terça-feira, abril 20, 2010

Já sei, já sei

Não escrevo há tempos, tenho uma extensa lista de assuntos pendentes (com relevância histórica e nacional), mas deixo-vos um dos meus professores favoritos que está a competir naquele programa que anda de boca em boca.



Vasco, és o maior!

Rita Spider e Tiffanie, vocês também!

E, pronto, é assim, parafraseando qualquer tuga nas duas expressões mais "carismáticas" de Portugal.

Daqui a umas horas, lá estou eu, a ter aulas com o Vasco.

Roam-se.

Dançar é ou não "quelque chose"?

sexta-feira, abril 09, 2010

Ups, I did it again...


Lá vou eu voltar às sapatilhas amanhã.

Adeus crateras no rabo.

Adeus barriga.

Adeus tricep inexistente.

Adeus postura de macaco.

Adeus dedos de fora das sandálias e unhas apresentáveis.

Adeus vida pessoal.

Yupiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!

Foto: Bailarina Project, tirada na fábrica da Capezio em NY. O que vêem no chão são restos de material com que se fabricam as sapatilhas de pontas.

Chinese People


Parem de atacar o blogue!

Além disso, bloggers, HELP, I NEED SOMEBODY, não sei o que se passou com o meu blogue mas, desde os posts do ano passado aos mais antigos, desapareceram TODOS os comentários.

É um espólio que desvanece.

Ainda não chorei mas estou quase.

Vocês, leitores, escreviam tantas parvoíces quanto eu...

terça-feira, abril 06, 2010

Agora que já passou o burburinho, o entusiasmo, o frisson




Posso confessar que tenho para mim a Moda Lisboa como tinha a passeata em frente ao restaurante do Paulo China na Marina de Vilamoura, em Agosto, aqui há uns anos.

Ok, ou jantar no dito restaurante.

Ou... I made my point.



(Fotos seleccionadas ao acaso)

quinta-feira, abril 01, 2010

"O mundo das vendas é fascinante" ou "Sinceramente, não sei o que vêm ou projectam em mim"


"Olá, boa noite. Tenho um vestido de noiva para venda. Aceita uma troca por 5 bikinis?

Obrigado"

quarta-feira, março 31, 2010

Ora, vamos ter cá uma conversinha...


Segunda-feira, faço trinta e um anos. Ouviram bem? Trinta e um. Trinta e um. Trinta e um.

Durante o dia, estarei liminarmente ocupada no Spa do Wellness para um tratamento intensivo a sei lá o quê, que vai desde as algas às pedras quentes, ao chocolate, à cromoterapia e ao negão gostoso.

Durante esse período de tempo, ninguém, repito, ninguém tem autorização para incomodar-me.

Para telefonar.

Para enviar cartões de felicitação. (A não ser choco-telegramas.)

Para fazer sinais de fumo.

Ousem sequer felicitar-me do que for.

Não é pelos trinta e um. (Já toda a gente sabe que estou para as curvas, não necessito de recordar-vos.)

É pelo ano de porcaria.

Portanto, esse dia é O meu dia.

Dia de estar em paz comigo própria.

Dia de paparicar-me.

Dia de substituir, às escondidas, o chá por Macallan com muitos anos, quase tantos quanto eu.

Dia de enfrascar-me com o dito, enquanto a minha pele é envolta por uma matéria viscosa e peçonhenta com cheiro a peixe.

Durante largas horas.

Fossem todos assim.

É, não é?

Espero que compreendam.

Estamos falados, sim?

PS - Listas de aniversário aqui, aqui e aqui.

terça-feira, março 30, 2010

Então, como é?

Ainda vou a tempo de me candidatar ao Super Bock Blog Awards?


(Enfastiadamente, pela enésima vez) Pequenotes e pequenotas,


Ajudem aqui numa dúvida.

Quando entram no blogue existe algum sistema de controlo que vos impeça de visualizá-lo, se não possuírem uma subscrição paga?

Alguma senha?

Alguma promoção "Subscreva por doze meses, pela módica quantia de €250,00 e ganhe o 13º mês"?

Alguma indicação que, de alguma forma, esteja limitada ao vosso escrutínio?

Isto é, economicamente?

À força?

Dever constitucional de vos educar?

Dever social de vos educar?

Mais uma vez, o meu rendimento depende de vocês por via directa ou indirecta do blogue?

Não?

Nada parecido?

Então, sendo assim, não têm nada que se queixar e vomitar "o post está uma porcaria, gosto mais daqueles em que me rio."

Pior ainda se a única coisa que produzem (de escrita ou o que for) é abrir a boca para dizer cocó.

Sim, isso mesmo. Cocó. Críticos da tanga, aqueles que gostam de abusar da palavra "F" , do "Lol " (Nada contra, se for pontualmente empregue.) e das maneiras javardas, ainda assim como se fosse o último chique da Bairrada.

A blogosfera é ilimitada.

Ou pelo menos gigante.

Saiam e busquem a vossa felicidade noutro sítio.

NOUTRO.

Não percam mais tempo.

Tornem-se úteis.

Possuem algum reflexo idiota de aceder à página mesmo que não queiram/gostem ou à espera que um dia melhore? Deixem que vos esclareça: Isso é estúpido! Muito, muito estúpido! Não vai acontecer!

Mais que não seja por não sabermos o que acontecerá no minuto seguinte. Bem vos cai um andaime em cima e a última coisa que fizeram foi ler o meu aborrecido post (tendo reclamado ou não).

Chatinho não é?

Ide.

(Sou tão fofinha)

sexta-feira, março 26, 2010

Não há como não gostar do i can read


Oficialmente, o tempo de fazer asneiras acabou. Nem que seja com a vinda da Primavera, que isto das temperaturas ajudam sempre aqui para os lados, ainda não se vêem mas aguardo os quarenta com veemência e a levantar o rabo da cadeira.
The time starts today, assim como quem ouve a gritar "1, 2, 3... Já está a contar!"
Vamos lá acertar nos botões certos, miúda.
Boa sorte.

quinta-feira, março 25, 2010

Constatações


Estou para a tesão das palavras como os mosquitos estão para as lâmpadas.


Com isto não me refiro de forma alguma a dirty talk, ok?

quarta-feira, março 24, 2010

Aviso


Não, não vou contar-vos o meu primeiro dia de matraquilhos e muito menos porque estou a usar esta pala no olho.
Parece-me que, amanhã, regressarei à dança.

Já vos tinha dito que sou óptima à defesa?




Por razões que aqui não interessam, desde o início do mês tenho feito uma pausa à dança.
Pausa, comme si comme ça, na verdade, foi pausa da academia que frequentava, tenho feito aulas noutra, ainda não encheram uma mão o número de vezes que lá pus os pés.

Não por não gostar, é arejada, bom espírito, boa onda, aulas diferentes, professores diferentes (até moços giros tem, notem bem) e para um carneiro tudo o que é diferente e novidade é visto sempre com muitos bons olhos.
Já sei, um mês sem fazer nada é mais que suficiente para perder o trabalho de um ano, o largar a academia que frequentava é perder outro tanto. Ballet, então, para sumir do corpo...
Agora, afastada, reparo que estou a entrar naquela fase limite. Aquela fase em que algo corre o risco de se transformar num martírio e que muito dificilmente voltarei a pegar-lhe, se não tomar imediatamente medidas drásticas.

Sábado, fui lá, participar na festa surpresa e cantar os parabéns a uma amiga.

Foi aí que apercebi-me. Era o dia da estopada de ballet. Ballet I, ballet II, aula de pontas e Musicais (fora as aulas da manhã que já nem participava). Estavam lá todos, a rigor, de sapatilhas. Gostei muito de os rever. Vontade de fazer a aula? Nervoso miúdinho por ser o dia de ballet e eu não estar a fazer? Nada. Nada mesmo. Parece que já não pertenço e digo isto sem mágua ou pena.

Se, no início do mês, as saudades foram muitas, já não me imagino a fazer pirouettes ou piqués por aquele estúdio.

Isto tudo, caríssimos, para informar que amanhã é dia de novos voos e de iniciar um novo desporto, totalmente diferente mas não menos fisicamente exigente, aliciante e vibrante.

Verdade.

Tudo na vida tem um fim, um início (quem sou eu para filosofias baratas) ou uma evoluição, quanto mais não seja, como neste caso.

Sendo assim, minha gente,

Matraquilhos, aqui vou eu!

Fotos: Ballerina Project, a última fotografada na fábrica da Capezio.

segunda-feira, março 22, 2010

Eu nem quero explorar aqui a imagem do Alfaiate


Mas vamos a votos, meninas (e meninos com bom gosto e tendências para a pilinha), o que escolheriam?

a)



b)


*Só criatividade por estas bandas. Muita.

O que tenho mais gostado ultimamente na blogosfera e mais tem divertido


É ver o mulherio a babar por qualquer coisa escrita pelo Alfaiate, a torcer-se de prazer pelas fotos tiradas pelo Alfaiate, a suspirar pelas fotos do Alfaiate, a deleitar-se com a samarra do pai do Alfaiate, a desejar o cachecol postado pelo Alfaiate, a derreter-se pelo sorriso do Alfaiate, a sorrir com os espirros do Alfaiate, a comover-se com os sentimentos postos a nú pelo Alfaiate, a idolatrar a humanidade do Alfaiate, a ter compaixão pelos defeitos do Alfaiate (tão humanos e irresistíveis), a não falar de outra coisa a não ser os pullovers do Alfaiate, a apaixonar-se pelo sentido estético do Alfaiate, a (novamente) babar pela capacidade lírica do Alfaiate, pela beleza das palavras do Alfaiate, pela beleza do rosto do Alfaiate...

Ok, eu incluída.



sexta-feira, março 19, 2010

Esgotados os prémios dos primeiros comentários,


É melhor começar a pensar num prémio de consolação, para as centenas de comentários que se seguirão.

Não é bem dos sentimentais que preciso mas


Aproveitando o divã, alguém sabe aconselhar-me onde posso gritar qualquer coisa ao mundo sem consequências?

Desde já, excluo:
- O blogue;
- O Facebook;
- A janela do meu quarto;
- O telefone do escritório;
- O metro do Saldanha na hora de ponta;
- A casa da minha vizinha. É surda mas escuso de estoirar-lhe o aparelho auditivo a toda a hora.
Tentarei o Twitter? Não lhe dei grande atenção, foi um filho que brotei no mundo mas deixei morrer à fome, qual bonsai que sacrifiquei para ganhar a mota do Portugal Radical. Aquilo precisa de seguidores, certo? É que para gritar ao mundo é preciso que o mundo exista. Posso contratá-los assim como se fossem figurantes de um anúncio comercial?

Enviem as vossas sugestões para esta caixa de comentários. Os primeiros dez comentários receberão parte da torrada que digeri ao pequeno almoço e está em leilão no Ebay. O vencedor ganhará o título de "O leitor mais fófinho da Alexandra".
De que estão à espera? As minhas palpitantes cordas vocais agradecem.


*Foto: Ballerina Project

terça-feira, março 16, 2010

E se eu quisesse ser muito porca (gaja)


Confidenciar-vos-ia que, durante as arrumações, só em calçado de Verão (excluindo o de praia, ié, colecção de Havaianas e restante chinelada) contabilizei com mais e mais e mais de meia centena de pares.

O que vale é que não sou nada gaja (porca).

E o meu pai sequer pode sonhar com esta informação... Ouviram? Sequer sonhar!

Hoje ainda não falei mal do meu Walking Closet


Mas acabei de dar uma cabeçada numa peça de mobília.

*Foto: Ballerina Project

Entendo que Deus esteja a querer passar-me uma mensagem


Quando sonho com os empregados "gays mais hype não há" da Blue Man, ali na Visconde de Pirajá.