quem diz que, naturalmente, tenho a vida "penhorada" no banco. Ou seja, mal ou bem, já não faço parte dessa imensa categoria de portugueses muito acomodados sob o sustento de outrem, ultimamente tão criticada lá fora. (O orgulho - Woooooooo! -Mas falhei, logo tenho muito mais direito aos dias "só me apetece atirar da janela", ok?)

Fiz tudo isso. Estudei o projecto durante um ano e tal, viajei, investiguei, fiz contactos, calculei o risco, dirigi-me ao banco e pedi um empréstimo e, por último, demiti-me do cargo "confortável" de coordenadora do departamento jurídico de um grupo de empresas. ( O nome era pomposo, a responsabilidade muito mais, as regalias nem por isso. Para todos os efeitos, era um trabalho, com contrato, não era mal pago - bem também não - e os sacanas que me davam cabo da cabeça gostavam de mim.). Atirei-me de cabeça, com o risco de ganhar algum ou perder tudo. Sem redes de segurança, sem subsídios, sem grande apoio da família (Estavam contrariados com a opção de largar o emprego "seguro".) Apenas mantive-me na casa dos pais, a fim de minimizar as despesas (O que já foi um suporte considerável, apesar das bocas e pressões constantes para desistir.).

Ora, onde ia? O Euromilhões.

Pois é, o Euromilhões.

Nunca fui muito destas jogatanas - odeio expectativas defraudadas, sobretudo porque sei exactamente o que faria ao dinheiro, ao contrário de muito boa gente. Quando aposto penso sempre no máximo, se é para pedir que saiba pedir, mas houve ali um momento especial.

Um momento especial em que só pensei que os meus quatro euros na carteira não chegariam para pagar a mísera conta da água. Que ganhar essa quantia já me faria tão feliz. Uns singelos vinte euros.

Ali fiquei a matutar, gulosa com a perspectiva, se valeria a pena sacrificar dois euros, isto é, um lanche, um bolo e um chá, por uns almejáveis vinte euros que me pagassem a conta da água. Caramba, se ganhasse a sério, esqueceria a ganância e doaria uma boa parte. Pensei nisto durante todo o dia.

E assim foi, apostei. Dois euros ali na papelaria junto às Amoreiras. Dois euros remanescentes na carteira para fazer durar sabe-se lá até quando.

Dois euros apostados que me renderam os tais vinte euros, sem tirar nem pôr, suficientes para pagar a parca conta da água da loja.

Não esqueço a felicidade, deveras comemorada, imediatamente levantada e entregue à EPAL.

Nas duas semanas seguintes, tentei repetir a proeza. Agora a conta da luz, agora o fornecedor. Em vão.

Até que já não se justificou abdicar do bolo. Abébias não aparecem todos os dias, meus caros.

Ou seja, portugueses do meu coração, esta mensagem é para vós.

Se esperam pelo D. Sebastião, se esqueceram que afinal os juros vão mesmo aumentar, o IVA vai mesmo aumentar, as dores mais ainda e não fazem a mínima como criar riqueza, até porque isso implica um esforço maior, maior do que esperar que a solução caia do céu sem sacrifício, antes joguem no Euromilhões.

Agora, sairá também às terças e com uma estrela a mais.

Eu, bem, eu, ficam já a saber.

Serei a primeira da fila, amanhã. Pode ser que não saiam vinte euros mas o suficiente para iniciar um novo projecto de vida, num país distante. Que me obrigue novamente a arregaçar as mangas à séria.

Se não sair, tenho bom remédio. Arregaço as mangas na mesma e faço-vos um manguito. Nada que já não tenha feito antes.

Beijinho fofinho

Com carinho

Alexandra

P.S. - Dêem os meus cumprimentos ao FMI e invistam em lenços. Vão precisar.

quinta-feira, fevereiro 25, 2010

Ao zurumrum que anda por aí na blogosfera por causa da oferta de uns telemóveis, patrocínios e afins,



Nestlé, querida, onde andas com a cabeça?

Quase quatro anos de amor e dedicação incondicionais e tu nada, tou nem aí, nem um carregamento semanal da iguaria, de preferência versão Leite Moça com ida e volta incluídas.

Humpf.

quarta-feira, fevereiro 17, 2010

Só para avisar que,


À semelhança dos anos anteriores, o(a) primeiro(a) chico(a)-esperto(a) que, após as primeiras/segundas/terceiras (...) manifestações de calor, se lembrar de mencionar que está um calor que não se pode e aguenta,

Juro que lhe espeto uma máquina de gelo rabo acima.

terça-feira, abril 14, 2009

Hotelaria Low Cost

*Foto tirada no Parque das Nações, junto à Torre Vasco da Gama, em 05/04/2009. 

Leia-se "Sana Hotels A Construir o Futuro".

segunda-feira, março 30, 2009

Todos, digam comigo


Ai, como adoro a Primavera! (Suspiro)

(Não se esqueçam do suspiro! Façam lá o suspiro... Estou à espera!)

(Vá, novamente e tudo de uma vez.) Ai, como adoro a Primavera! (Suspiro)

Adoro, adoro, adoro!

Os raios de sol, mornos e alegres; as papoilas que florescem nos locais mais inusitados; o amor que anda no ar e em todas as partes do corpo; o cheiro a flores e a verde.

As andorinhas, queridas, que regressam sempre. Que já construiram três ninhos sobre a janela do meu quarto, fazem pontaria com o rabo e cagam o parapeito todo.

quinta-feira, janeiro 08, 2009

E quando eu pensava que o meu dia não poderia correr pior (até o horóscopo era negro)


Depois de publicado o post anterior, o computador pifou, literalmente.

Obrigada, Deus, por me recordares que não devo ser maldosa.

E obrigada a um anjinho stalker, que colocou a armadura, montou o cavalo branco e salvou aqui a princesa!

quarta-feira, maio 28, 2008

"O meu Blog dava um programa de rádio"


E graças a uma alma caridosa que o inscreveu, vai dar mesmo!

Este Sábado, dia 31, às 21h00, com repetição no Domingo às 13h00, na

Rádio Comercial.
É desta.

Já vislumbro o meu futuro.

Capa em todas as revistas.

Prémio Nobel da Paz.

E da Ordem dos Advogados, pela minha escrita erudita e inspiradora na luta por uma justiça mais justa e acessível.

O meu rabo avaliado em 200 milhões de dólares e o Paulo Pires a enviar-me latas de leite condensado, com bilhetes de perdão pela fúria da magricela loiríssima.

quinta-feira, julho 12, 2007

Justiça divina

E o que é que aconteceu depois de o meu irmão interromper-me trinta mil vezes, durante um almoço de família?

O que é que aconteceu depois do desaforado atrevido contradizer-me, inclusivamente em assuntos dos quais ele não percebe um boi (nomeadamente, direitos reais) e vomitar as mais irreais barbaridades? Barbaridades, essas, que não só foram avidamente engolidas por todos como também insitaram a que olhassem para mim como quem olha para uma jumenta manca, zarolha e careca a fazer o pino.

O que é que aconteceu depois de o meu QUERIDO irmãozinho martirizar-me durante todo o almoço de família, como já vem a ser hábito, desde que aprendeu a falar?

Sabem o que aconteceu? Sabem? Sabem?

Eu conto-vos.

Quando fomos todos à cozinha, o Reggae esvoaçou à volta do reles adulador, pousou-lhe na cabeça e largou uma caganita de kilo e meio, envolvida num aroma fedorento, que se sentia a cem quilómetros de distância.

Depois não digam que não existe justiça divina.