sexta-feira, fevereiro 11, 2011

Como subverter o 14 de Fevereiro IX












Este é daqueles dias em que daria tudo para não ter que me levantar da cama, não ter que me mexer, não ter que abrir os olhos nunca mais para soltar um rio de lágrimas ou o que quer que seja.

quinta-feira, fevereiro 10, 2011

Obrigada Deus


Ontem, no Facebook, percebi que não sou a única a não gostar de Deolinda.

Entretanto, fui ali ao lado e, qual não é o meu espanto, a Sofia Vieira diz tudo com as palavras certas.

Eu, que me julgava um E.T..

Adianto que, por nada deste mundo, irei ouvir a música nova.

A letra é má, seja qual for o ponto de vista. Ou a geração.

Francamente mau, todo o enredo entretanto criado.

Gente sem nada para dizer que se arma aos cucos como intelectuais.

Uns descobriram a pólvora, outros descobriram a pólvora.

Tenho a dizer que a pólvora já foi descoberta há muitos anos e foi na China.

Beijinho

Alexandra

quarta-feira, fevereiro 09, 2011

Esta nunca irão perceber

Mas aí está, o blogue é à minha semelhança e não à vossa.

Até podem pesquisar, ver no Youtube, Google mas não vão perceber.

Não vão perceber porque só vivendo.

Ahh é isto! O "isto" só é "isto" quando é vosso.

Não é vosso, torna-se o "isso" ou o "aquilo".

E, antes que continue com esta conversa que não vai a lado nenhum,

Isto é uma música de Popping.

Que me é irresistível. Mais do que isso.

Vão lá perceber.


terça-feira, fevereiro 08, 2011

Já assistiram a alguém esmurrar a si própria?


Eu já.

Ontem.

Quando puxei a roupa da cama, a mão direita escapou-me e veio directa ao lábio superior, que não só deixou à vista um fio de sangue como, hoje, está o triplo do tamanho.

Agora, digam-me como é que vou conseguir sair de casa assim.


domingo, fevereiro 06, 2011

O Jedi deu-me uma grande ideia


Não sei se é grande mas estou para aqui a rir sozinha.

Tenho que me lembrar mais dos meus colegas bloggers.

Se o autorizar, o primeiro post sai dedicado a ele.

Estamos à espera, Jedi!

Não se iludam. Esta vai ali para a terceira categoria.

A propósito do Black Swan,

*Foto: Ballerina Project


Após meses e meses de ausência, este Sábado voltei a calçar as pontas e só tenho a dizer:

Aaaaiiiii! Aaaaaiiiiiiiiiii! Aaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiii!

Mas é tão bonitinho.

**Fofas,

Prometo não vos abandonar tão cedo mas, por favor, sejam misericordiosas.


Isto dos I Can Read, Post Secret e afins é muito giro

Mas, claramente, esta gente não tem noção do que é e quão ambígua é a saudade.

quinta-feira, fevereiro 03, 2011

Work in progress, sim, sim, vão acreditanto nisso


Não se admirem. Ando a fazer pequenas remodelações no blogue e no template.

Só que não tenho qualquer jeito para isto. (É com esta que um alto, charmoso e musculado informático aparece para me salvar e dou um ar de gaja/donzela in distress ao blogue.)

Dos sei lá quantos templates e fundos que tive, recordo os rebuçados com saudade.

Por outro lado, os quase 30 + 2 já exigem uma coisa mais crescida.

Não sei.

Aceitam-se sugestões.

Pensei em colocar o King-kong no cabeçalho.

A combinar com o estado da minha vida.

Não perceberam?

A vida é macaca, pá. (Não sei onde vou buscar estes leitores.)

Adiante, donzela loira também não faz o meu género.

Aceitam-se sugestões.

Já fiz algumas mudanças no conteúdo.

Não do cérebro (Era bom, não era?).

Giro, giro seria mudar-me para o Rio e ter um template à altura. À maneira!

Aqui, só me lembro de alcatrão.

Alcatrão e King Kong.

Isto não era um blogue de gente crescida?

Era, era.

Vou fazer o almoço.

Até já.

terça-feira, fevereiro 01, 2011

Alexandra e a coninhas* que há em mim


*Há uma primeira vez para tudo, até para utilizar esta expressão.

Estou para aqui num vai não vai, ai que é desta que começo a investigar à séria um trabalho que me seja ofertado, lá no outro continente onde o então Presidente Itamar Franco carnavaleou ao lado da moça sem cuecas.

É o costume. Seguro-me porque sei que se for não volto. Seguro-me porque sou uma verdadeira coninhas. O que vou deixar para trás, a família, amigos, etc.

Entretanto, dêem-me um segundo, já que acabo de deixar cair o tomate da tosta que confeccionei para o repasto do meio-dia (Boa cozinheira mas ninguém disse que era rápida.) mesmo em cheio em cima do teclado do computador. Este é novo mas já viu e provou de tudo.

Porquê o Rio? Em que blogues têm andado? É preciso dizer muito? Cidade maravilhosa? Homens musculados? Água de côco? Fantasiar com a Mónica Marques?

Sejamos sinceros. (Ah, teclado limpo mas com nódoa duvidosa.)

Portugal é óptimo.

Adoro o meu país.

O único problema de Portugal, bem, o único problema de Portugal são os portugueses.

Não se aguentam. Ai a tristeza, ai a saudade, ai que o pensamento positivo fica fechado a cinto de castidade, no século XIV, para não mais voltar.

Isso e o Inverno. Cá, o Inverno frio. E isso, caros irmãos zucas, não é chique. É uma merda.

Depois, vem a advocacia.

Quer dizer, não vem.

Estou farta, fartinha até ao tutano.

A minha até é fixe, com os meus clientes incertos que pagam só quando lhes apetece mas, depois, vêm os amigos. Os amigos acham um desperdício. Que devia voltar para uma sociedade. De preferência, para uma grande como aquelas onde já trabalhei. E não há saco. Não há saco para essa gente que esqueceu a ética profissional e o significado de produtividade no travesseiro, de manhã. Não há saco para essa gente que deveria aprender a gerir capital humano e as vantagens de um bom ambiente de trabalho e não há saco para o capital humano que não é verdadeiramente capital, visto que entende que bom profissional é o que engonha durante o dia e depois fica a trabalhar até altas horas para fazer bonitinho.

Daí que sonhe em ser feliz numa terra de sol que me encantou. Daí, entenda que, já que nem um cão consigo por cá, emigrarei para arranjar um gato bem cachorrão no calçadão da praia do Leblon.

Daí que sou uma coninhas da pior espécie, já que, ao invés de arregaçar as mangas, estou para aqui a escrever este texto e a lamentar-me das forças que me falham.

Coninhas e tuga.

Depois, admirem-se que perca a paciência comigo.

Entretanto, a tosta estava óptima. Talvez, com falta de tomate.

Outra coisa, fashionistas da H&M, Zara e Primark, chorem.

Minha alma canta
Vejo o Rio de Janeiro
Estou morrendo de saudade
Rio, teu mar, praias sem fim
Rio, você foi feito pra mim