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terça-feira, dezembro 11, 2012

sábado, agosto 11, 2012

Valha-nos o Pedro, com sua inconfundível elegância, para relembrar uma das iniciativas mais geniais tomadas neste país, especialmente para as crianças.

Provavelmente, terá sido assim que comecei a adorar música clássica.

Não percebo como esta obra ainda não foi reaproveitada, relançada. O que será feito da Ana? Caramba, pais da blogosfera, andam a dormir? Graças ao Pedro, daqui em diante, a Cacau só vai ouvir disto.

Mais tarde, do último álbum lançado, era muito apreciadora deste tema, irritando o meu irmão Zéiii sempre que tivesse oportunidade.


No entanto, porque apetece-me encher este post de boas e sonoras recordações (Será do Fizz?), estas  ficaram no coração.









Se a memória não me falha, este terá sido o post com mais conteúdo brilhante que já escrevi. 

domingo, fevereiro 12, 2012

A propósito da morte de Whitney Houston

E de tantas(os) outras(os) artistas,

Quando é que o mundo percebe que as pessoas não se perdem nas drogas?

As pessoas perdem-se na infelicidade.

O resto é só o desenvolvimento e a consequência.

quarta-feira, abril 06, 2011

Passados 17 anos



Hoje, descobri que o Kurt Cobain morreu no mesmo dia e mês em que comemoro o meu aniversário.

Hoje, como quem diz, provavelmente, descobri no próprio dia em que morreu mas, de alguma forma e por mistérios (aguçados) do universo, nunca retive essa informação.

Também nunca percebi a celeuma.

Aquela cena toda negro- ai, ai, ai que estou tão triste e quero morrer-viioooooola-meee-oláá, oláá, oláá, que baixariaa- depressiva era mais do que notória. O tipo choramingava sobre a guitarra.

No entanto, ninguém foi capaz de lhe estender a mão, um lenço, um vale para a clínica de desintoxicação. O que fosse.

Pronto, a Love estendia-lhe a mão mas entregava-lhe coisas más, brancas do demo, rolos do belzebu, cogumelos dos estrunfes. O resultado era desastroso. O moço choramingava ainda mais (Oiçam as músicas, as letras, está tudo lá.).

Estava à vista do porco preto barranquenho mais míope do Baixo Alentejo.

Mas não, o mundo chocado, surpreso porque o rapaz suicidou-se.

Caríssimos, os vossos actos têm consequências.

As omissões também.

Todavia, antes que comecem a atear a fogueira, devo recordar que, nessa altura, a menina aqui era uma simples jovem teenager.

Uma adolescente.

Sem borbulhas mas com pontos negros gigantes e atolados de sebo, que geravam um holofote no nariz e lhe davam verdadeiras dores de cabeça. Fora as muitas, demasiadas inseguranças.

Com as vergonhas e o fugir ao mundo tão típico da idade, porém, já com manias de super-mulher.

Ainda assim, não curtia o Kurt.

Gostava de músicas chorosas mas até aquilo era demasiado para mim.

O expoente máximo de choramingas que tive era ir patinar, vezes sem conta, para o super, percorrer as rampas, saltar e descer as escadas em grande velocidade, ao som da Damn I Wish I Was Your Lover da Sophie B. Hawkins. Depois tinha os Green Day, os Offspring, ACDC, Pearl Jam e a cena toda do Hip Hop a juntar à festa.

De qualquer forma, esqueçam essa ideia.

Encontrava-me bem longe, noutro continente, e, sejamos práticos, existem muitos milhares de pessoas, para além de mim, que nasceram no dia 5 de Abril.

Qualquer uma delas, que não eu, poderá não ter conseguido segurar-se e soltado um inocente:

"Caramba, pá! Estás sempre a chorar. Não se aguenta. Deixa-me comemorar o meu aniversário em paz e vai dar cabo dessa cabeça janada!"

Isso ou, à frente dele, ter cantado e dançado o "Cover Girl" dos New Kids on the Block.

Não fui eu, a sério.

Banda sonora:






quarta-feira, fevereiro 16, 2011

quarta-feira, fevereiro 09, 2011

Esta nunca irão perceber

Mas aí está, o blogue é à minha semelhança e não à vossa.

Até podem pesquisar, ver no Youtube, Google mas não vão perceber.

Não vão perceber porque só vivendo.

Ahh é isto! O "isto" só é "isto" quando é vosso.

Não é vosso, torna-se o "isso" ou o "aquilo".

E, antes que continue com esta conversa que não vai a lado nenhum,

Isto é uma música de Popping.

Que me é irresistível. Mais do que isso.

Vão lá perceber.


segunda-feira, janeiro 31, 2011

domingo, janeiro 16, 2011

Não há muito a dizer mais que não seja porque não tenho as palavras na algibeira.



Ouvir, dançar, sentir isto num sitio bem distante.

Sim, porque estas notas só fazem sentido noutra parte do mundo.

E eu não consigo respirá-las aqui.

É só isso.

Só quero respirar.


















quarta-feira, fevereiro 24, 2010

Dia 5 de Março, Sexta-feira

Vou ao Porto dançar o Cell Block Tango!

Dia 5 de Março, Sexta-feira, vou ao Porto dançar o Cell Block Tango!
Dia 5 de Março, Sexta-feira, vou ao Porto dançar o Cell Block Tango!
Dia 5 de Março, Sexta-feira, vou ao Porto dançar o Cell Block Tango!
Dia 5 de Março, Sexta-feira, vou ao Porto dançar o Cell Block Tango!
Dia 5 de Março, Sexta-feira, vou ao Porto dançar o Cell Block Tango!
Dia 5 de Março, Sexta-feira, vou ao Porto dançar o Cell Block Tango!
Dia 5 de Março, Sexta-feira, vou ao Porto dançar o Cell Block Tango!
Dia 5 de Março, Sexta-feira, vou ao Porto dançar o Cell Block Tango!
Dia 5 de Março, Sexta-feira, vou ao Porto dançar o Cell Block Tango!
Dia 5 de Março, Sexta-feira, vou ao Porto dançar o Cell Block Tango!

Pareço uma criança? Ainda bem.

Dia 5 de Março, Sexta-feira, vou ao Porto dançar o Cell Block Tango!
Dia 5 de Março, Sexta-feira, vou ao Porto dançar o Cell Block Tango!
Dia 5 de Março, Sexta-feira, vou ao Porto dançar o Cell Block Tango!
Dia 5 de Março, Sexta-feira, vou ao Porto dançar o Cell Block Tango!
Dia 5 de Março, Sexta-feira, vou ao Porto dançar o Cell Block Tango!
Dia 5 de Março, Sexta-feira, vou ao Porto dançar o Cell Block Tango!
Dia 5 de Março, Sexta-feira, vou ao Porto dançar o Cell Block Tango!
Dia 5 de Março, Sexta-feira, vou ao Porto dançar o Cell Block Tango!
Dia 5 de Março, Sexta-feira, vou ao Porto dançar o Cell Block Tango!
Dia 5 de Março, Sexta-feira, vou ao Porto dançar o Cell Block Tango!

quarta-feira, fevereiro 17, 2010

O Carnaval acabou?


Mas o samba está no pé e o pé no samba.

terça-feira, fevereiro 16, 2010

E já que hoje estou tão produtiva

Fica a música que me lembro sempre quando recebo os convites para um cinema, do estagiário que tentou comigo o engate, no Urban (Deviam ter visto a cara dele, quando lhe disse que tinha trinta anos. Engoliu em seco e soltou um tremido "Pensei que tinhas vinte e dois...").
Volta e meia, convida-me para o cinema.
Inevitável.
Imediatamente, a música começa a tocar na minha cabeça, desato a rir ao reviver mentalmente "o vacilo".
Mas a música é gira. Ah e aquela coisa de ser Carnaval...


terça-feira, janeiro 12, 2010

segunda-feira, dezembro 28, 2009

Tannhäuser



Hoje, pensei em aproveitar o trabalho despachado e o computador quase recuperado – não lê, sequer assume, CD’s e pen’s (pelo que net está fora de questão) – para escrever um pouco mais a sério.

Ainda espreitei documentos e textos do tempo da Faculdade, ri com as minhas parvoíces, com a escrita (mais) imatura, com o que me apoquentava que agora custo a recordar.

Hoje, foi manhã de música clássica, Mozart, Bethoven, Wagner, por aí fora, quando estou nestes dias, esta música enche mais os meus pulmões de ar, pena que ainda não me atreva às sapatilhas, vontade não me falta, música clássica pede dança clássica e majestosa e não há nada mais clássico e majestoso que o ballet (A tentativa deste é bastante patética e desastrada, ignoremos isso, o que interessa agora é como o coração divaga e a mente sente.).

Li, recordei, planei – ainda não vos disse mas retomei os meus sonhos típicos, com os quais não sonhava há vários anos, não sei se será ou não bom presságio, o que é certo é que voltei a voar, melhor a planar sobre o ar, a desafiar a gravidade com calma, não muito alto, em atenção às vertigens que sofro, segura que são sonhos mais agradáveis dos que me têm visitado, seja como for, bom ou mau, é uma lufada de ar fresco e um regresso àquele lugar do “Afinal reconheço-me e esta sou eu, seja bem-vinda de volta, ou isto vai correr muito bem, ou muito mal, fuck.”.

Posto isto, preparo-me para o exercício nobre e sóbrio a que me propunha, Tannhäuser - Ouvertüre, sobejamente conhecida, até nos comerciais, mas é aquela que me torna mais leve e mais aproxima do tecto, melhor dizendo, do céu, ou do tecto, tanto um como o outro poderão ser o limite, certo é que já não chego com a ponta dos dedos dos pés ao chão, estico bem os pés, se é para flutuar, que seja com elegância e linhas de corpo.

Nisto, do principiar do dito exercício, concentro-me na música e a música concentra-se em mim, lembro-me de pão com banana – que diabo, pão com banana? – sim, pão com banana. É que ainda não almocei e hoje apetece-me pão com banana.

terça-feira, dezembro 08, 2009

sexta-feira, dezembro 04, 2009

Ao pé cochinho



O video é qualquer coisa.

terça-feira, novembro 24, 2009

He is really perfect


Eu tenho sido péssima, mesmo péssima.

Quase uma cold biaaatch, como diz a platinada.

Não o merece.

É um querido.

Preocupa-se mesmo comigo, é romântico, atencioso, divertido (Nem quero aflorar muito as suas qualidades, nem vou dizer o quão giro é, para não vir daí nova onda de inveja - Por favor, a minha vidinha está mesmo pelas canetas e isto é a corda fininha que me impede de cair de um vigésimo andar em direcção a um abismo forrado a cold steel! Preciso disto!).

Enfim, he is wonderfull, delightful e eu, em vez de lhe ligar a dizer que passo lá por casa a levar o jantar e para lhe fazer mimos, estou para aqui armada em cold biaaatch, sentada ao computador a fazer nada, nicles zero.

Isto é o que se ganha por estar traumatizada e jogar à defensiva. Por ter jurado a mim própria (e às minhas amigas, em conselho de estado) que não, nunca mais serei querida e BFF da espécie.

No fun at all.

É matemático, meninas. Tratamo-los assim e parecem uns cordeirinhos. (Isto é para todos, já que  somos manipuladas da mesma forma.) 

Não obstante, vendo-me aqui, sentada ao computador, enfiada num robe de peluche encarnado e com ar de quem acordou de uma anestesia, tenho cá para mim que não saio assim tanto a ganhar. Se é que não o perco por causa destas merdas de não lhe ligar e dar a mesma atenção que me dá e merece.

É que é nesse estado que me encontro, anestesiada, fria, calculista. De vez em quando, lá derreto e ele, extasiado, exclama "Bem, de onde surgiu isto?!" Acho que já percebeu o meu pé ante pé, gosto do no pressure envolved da parte dele mas vamos ver se o petiz não cansa.

E é assim, meus caros, é assim que este blogue é mais que oficialmente um blogue inteira e solamente (una veeeeezz) cor-de-rosa e deverão proceder ao meu internamento ASAP.*

Dentro de poucos segundos, entrará o genérico de "O Meu Pequeno Pónéi.".

Do not stick around.

*Oficialmente, também entrou no "já escrevias de acordo com a tua idade e não como uma miúda de quinze anos. Onde já se viu tanto inglês, tanto modern talking? I'm so out of my mind...

sábado, setembro 12, 2009

Estado de espírito

*

Contemporaneando.

Pela sala, pelo quarto, pelo sono, pelos livros, pelo som da televisão ou da aparelhagem de som, pelas sapatilhas de pontas...

*Só consegui encontrar esta música neste vídeo. René Aubry.