terça-feira, janeiro 26, 2016

Amor com amor se paga III

Lembram-se deste post?

O meu irmão farta-se de viajar. Muito por razões profissionais mas a lazer ainda faz cerca de umas oito a doze viagens por ano, a cada sítio mais invejável do que outro.

Esta semana, está nos Alpes Suíços, como já vem a ser prática durante esta altura do ano.

Hoje, de manhã, não resisti e publiquei no Instagram uma foto ilustrativa da maravilha de tempo que me acolheu quando fui à rua com a Cacau e que se segue:




O magano não soube abster-se e comentou do seguinte modo:





Ora, logo eu, que adoro viajar mas sou uma desgraçada e não o faço há quinhentos anos.

Simpático, não acham?

O que vale é que também sei ser espectacular.

Enquanto o meu irmão goza os prazeres da neve selecta, eu, Alexandra do Leite Condensado, depois das aulas de dança ao final do dia, ainda apanhei o metro no sentido inverso, fui à casa dele, desfrutei da vista maravilhosa enquanto bebericava o vinho da garrafa mais cara que encontrei na garrafeira e, antes de vir embora e ter deixado tudo como estava, fiz questão de despejar cuidadosamente um frasco de pó de comichão dentro da gaveta dos boxers, não fosse ele recordar o episódio em cima apontado e precaver-se de alguma forma.

Regressei à minha casa e ainda enviei-lhe uma mensagem fofinha a dizer para não gastar dinheiro em presentes e/ou chocolates para me oferecer, que não fosse perder tempo e aproveitasse antes bem as férias.

Agora, digam-me. Há como não adorar-me?

sábado, outubro 31, 2015

Posso oferecer-lhe um presente?



A ideia foi de um blogue brasileiro mas achei o máximo e acho que poderíamos fazer o mesmo por cá.

Normalmente, doamos roupas, mantas, sacos-de-cama mas ninguém se lembra de doar este tipo de coisas, que também fazem muita falta e dão alguma dignidade às mulheres sem-abrigo. É um pequeno mimo.

O que é preciso:

- Uma mala que já não usemos e colocar nela:
- Escova e pasta de dentes;
- Escova de cabelo;
- Desodorizante;
- Pensos higiénicos;
- Lenços de papel e/ou toalhetes;
- Muda de cuecas e soutien (Novos);
- Um batom (Fica ao vosso critério mas até os de cieiro com ou sem cor fazem falta no Inverno)
- Alguns mimos extra (Perfume, bijutaria, luvas, cachecol, creme de mãos, etc.).

A ideia também pode ser usada para o masculino:

- Uma bolsa (necessaire ou outra) ou um saco tipo canvas;
- Escova e pasta de dentes;
- Escova/pente de cabelo;
- Desodorizante;
- Gilette, espuma de barbear, aftershave;
- Lenços de papel e/ou toalhetes;
- Muda de cuecas/boxers;
- Luvas/ lenço /cachecol / gravata, etc (porque não? a ideia é mesmo oferecer um mimo).

Abordar a pessoa na rua e perguntar se pode oferecer um presente. 

Em alternativa, podem contactar-me para o email do blogue ou enviarem-me mensagem privada na página do Facebook, para que possa recolher os artigos e organizar uma entrega.

Disponibilizo-me para fazer a recolha e a distribuição em Lisboa. Voluntários precisam-se para outras zonas do país.
Noto que ainda não vos respondi às mensagens privadas (enviadas depois de ter publicado o apelo no Facebook) mas estou aqui a cozinhar ideias e a reunir tropas para ver se conseguimos levar isto um pouco além. Vamos ver!

De qualquer forma, informo-vos que entreguei hoje as minhas malas. Isto seria espectacular se conseguíssemos reunir esforços e ter grandes resultados mas não descarto o simples gesto de verem em casa o que têm, ir à rua e entregar a alguém. Assim, sem "alarido". É só abordar a pessoa, pedir licença e perguntar-lhe se lhe pode oferecer um presente. 
Estamos a dar pouco mas a receber muito, acreditem. ;)

sábado, outubro 24, 2015

Toc... Toc. Toc, toc!





Aquele momento em que fazes uma piada inteligente e ninguém percebe.

sexta-feira, outubro 23, 2015

Acerca dos resultados



Tenho uma revolução dentro de mim!

#nuncamaisvoujantaraumPaquistanês

Eterna miúda





Ontem, ao sair da academia, um senhor da minha idade deu-me 18 anos e ficou muito surpreendido quando lhe revelaram que tenho 36 (Juro que nem ia vestida à pita ou sequer ia desportiva. Pelo contrário. Até saltos usava. A única diferença é que saí com o coque ainda feito.)
Posto isto:

1 - Eu sei que as pessoas quando pensam no Ballet imaginam crianças doces e fofinhas, de maillot e tutu cor-de-rosa, mas dá para avançar um pouco a mentalidade e perceber que um adulto pode dançar, tal como jogar futebol, correr, fazer ginásio, nadar, etc?

2 - Há gente mesmo míope à noite. Que medo! Vou passar a atravessar aquela estrada com muito mais cuidado!

segunda-feira, agosto 03, 2015




Ainda não vos disse mas ganhei uma filha adoptiva.

Quer dizer, não o é oficialmente nem poderá ser mas, caramba, é como se fosse. Ela chama-me de mãe às escondidas.

Esta menina salvou-me. Ajudou-me (Mal ela imagina.) a dar um passo muito importante. Quando ela pensa que sou eu que a ajudo e que a percebi logo completamente, quando ninguém reparou, e estendi a mão, quando ninguém pensaria que fosse necessário, foi ela que me inspirou e ajudou muito.

Cheguei finalmente a um ponto em que posso dizer "A minha vida já tem efectivamente um sentido. A minha existência já arranjou uma justificação." 

Não que nunca tivesse ajudado alguém ou já não tivesse feito a diferença. Felizmente já o fiz mas agora é tão diferente.

É minha filha. Só nós sabemos. Acordo e deito-me a pensar nela. Escreve-me cartas, oferece-me mimos. Chama-me de mãe. Escreve-me a dizer que eu seria a melhor mãe do mundo e como gostaria que fosse sua. Não é a filha que toda a gente gostaria de ter, é verdade. Os problemas são muito pesados. (É sim. Quem me dera que fosse minha.) Mas é a melhor menina do mundo, com um coração gigante, absolutamente linda por dentro e por fora e só é uma grande pena que não se veja assim e se afunde nela própria. Mas verá. A adolescência pode ser um fardo bem pesado e o passado também mas verá. Nem que para isso eu tenha de mover mundos e fundos.

quarta-feira, julho 15, 2015

Então e os espectáculos?



Ainda não consigo explicar muito bem.

Por um lado, aquele querer muito fazer tudo bem, a pensar no Miguel. Sentia que lhe devia isso.

Por outro, um ambiente absolutamente contagiante. Tão diferente. Tão melhor do que os últimos que recordo de lá, daquela outra escola. Tantas pessoas fantásticas, muito boa dança, muita qualidade. Muitas palavras amigas, muitas de incentivo. Muita amizade. Nada de rivalidades e falsidades. Tenho os melhores colegas do mundo e os professores também. 

Ainda assim, como alguém disse, "O Miguel é o Miguel." 

Espero ter levado um pouco dele para o palco.

Um ambiente tão diferente, o palco que não é o mesmo, as pessoas que são outras e ainda assim, parecia que ele estava ali, orgulhoso, à espera de ver alma e tudo em Full Out, emocionado com o nosso trabalho. Os meus olhos ainda juram que o viram, na plateia, de pé, com as lágrimas a aparecerem. Tal como o recordo dos espectáculos.

Eu sei que estes textos são uma seca para vocês e que muitos nem se dão ao trabalho de lê-los na diagonal mas é por isso que adoro o meu blogue. Não devo nada a ninguém. Posso ser quem eu quiser e, mais importante, posso ser eu. Posso dizer aquelas coisas que mal confidencio com alguém. Ou porque parece parvo, ou lamechas. Aqui, é mesmo assim e só entra quem quer.

Continuando,

Difíceis de explicar estes espectáculos. 

Fiz a minha homenagem mas também bati o pé para homenagear os vivos. Os que me rodeiam agora. Os que se importam e os com quem me importo muito. As minhas filhas adoptivas.

Não vos disse? 

Regressei com uma mão cheia de presentes. Mimos. Uma carta que me fez chorar e a perceber que sou uma influência muito positiva e já contribui para mudar vidas para melhor. Para vidas felizes. Se efectivamente consegui o que foi escrito naquela carta, a minha vida já teve um propósito e, afinal, tudo o que questionava nos últimos anos passou a ter um sentido.

Foi de tal forma que, no dia seguinte, decidi que era tempo de ajudar-me e dei o passo que já deveria ter dado nos últimos seis anos.

Difíceis de explicar estes espectáculos. Estava tão cansada e tudo estava enevoado mas estes foram os espectáculos mais felizes e envolvidos em amizade e ternura que já fiz.

Talvez seja a despedida. Quem sabe. Só o futuro o dirá.

Se for, é em grande.

segunda-feira, julho 06, 2015

O mural do meu perfil pessoal do Facebook é mais cómico do que o vosso III

Os meus amigos do Facebook viajam na maionese.

Este é fã da Ivete Sangalo. (E de todas as teorias da conspiração que possam imaginar.)


Todos comigo: "Poeiraaaaaaaaaaaaa! Poeiraaaaaaaaaaaaaaa! Poeiraaa... Levantou poeiraa!"

domingo, julho 05, 2015

Iluminações trintonas, ié, parece que a terra continua a querer tocar na lua



Acabaram de mostrar-me esta foto do espectáculo do ano passado. Turma de Jazz 2.

Têm uma matrona de trinta e cinco "experientes" anos e o resto tem de vinte e dois para baixo (Sim, uma delas tem quinze.)

Esta era a pose do final da coreografia, que tinha de ser alcançada em 0.0023 milionésimos de segundos, mais certeira do que as flechas do William Tell, sem balançar, sem ajeitar, depois de umas pirouettes.

Observei, observei.

Se estamos todas na posição correcta, com tudo bem colocado e alinhado, se não estamos marrecas, qual a mais certa, qual a que foi mais preguiçosa e... Ahhh! Estou mesmo bem, senão a mais certa!

De peito inchado, faço uma pequena dança da vitória e sorrio com vontade. Os meus vizinhos jurariam que ouviram cantar mas nego tudo.

Depois disto, passa-se àquela análise parva que todas nós fazemos. 

Deixa cá ver se pareço gorda, se estiquei a barriga ao invés de encolher... 

Até que os meus olhos fixaram-se no óbvio.

Pestanejaram.

Dá-se o click.

Vi a luz e atingi o Santo Graal.

Ainda não perceberam?

Rabo da Alexandra: 1
Rabo das miúdas: 0


Se poderia não ser tonta? Poderia mas não era a mesma coisa.

sábado, julho 04, 2015

Aos trinta e seis, ainda não aprendi a lidar com certas coisas. Com esta, lido muito mal. Acho que cada vez pior.

Já tentei tanta coisa e, por mais que tentem ajudar-me, não dá.

Neste momento, estou na fase da negação. Não é verdade. Não pode ser. Não acredito. Para mim, não aconteceu PONTO FINAL. (Assim ficarei por uns bons anos. Vou simplesmente não passar naquela porta e não reparar nas mudanças. Vou imaginar que mesmo antes das 18h00 estás cá fora a fumar um cigarro e a mandar aquecer.)

Também me zango. "Como te atreveste? Está tudo destroçado." "Como tiveste a coragem? Sabes quantas pessoas gostavam de ti e foram de alguma forma marcadas por ti para sempre? O que é que será delas?" "Como te atreveste? Foi tudo sempre tão intenso e não nos deste tempo para crescer e envelhecer a partilhar a mesma história que tu!" "Como te atreveste? Ninguém sabe lidar com isto."

Não sei lidar.

Por isso, (prometo) vou tentando rir e fazer rir mas, pelo caminho, preciso disto.

(Passaram quatro anos mas recordo todas as músicas que utilizaste. Aula de Ballet 2 ao Sábado - Adagio no centro.)

quinta-feira, julho 02, 2015

E agora para aligeirar


Um euro por cada vez que esqueço de pôr um par de cuecas lavado na mochila da dança.

É regressar a casa com aquele ar misteríoso-mas-que-ninguém-irá-adivinhar-de-que-caminho-muito-mais-arejada.




#graçasadeustenhoidodecalças

Não quero dançar

 *Ne me quitte pas - Remake 2009

Difícil esta coisa de ter de dançar e não querer. 

Tudo o que queria ontem e hoje era não ter de dançar. A música começa e não consigo conter as putas das lágrimas, que caem, aos pares, enfurecidas.

Não queria nada dançar. Não quero. Deixem-me no meu canto.

Depois, lembro-me de uma pessoa que sempre ensinou "The show must go on." Literalmente. Acontecesse o que fosse. Continua.

O Ballet tem sido o pior. Raio do piano. As músicas que me trazem as memórias de volta. Odeio-as.

Inicia a música dos pliés e a própria preparação dá cabo de mim. Eu danço. Danço mas com tanta dor.

E os pobres dos meus colegas lá ficaram muito impressionados porque ali estava eu, a dar tudo, de sorriso no rosto e as putas das lágrimas que não paravam de correr pelo rosto.

Eu sei que isto para quem não dança parece parvo mas é mesmo assim. Um mundo todo ele à parte (e especial).

Tudo o que queria era não ter de dançar nestes dias. 

Ai de mim, se o cumprisse. 

Ai de mim que não seria fiel a ti.



P.S.- Neste momento, estou com raiva. A ficha teima em não cair e, simplesmente, não pode ser. Nunca soube lidar com isto, embora já tenha perdido uma quota considerável de pessoas queridas. Não pode ser. Mundo, para, faz marcha atrás e traz tudo de volta.

terça-feira, junho 30, 2015

9 anos


Faz este blogue.

Logo hoje, que é um dia tão triste.

Daqui a uns dias, equacionarei o que são 9 anos.

Agora não.


segunda-feira, junho 29, 2015


Hoje, morreu o meu primeiro professor de dança. 

Aquele que me pôs a dançar Jazz (Eu sabia lá o que era Jazz. O meu corpo só conhecia o Hip Hop.), a fazer coisas mirabolantes com uns saltos altos calçados e não descansou enquanto eu não fosse para o Ballet ("Ballet? Com esta idade?", dizia eu mas lá fui completamente às escuras para uma aula com um ou outro principiante e um bom par de bailarinos russos. Fui atirada aos leões. Adorei.).

Sim, acabei de publicar um post "DEP", na minha página pessoal. Sei que parece parvo, sei que toda a gente goza com isso e o Miguel não vai lê-lo mas, mais importante, é a homenagem pública que faço. Se sempre conversei comigo e com os que não estão ou estão longe através da escrita, faz sentido sim. Seja num papel ou numa rede social.

Tive momentos verdadeiramente espectaculares graças a ele. Outros terríveis também. As confusões nas aulas (e fora delas) levaram-me a mudar de academia. Tardiamente e apenas porque os momentos muito bons foram absurdamente espectaculares e uma pessoa deixa andar, espera sempre que melhore ou se retorne ao antigamente.

Foi uma época tão intensa. Fiz grandes amizades. Fiz também falsas amizades, que se revelaram na pior fase da minha vida. Acima de tudo, aprendi muito. Fui infeliz? Algumas vezes mas ninguém me tira os outros momentos.  Os momentos de felicidade pura. Os momentos de aprendizagem. Aprendi tanto sobre mim. Deixei complexos pelo caminho. Cresci.

Não esquecerei o professor extraordinário que tinha o dom de pôr qualquer pessoa a dançar. Até a mais improvável. O professor absolutamente carismático e apaixonado pela dança que contagiava todos, sem excepção, com essa paixão.

Tanta coisa que nunca irei esquecer. Da minha parte, Miguel, nunca haverá bacalhaus (esticarei sempre os pés, por muito que me doam.), nunca marcarei nada. Será em grande e em Fullout. (Ainda ontem, no meu ensaio de Jazz fartei-me de pensar em ti e nisso.)

O Miguel era uma pessoa desconcertante mas tinha uma estrelinha invejável. Por muita asneira que fizesse, ninguém conseguia não adorá-lo. Zangas haviam muitas e eu, sincera que sou, zanguei-me várias vezes. Poucos foram os que conseguiram permanecer zangados e, felizmente, não fui um deles.

O Miguel tinha o dom de fazer-nos sonhar. De acreditar em nós. "Não consigo é palavra proibida". "Os limites existem na nossa cabeça." "O Ballet é lindo!" (Quando tudo dói.) Tantas vezes que repito essas palavras. A mim e aos outros. Caramba, quanto evoluí graças a isso.

Demasiado cedo. 46 anos.

Daí que este post é um DEP, sim mas é sobretudo uma homenagem pública. Absolutamente necessária e que devo ao Miguel e até aos poucos que, através do blogue, acompanharam todo o meu início e entusiasmo pela dança.

Que todos os momentos e ensinamentos que ficaram gravados na nossa memória se repitam e sejam celebrados cada vez que um aluno teu pise o palco.

Dia 11 ter-te-ei comigo.

5, 6, 7 e 8 Miguel
Muita merda


Facebook, o maior dá palpites, a seguir à minha vizinha de cima


Querido Facebook,

Não quero. Já namorei um e bastou-me.

Querido Facebook,

Estás equivocado. O meu próximo marco é este:

Pode ser na mesma quantidade.


Querido Facebook,

Não quero. Não quero falar de roupas e reviews ou enaltecer as qualidades de um saca-rolhas.



quinta-feira, junho 25, 2015

Canta, filha




Aquelas pessoas que acordam com um alto enorme e cor-de-rosa e dor na testa, encontram uma borbulha (A partir dos 35 é que deu para isso.) e passam a manhã a maldizê-la, para chegar a esta hora e lembrarem-se de que, ontem à noite, enquanto tentavam colocar uma caixa de arrumação na prateleira, a escova de cabelo de cabo de madeira caiu mesmo em cima da testa, com a parte de baixo do cabo a atingir a zona da pobre e injustiçada borbulha, qual bala perdida que uma pessoa só dá por ela depois de sentir a dor perfurante.*

Isto numa perspectiva de exercício de reflexão, claro. Aquelas pessoas porque a minha testa está longe de parecer um campo lunar em alerta vermelho.




* Sem falar no facto de terem perdido boa parte da manhã a fazerem limpezas de pele, máscaras e espremido toda a vitalidade de cada poro que parecia um pouco maior do que um átomo.

segunda-feira, junho 08, 2015

Alexa, a Coach Guru




 Estava aqui a pensar que, se quero voltar a escrever no blogue, tenho de mudar o header.

Sempre fui assim. Preciso de alguma estética "friendly" à minha volta.

Ainda incursei nas habituais pesquisas e tentativas de desenho (que já conhecem). Normalmente, quando tenho esta pancada, fico horas nisso.

Verifico que, efectivamente, não tenho jeito (formação) para tal e o que queria era mesmo algo melhorzinho do que vos tenho oferecido, nestes anos de existência.  #largaopainteophotoescapepá

Não vou contratar ninguém. Neste assunto, sou a maior chata e gosto de ver 29343984958698 tentativas diferentes. Quase ninguém tem paciência para isto e quem a tem cobra mais do que posso pagar.

Pelo exposto, amanhã é outro dia. 

Assim como quem diz "amanhã lembro-me que não costuro, desenho, pinto, surfo, «preencha o rectângulo» há imenso tempo e deveria voltar a fazê-lo". 

Não se queixem. Está aqui um texto semi-motivacional.

Gustavo, filho, qualquer dia apanho-te!