
É um fofo, um querido e tem muitas meninas à volta. O Renatinho, de vinte anos (um bébé inocente), foi à procura de um sonho. Aliás, a família até desconhecia que o objectivo da ida a NY não seria participar num desfile. Desconhecia quem organizou a viagem, quem o acompanhava, que merda, desconhecia quem lhe pagava as contas.
Pelo menos, têm sido as tormentas, as grandes preocupações que a família e os que o rodeavam tentam passar. O povo incluído. Fóruns, discussões e coitado do miúdo (gandulo?) que foi atrás de um sonho.
Se o meu Renatinho espancou, mutilou e matou uma pessoa não interessa. O que interessa é não ser rabeta, que se salve uma família disso! O horror!
Bem, pelo menos lá pôs o seu rabinho a salvo.
Ou não.
Vá lá, não escolheste um estado com pena de morte. Estiveste bem, miúdo.
Penitenciária é penitenciária em todo o lugar, Renatinho.
E há coisas que presidiários detestam e para tal têm códigos de honra: assassinos. Por outro lado, nenhum presidiário resiste a um bom rabinho com pele de bébé.
És macho, Renato! Se tu o dizes...Bem sei que não é assunto sobre o qual me debruce neste foro mas juro que não aguento mais. Gente medíocre, paladina da virilidade de um jovem porque não chamar-lhe púbere e inocente, que ignora um acto tão monstruoso como o de matar -MATAR, só não vos mando morrer longe porque seria igual a vós. Que enfastiante seria, não acham? Eu também.ADENDA: Está tudo muito bem, só falta a palavra nojo. Nojo. Já está. Obrigada.