segunda-feira, dezembro 29, 2008

Mais um post sobre dança... ou quase!

Neste Sábado à tarde, impus-me descanso absoluto, pela gripe que assola o país e que também me assolou e pelos meses de labuta sem um único dia de pausa.

Basicamente, isso quereria dizer apenas três coisas: cama ou sofá, comando da tv. e litradas de chá a acompanhar os bolos do Natal.

Dei por mim já estava em frente ao p.c.. No meio das promessas de não trabalhar, encontrei esta pérola.

Nunca gostei de Coca-Cola, a não ser se lhe retirasse todo o gás. No entanto, esta música fazia-me desejar gostar de Coca-Cola. 1986/1987. Nesta altura, passava ainda o mítico Fame. Ainda hoje adoro ouvir e assistir a este anúncio.

1986/1987... Recordo-me tão bem...

O anúncio da Coca-Cola na tv., a mini Alexa feliz, a dançar pela sala, em cima dos sofás, "...dançar, cantar... Sentir a emoção de uma Coca-Cola... sensação de..."

E, toma. No meio do entusiasmo, pontapé na esquina do sofá e dedo mindinho esquerdo partido.

12 comentários:

pensamentosametro disse...

Lembro-me perfeitamente alexandra. A dança, paixão antiga, uma das poucas coisas de que desisti na vida, não se pode ter tudo. Ainda hoje me custa pensar que desisti.


As melhoras do dedo.

Bjos


Tita

Alexandra disse...

Tita,

O dedo foi partido naquela altura. Se não me engano, 1987.

A dor foi muita, a vergonha ainda maior, pelo que não contei nada a ninguém.

Hoje o meu dedo é estático mas continuo a querer saltar pela sala, quando oiço a voz da Nucha nesta preciosidade.

Pepper disse...

Eu adoro esse anúncio! :)

Mr X disse...

Coca Cola sem gás chama-se Pepsi... ou Spur Cola...
:)
Ou mesmo a melhor de todas, a Canada Dry.
Mas antes isso do que seres apanhada com a raquete de tenis a fazer de guitarra e óculos escuros na tola em pleno quarto semi-escuro. Esquecia-me que o meu playback, com os phones colados na cabeça, ouvia-se cá fora...

Alexandra disse...

Tita,

Quanto à dança, nunca é tarde.

Em vez de pensares na perspectiva profissional, pensa na recompensa em termos pessoais.

Faz bem à alma e damos por nós a fazer coisas que já não imaginaríamos.

A não ser que existam estados físicos especiais, os entraves estão apenas na nossa cabeça.

Beijinhos e pensa "Why not?!"

Alexandra disse...

Pepper,

:-)

Mr. X.,

Eu tenho dessas a toda a hora... E o disfarçar o indisfarçável?

Naquele dia estava na sala de porta encostada. Fui almoçar com outra cara...

pensamentosametro disse...

X, tinhas que falar na Canada Dry, coisa de gajos velhos como nós, ahahahah. Alexandra de toda a maneira as melhoras do dedo, ahahaha, pintas os teus textos de tanta cor que para mim são sempre presentes. Já fiz hip hop, aqui na minha ruralidade do coração e quase todas as aulas tinha vontade de enfiar a mau na caa das pitas que tinham semre uma boquinha estúpida para atirar, desisti, não por conta delas mas por conta dos horários. Agora dançar é semrpe opção de manhã à tarde e à noite tipo xarope par aa tosse até no carro e na bicha da caixa do supermercado.


Bjos


Tita

Jedi Master Atomic disse...

loooool

Afinal não mudaste assim tanto. Continuas desajeitada :P

Alexandra disse...

Tita,

Também tenho miúdas do liceu que passam o tempo com risinhos estúpidos na aula de Hip Hop. Mas e essas nem o professor acha graça.

Jedi Mini,

Ajeitada. Muito ajeitada.

Lita disse...

Espectacular, já quase não me lembrava deste! Fez-me sorrir! E eu que não gosto de Coca-Cola!

Flyer disse...

Sempre gostei de "água suja do imperialismo americano". Ainda hoje é assim que encomendo este tipo de “droga legalizada” em qualquer estabelecimento comercial do ramo alimentar!

Desde muito cedo, fui uma vitima de castigos repetidos por retirar constantemente o “gasoso” das garrafas de “tota-tola”! A minha adição por este néctar corrosivo, levou-me a desenvolver uma forma (muito própria) de conseguir arrotar em vários tons a cada golo deste líquido, excelente para polir carros. A perfeição atingida foi tal, que ainda hoje consigo recriar esta forma de arte na total perfeição.

Também desenvolvi uma estratégia infalível para minorar a dor física e psicológica (calduços e castigos inofensivos) infligidos pelas constates infracções disciplinares caseiras. A estratégia consistia em deixar escapar o “gasoso” (à socapa) durante toda a noite e sorver uma garrafa inteira (“litrada e meia”) durante o dia seguinte, tendo sempre em conta a hora de chegada da carrasca-mor (mãezinha querida), evitando a reprimenda instrutiva resultante da falta de gasoso nas garrafitas … LOL

Am I, stupid???… or… am I, a brilliant genius????

Alexandra disse...

Lita,

Nem eu!

Flyer,

Partilhaste coisas a mais! Arrotar num blogue de menina, onde já se viu?!