95% da blogosfera, dos amigos e dos colegas estão de dieta.
Defensora da comida saudável, como já sabem, não quero deixar de apoiar a vossa causa, com palavras motivadoras.
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quarta-feira, abril 20, 2011
segunda-feira, abril 11, 2011
sexta-feira, abril 01, 2011
quinta-feira, março 24, 2011
Crise - A solução primordial para resolvê-la; Tudo o que estão à espera de ouvir

Há sensivelmente ano e meio, sexta-feira de manhã, com o calor ainda a marcar pontos em Lisboa, lembrei-me de ir jogar no Euromilhões.
Estive no vai não vai, não por ser idiotice mas, principalmente, por ter quatro euros e pouco mais na carteira, não mais do que isso na conta, o mês a findar, muitas insónias e as contas para pagar.
Sim, naquela altura já sabia muito bem o que era a crise. Não venham cá com tretas, sabia melhor do que grande parte de vós. Crise não é ir para a manifestação da geração à rasca e a seguir para a Moda Lisboa.
Adiante. Tinha um negócio recente, projecto da minha autoria, investimento também apenas meu, que é como quem diz que, naturalmente, tenho a vida "penhorada" no banco. Ou seja, mal ou bem, já não faço parte dessa imensa categoria de portugueses muito acomodados sob o sustento de outrem, ultimamente tão criticada lá fora. (O orgulho - Woooooooo! -Mas falhei, logo tenho muito mais direito aos dias "só me apetece atirar da janela", ok?)
Fiz tudo isso. Estudei o projecto durante um ano e tal, viajei, investiguei, fiz contactos, calculei o risco, dirigi-me ao banco e pedi um empréstimo e, por último, demiti-me do cargo "confortável" de coordenadora do departamento jurídico de um grupo de empresas. ( O nome era pomposo, a responsabilidade muito mais, as regalias nem por isso. Para todos os efeitos, era um trabalho, com contrato, não era mal pago - bem também não - e os sacanas que me davam cabo da cabeça gostavam de mim.). Atirei-me de cabeça, com o risco de ganhar algum ou perder tudo. Sem redes de segurança, sem subsídios, sem grande apoio da família (Estavam contrariados com a opção de largar o emprego "seguro".) Apenas mantive-me na casa dos pais, a fim de minimizar as despesas (O que já foi um suporte considerável, apesar das bocas e pressões constantes para desistir.).
Ora, onde ia? O Euromilhões.
Pois é, o Euromilhões.
Nunca fui muito destas jogatanas - odeio expectativas defraudadas, sobretudo porque sei exactamente o que faria ao dinheiro, ao contrário de muito boa gente. Quando aposto penso sempre no máximo, se é para pedir que saiba pedir, mas houve ali um momento especial.
Um momento especial em que só pensei que os meus quatro euros na carteira não chegariam para pagar a mísera conta da água. Que ganhar essa quantia já me faria tão feliz. Uns singelos vinte euros.
Ali fiquei a matutar, gulosa com a perspectiva, se valeria a pena sacrificar dois euros, isto é, um lanche, um bolo e um chá, por uns almejáveis vinte euros que me pagassem a conta da água. Caramba, se ganhasse a sério, esqueceria a ganância e doaria uma boa parte. Pensei nisto durante todo o dia.
E assim foi, apostei. Dois euros ali na papelaria junto às Amoreiras. Dois euros remanescentes na carteira para fazer durar sabe-se lá até quando.
Dois euros apostados que me renderam os tais vinte euros, sem tirar nem pôr, suficientes para pagar a parca conta da água da loja.
Não esqueço a felicidade, deveras comemorada, imediatamente levantada e entregue à EPAL.
Nas duas semanas seguintes, tentei repetir a proeza. Agora a conta da luz, agora o fornecedor. Em vão.
Até que já não se justificou abdicar do bolo. Abébias não aparecem todos os dias, meus caros.
Ou seja, portugueses do meu coração, esta mensagem é para vós.
Se esperam pelo D. Sebastião, se esqueceram que afinal os juros vão mesmo aumentar, o IVA vai mesmo aumentar, as dores mais ainda e não fazem a mínima como criar riqueza, até porque isso implica um esforço maior, maior do que esperar que a solução caia do céu sem sacrifício, antes joguem no Euromilhões.
Agora, sairá também às terças e com uma estrela a mais.
Eu, bem, eu, ficam já a saber.
Serei a primeira da fila, amanhã. Pode ser que não saiam vinte euros mas o suficiente para iniciar um novo projecto de vida, num país distante. Que me obrigue novamente a arregaçar as mangas à séria.
Se não sair, tenho bom remédio. Arregaço as mangas na mesma e faço-vos um manguito. Nada que já não tenha feito antes.
Beijinho fofinho
Com carinho
Alexandra
P.S. - Dêem os meus cumprimentos ao FMI e invistam em lenços. Vão precisar.
Estive no vai não vai, não por ser idiotice mas, principalmente, por ter quatro euros e pouco mais na carteira, não mais do que isso na conta, o mês a findar, muitas insónias e as contas para pagar.
Sim, naquela altura já sabia muito bem o que era a crise. Não venham cá com tretas, sabia melhor do que grande parte de vós. Crise não é ir para a manifestação da geração à rasca e a seguir para a Moda Lisboa.
Adiante. Tinha um negócio recente, projecto da minha autoria, investimento também apenas meu, que é como quem diz que, naturalmente, tenho a vida "penhorada" no banco. Ou seja, mal ou bem, já não faço parte dessa imensa categoria de portugueses muito acomodados sob o sustento de outrem, ultimamente tão criticada lá fora. (O orgulho - Woooooooo! -Mas falhei, logo tenho muito mais direito aos dias "só me apetece atirar da janela", ok?)
Fiz tudo isso. Estudei o projecto durante um ano e tal, viajei, investiguei, fiz contactos, calculei o risco, dirigi-me ao banco e pedi um empréstimo e, por último, demiti-me do cargo "confortável" de coordenadora do departamento jurídico de um grupo de empresas. ( O nome era pomposo, a responsabilidade muito mais, as regalias nem por isso. Para todos os efeitos, era um trabalho, com contrato, não era mal pago - bem também não - e os sacanas que me davam cabo da cabeça gostavam de mim.). Atirei-me de cabeça, com o risco de ganhar algum ou perder tudo. Sem redes de segurança, sem subsídios, sem grande apoio da família (Estavam contrariados com a opção de largar o emprego "seguro".) Apenas mantive-me na casa dos pais, a fim de minimizar as despesas (O que já foi um suporte considerável, apesar das bocas e pressões constantes para desistir.).
Ora, onde ia? O Euromilhões.
Pois é, o Euromilhões.
Nunca fui muito destas jogatanas - odeio expectativas defraudadas, sobretudo porque sei exactamente o que faria ao dinheiro, ao contrário de muito boa gente. Quando aposto penso sempre no máximo, se é para pedir que saiba pedir, mas houve ali um momento especial.
Um momento especial em que só pensei que os meus quatro euros na carteira não chegariam para pagar a mísera conta da água. Que ganhar essa quantia já me faria tão feliz. Uns singelos vinte euros.
Ali fiquei a matutar, gulosa com a perspectiva, se valeria a pena sacrificar dois euros, isto é, um lanche, um bolo e um chá, por uns almejáveis vinte euros que me pagassem a conta da água. Caramba, se ganhasse a sério, esqueceria a ganância e doaria uma boa parte. Pensei nisto durante todo o dia.
E assim foi, apostei. Dois euros ali na papelaria junto às Amoreiras. Dois euros remanescentes na carteira para fazer durar sabe-se lá até quando.
Dois euros apostados que me renderam os tais vinte euros, sem tirar nem pôr, suficientes para pagar a parca conta da água da loja.
Não esqueço a felicidade, deveras comemorada, imediatamente levantada e entregue à EPAL.
Nas duas semanas seguintes, tentei repetir a proeza. Agora a conta da luz, agora o fornecedor. Em vão.
Até que já não se justificou abdicar do bolo. Abébias não aparecem todos os dias, meus caros.
Ou seja, portugueses do meu coração, esta mensagem é para vós.
Se esperam pelo D. Sebastião, se esqueceram que afinal os juros vão mesmo aumentar, o IVA vai mesmo aumentar, as dores mais ainda e não fazem a mínima como criar riqueza, até porque isso implica um esforço maior, maior do que esperar que a solução caia do céu sem sacrifício, antes joguem no Euromilhões.
Agora, sairá também às terças e com uma estrela a mais.
Eu, bem, eu, ficam já a saber.
Serei a primeira da fila, amanhã. Pode ser que não saiam vinte euros mas o suficiente para iniciar um novo projecto de vida, num país distante. Que me obrigue novamente a arregaçar as mangas à séria.
Se não sair, tenho bom remédio. Arregaço as mangas na mesma e faço-vos um manguito. Nada que já não tenha feito antes.
Beijinho fofinho
Com carinho
Alexandra
P.S. - Dêem os meus cumprimentos ao FMI e invistam em lenços. Vão precisar.
Hic
segunda-feira, março 14, 2011
segunda-feira, março 07, 2011
sexta-feira, março 04, 2011
Como deitar achas na fogueira, o post do Piston ou o essencial é invisível aos olhos

E vomito cada vez que vejo uma citação do Principezinho.
Leitores burros (com carinho)...
Ali, os objectivos são três:
1 - O vídeo do Petrilude - sou maió fã!
2 - A foto que é a maior espicaçadela e deveria pôr o menino a pensar.
3 - Demonstrar aos(às) leitores(as) que o bicho muito ladra, mau para aqui, insensível para ali, cocó para acolá mas é um fofo. Tal como o Jedi. Cada um, nerd e especial à sua maneira. São cordeirinhos à espera de quem dê beijinho e cuide deles para a vida.
Senhoras, esqueçam os ciúmes.
Já vos revelei o segredo.
O coração do Piston é tomado por qualquer blogger que siga Direito.
Agora ide.
Ide, com estas informações preciosas, tirar o curso, que já só são três anos. (Dizem eles.)
E o meu, bem, o meu coraçanito toda a gente sabe.
Pertence aos
Leitores burros (com carinho)...
Ali, os objectivos são três:
1 - O vídeo do Petrilude - sou maió fã!
2 - A foto que é a maior espicaçadela e deveria pôr o menino a pensar.
3 - Demonstrar aos(às) leitores(as) que o bicho muito ladra, mau para aqui, insensível para ali, cocó para acolá mas é um fofo. Tal como o Jedi. Cada um, nerd e especial à sua maneira. São cordeirinhos à espera de quem dê beijinho e cuide deles para a vida.
Senhoras, esqueçam os ciúmes.
Já vos revelei o segredo.
O coração do Piston é tomado por qualquer blogger que siga Direito.
Agora ide.
Ide, com estas informações preciosas, tirar o curso, que já só são três anos. (Dizem eles.)
E o meu, bem, o meu coraçanito toda a gente sabe.
Pertence aos

aos
e ao
terça-feira, março 01, 2011
O blogue do lado em ponto rebuçado II
O Piston em poucas palavras:
Haverá muito a dizer deste jovem que de toiro com ceroulas passou a porco de rolha.
Stalker
Stalker
Stalker
O que é certo é que, após todos estes anos de várias peripécias, continuo na dúvida se o que quer é ver-me degolada e estendida num beco escuro ou no altar. Provavelmente, a combinação de ambas.
O que daria em algo como isto:
De qualquer forma, o moço esmera-se.
Primeiro, foi a ronda do motard, à noite. Pensei em assalto pelas tríades japonesas. (Vi num filme.)
No dia seguinte, encontro um bilhete sinistro, com o Ronald Mcdonald impresso, na janela do sítio onde trabalhava. Pensei em bruxaria. (Nunca acendi tanta vela na minha vida, como naquela semana. Os clientes acharam romântico.)
Depois, no mesmo local, um pacote de gomas em forma de tubarões (Os advogados, pois.). Pensei em envenenamento. (Não obstante, antes de verificar a sua origem e se a embalagem fora violada, arrisquei. Cá estou. O açúcar sempre foi meu amigo. Ignorem o rabo.)
Certo dia de Inverno, bateram à porta aos murros. Com força e ares de quem não espera não ser atendido. Pensei em bandidagem. Vagabundos. Ladrões. O Cobrador do Fraque ou o técnico para cortar a electricidade. Depois, vi que era ele, de calças molhadas até aos joelhos e ar desvairado. (Temam aqueles olhos quando esbugalhados.) Pensei em esfaqueamento. (Entregou-me uma garrafa cheia de água do mar e alguma areia, para matar saudades do cheiro do mar. Era de Carcavelos, não provei. Mas o aroma a algas deu à minha pele um aspecto viçoso.)
Os sustos foram sucessivos. Pensei em defesa e medidas extremas. (Amiguei-me dos drogados lá da zona, para o desencorajar. Perdi toda a clientela e fechei.)
Ainda assim, não encarem os factos de ânimo leve. "Ai que fofo que é, levou-te açúcar, ignora lá a catana que tem sob o casaco." O moço é mórbido. Tem um post preparado para a eventualidade da sua morte, isto é, agendado para ser publicado caso na data não altere o agendamento.
O que se salva... Bem...
O que se salva, Pis, é que encontrei a lápide!

Adenda: Esta história apenas existe dada à patologia do moço. Ou seja, cuidados redobráveis às advogadas. O uso de fato na sua presença é considerado perigoso.
Haverá muito a dizer deste jovem que de toiro com ceroulas passou a porco de rolha.
Stalker
Stalker
Stalker
O que é certo é que, após todos estes anos de várias peripécias, continuo na dúvida se o que quer é ver-me degolada e estendida num beco escuro ou no altar. Provavelmente, a combinação de ambas.
O que daria em algo como isto:
De qualquer forma, o moço esmera-se.
Primeiro, foi a ronda do motard, à noite. Pensei em assalto pelas tríades japonesas. (Vi num filme.)
No dia seguinte, encontro um bilhete sinistro, com o Ronald Mcdonald impresso, na janela do sítio onde trabalhava. Pensei em bruxaria. (Nunca acendi tanta vela na minha vida, como naquela semana. Os clientes acharam romântico.)
Depois, no mesmo local, um pacote de gomas em forma de tubarões (Os advogados, pois.). Pensei em envenenamento. (Não obstante, antes de verificar a sua origem e se a embalagem fora violada, arrisquei. Cá estou. O açúcar sempre foi meu amigo. Ignorem o rabo.)
Certo dia de Inverno, bateram à porta aos murros. Com força e ares de quem não espera não ser atendido. Pensei em bandidagem. Vagabundos. Ladrões. O Cobrador do Fraque ou o técnico para cortar a electricidade. Depois, vi que era ele, de calças molhadas até aos joelhos e ar desvairado. (Temam aqueles olhos quando esbugalhados.) Pensei em esfaqueamento. (Entregou-me uma garrafa cheia de água do mar e alguma areia, para matar saudades do cheiro do mar. Era de Carcavelos, não provei. Mas o aroma a algas deu à minha pele um aspecto viçoso.)
Os sustos foram sucessivos. Pensei em defesa e medidas extremas. (Amiguei-me dos drogados lá da zona, para o desencorajar. Perdi toda a clientela e fechei.)
Ainda assim, não encarem os factos de ânimo leve. "Ai que fofo que é, levou-te açúcar, ignora lá a catana que tem sob o casaco." O moço é mórbido. Tem um post preparado para a eventualidade da sua morte, isto é, agendado para ser publicado caso na data não altere o agendamento.
O que se salva... Bem...
O que se salva, Pis, é que encontrei a lápide!

Adenda: Esta história apenas existe dada à patologia do moço. Ou seja, cuidados redobráveis às advogadas. O uso de fato na sua presença é considerado perigoso.
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O Blogger do lado em ponto rebuçado,
Provocações
segunda-feira, fevereiro 28, 2011
O Blogue do lado em ponto rebuçado I

O Jedi em poucas palavras:
Stalker
Stalker
Stalker
Chegou a aparecer de surpresa num espectáculo onde participei (que não publicitei) e, posteriormente, a aterrorizar-me com as imagens do mesmo.
Chegou a aparecer de surpresa no meu local de trabalho (Sim, é que enviei-lhe imediatamente a morada do mesmo.) Temi pela vida até perceber que o rapaz passa por entre as gotas da chuva. De qualquer forma, agora, estou em sítio incógnito. Incógnito, como quem diz, num bunker indetectável.
No entanto, o mais importante é que o Jedi é informático. Com direito a todos os atributos sobejamente conhecidos dos informáticos. Nem vale a pena enumerá-los. O estereotipo, se nasceu, foi à imagem do Jedi. É informático mas já descobriu a sua verdadeira vocação e, por muito que tente, não há nada que escreva que vá suplantar isto.
Stalker
Stalker
Stalker
Chegou a aparecer de surpresa num espectáculo onde participei (que não publicitei) e, posteriormente, a aterrorizar-me com as imagens do mesmo.
Chegou a aparecer de surpresa no meu local de trabalho (Sim, é que enviei-lhe imediatamente a morada do mesmo.) Temi pela vida até perceber que o rapaz passa por entre as gotas da chuva. De qualquer forma, agora, estou em sítio incógnito. Incógnito, como quem diz, num bunker indetectável.
No entanto, o mais importante é que o Jedi é informático. Com direito a todos os atributos sobejamente conhecidos dos informáticos. Nem vale a pena enumerá-los. O estereotipo, se nasceu, foi à imagem do Jedi. É informático mas já descobriu a sua verdadeira vocação e, por muito que tente, não há nada que escreva que vá suplantar isto.
Adenda: Este vídeo foi publicado com a autorização do visado.
Jedi, tenho que confessar, qualquer homem que não tenha medo de envergar collants tem a minha admiração! De um modo estranho, a tua família é muito fixe.
Jedi, tenho que confessar, qualquer homem que não tenha medo de envergar collants tem a minha admiração! De um modo estranho, a tua família é muito fixe.
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Provocações
terça-feira, fevereiro 22, 2011
De volta, só para prestar serviço público
Boas noites.
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I am thirty going on fifteen,
O amor é kitsch,
Provocações
domingo, fevereiro 06, 2011
O Jedi deu-me uma grande ideia

Não sei se é grande mas estou para aqui a rir sozinha.
Tenho que me lembrar mais dos meus colegas bloggers.
Se o autorizar, o primeiro post sai dedicado a ele.
Estamos à espera, Jedi!
Não se iludam. Esta vai ali para a terceira categoria.
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O Blogger do lado em ponto rebuçado,
Provocações
sexta-feira, janeiro 28, 2011
Dos bébés e outras coisas sem interesse

Só quero um cão.
Um cão.
CÃO.
Não um projecto de vida de futuras desilusões, internamentos em clínicas de reabilitação e que, se estudar, tira Direito ou algo muito pior, como Engenharia. Compreendam, os engenheiros são insuportáveis, naquela assunção de que sabem tudo sobre todas as áreas, que não a deles, mas acertam previsivelmente ao lado. Ou Psicologia. Lamento mas todos(as) os(as) que conheço que tiraram Psicologia não têm um pingo de sanidade.
Claro que nenhum de vós é psicólogo, certo?
Ou engenheiro?
Só para confirmar.
Bonitinhos.
Um cão.
CÃO.
Não um projecto de vida de futuras desilusões, internamentos em clínicas de reabilitação e que, se estudar, tira Direito ou algo muito pior, como Engenharia. Compreendam, os engenheiros são insuportáveis, naquela assunção de que sabem tudo sobre todas as áreas, que não a deles, mas acertam previsivelmente ao lado. Ou Psicologia. Lamento mas todos(as) os(as) que conheço que tiraram Psicologia não têm um pingo de sanidade.
Claro que nenhum de vós é psicólogo, certo?
Ou engenheiro?
Só para confirmar.
Bonitinhos.
quinta-feira, janeiro 20, 2011
Mas antes disso e porque tem sido o fervor do momento
Como estragar a festa.
Lista de vocábulos admitidos e não admitidos como nomes próprios.
Suponhamos que recorrem.
Vai pensando em Maria, Lucianita.
quarta-feira, janeiro 12, 2011
No mesmo seguimento,

Não, não e mais uma vez não e antes que cheguem os dias mais quentes e a vontade de dietas, não!
Bananas não vos engordam.
O que vos engorda é isto.
Bananas não vos engordam.
O que vos engorda é isto.


É preciso dizer mais?
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Os melhores conselhos da Alexandra,
Provocações
Queridas(os) bloggers,
De uma vez por todas, já cansa.
Bem sei, também adoro sushi e o sushi está para esta década como o frango assado esteve para os anos oitenta mas não tornem a escrevê-lo.
Por muito fashion que vos pareça, é ridículo.
"Ai que vou engordar tanto de sushi!"
Não é isto que vos vai engordar.

É isto.
Ou isto a seguir ao sushi.

Estamos conversados?
Bem sei, também adoro sushi e o sushi está para esta década como o frango assado esteve para os anos oitenta mas não tornem a escrevê-lo.
Por muito fashion que vos pareça, é ridículo.
"Ai que vou engordar tanto de sushi!"
Não é isto que vos vai engordar.

É isto.
Ou isto a seguir ao sushi.Estamos conversados?
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Provocações
terça-feira, janeiro 11, 2011
segunda-feira, janeiro 10, 2011
O Renatinho

É um fofo, um querido e tem muitas meninas à volta. O Renatinho, de vinte anos (um bébé inocente), foi à procura de um sonho. Aliás, a família até desconhecia que o objectivo da ida a NY não seria participar num desfile. Desconhecia quem organizou a viagem, quem o acompanhava, que merda, desconhecia quem lhe pagava as contas.
Pelo menos, têm sido as tormentas, as grandes preocupações que a família e os que o rodeavam tentam passar. O povo incluído. Fóruns, discussões e coitado do miúdo (gandulo?) que foi atrás de um sonho.
Se o meu Renatinho espancou, mutilou e matou uma pessoa não interessa. O que interessa é não ser rabeta, que se salve uma família disso! O horror!
Bem, pelo menos lá pôs o seu rabinho a salvo.
Ou não.
Vá lá, não escolheste um estado com pena de morte. Estiveste bem, miúdo.
Penitenciária é penitenciária em todo o lugar, Renatinho.
E há coisas que presidiários detestam e para tal têm códigos de honra: assassinos. Por outro lado, nenhum presidiário resiste a um bom rabinho com pele de bébé.
És macho, Renato! Se tu o dizes...
Bem sei que não é assunto sobre o qual me debruce neste foro mas juro que não aguento mais. Gente medíocre, paladina da virilidade de um jovem porque não chamar-lhe púbere e inocente, que ignora um acto tão monstruoso como o de matar -MATAR, só não vos mando morrer longe porque seria igual a vós. Que enfastiante seria, não acham? Eu também.
ADENDA: Está tudo muito bem, só falta a palavra nojo. Nojo. Já está. Obrigada.
Pelo menos, têm sido as tormentas, as grandes preocupações que a família e os que o rodeavam tentam passar. O povo incluído. Fóruns, discussões e coitado do miúdo (gandulo?) que foi atrás de um sonho.
Se o meu Renatinho espancou, mutilou e matou uma pessoa não interessa. O que interessa é não ser rabeta, que se salve uma família disso! O horror!
Bem, pelo menos lá pôs o seu rabinho a salvo.
Ou não.
Vá lá, não escolheste um estado com pena de morte. Estiveste bem, miúdo.
Penitenciária é penitenciária em todo o lugar, Renatinho.
E há coisas que presidiários detestam e para tal têm códigos de honra: assassinos. Por outro lado, nenhum presidiário resiste a um bom rabinho com pele de bébé.
És macho, Renato! Se tu o dizes...
Bem sei que não é assunto sobre o qual me debruce neste foro mas juro que não aguento mais. Gente medíocre, paladina da virilidade de um jovem porque não chamar-lhe púbere e inocente, que ignora um acto tão monstruoso como o de matar -MATAR, só não vos mando morrer longe porque seria igual a vós. Que enfastiante seria, não acham? Eu também.
ADENDA: Está tudo muito bem, só falta a palavra nojo. Nojo. Já está. Obrigada.
quarta-feira, janeiro 05, 2011
Queridos tótós,
Trintonas desta blogosfera,
Larguem os vernizes, os gatos, as novelas e as saladas solitárias ao jantar!
Vem aí a mais aguardada,
a mais desejada,
a mais sonhada,
a famosa,
a maravilhosa,

Vem aí a mais aguardada,
a mais desejada,
a mais sonhada,
a famosa,
a maravilhosa,

Quanto ao noivo, não estão à espera que esta criatura, incapaz de criar uma relação amorosa com o género masculino sem ouvir um "Porra, lá estás tu sempre nas danças!"Quem é mais importante? Eu ou o ballet? e aceitar como uma senhora, vos ajude, pois não?
Ah, bom.
Era só para confirmar que ainda existe alguma sanidade em vós.
Ainda bem.
Agora, ide.
Ide experimentar vestidos, limousines e bolos para a boda.
Ah, bom.
Era só para confirmar que ainda existe alguma sanidade em vós.
Ainda bem.
Agora, ide.
Ide experimentar vestidos, limousines e bolos para a boda.
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