Mostrar mensagens com a etiqueta Provocações. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Provocações. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, junho 01, 2016

Dia da Criança



Após ver tanta foto dos amigos, no Facebook, quando eram crianças belas, fofas e adoráveis, cumpre perguntar:

O que correu mal?

sexta-feira, abril 08, 2016

Polémicas do dia



Resumindo o dia de Facebook, após leitura na diagonal:

1) Está tudo indignado com o que João Soares disse mas já não lhes faz espécie o insulto gratuito que, com tanta indignação, lhe fizeram durante todo o dia. Li insultos de arrepiar (Gentxi, o João Soares não esteve nada mas nada bem. Ainda assim, NOTO que ameaças à integridade física é crime mas insultar também.) ‪#‎moralistasdasanita‬

(O mais engraçado é que conhecendo a figura do Sr., dificilmente o veria à bofetada. Mais facilmente o veria a fugir da confusão, que nem dar bofetadas deve saber dar.) 

2) Ai que a Joana Vasconcelos disse que levava o telemóvel e o Ipad, jóias e sei lá o quê, se fosse refugiada. Ai, que o país quase implodiu com tamanha alarvidade! Estamos no Século XXI. Queriam que levasse o quê? Astrolábios? Os valores servem para trocar pelo que necessitarem e a tecnologia para comunicar e encontrar rumo. Quanto às memórias, qual de vocês, se tivesse oportunidade, ao fugir não levaria algo de valor sentimental? Uma coisa concordo. Falar com a língua enrolada à tia de Cascais não a iria salvar de polémicas.Nem que fizesse a lista mais imaculada.

3) Depois e pior, tanta voz chocada mas ajudar já está quieto. Não, 'bora lá a mais uma polémica de Facebook, daquelas que não dão trabalho e podemos ficar confortáveis na cadeira ou na cama, a participar. Ai que horror, que falta de respeito pelos refugiados! De repente, toda a gente é voluntário e activista de comando.
Já agora, sendo assim, "compartilhem" este post no vosso mural, para que Deus oiça as nossas preces e salve mais um cão, com fiambre em cima do focinho."

sexta-feira, fevereiro 26, 2016

Je suis Tinder


O Correio da "Manha" faz notícia de capa de que a Isabel Moreira está no Tinder.

C'orror! A devassa! Imagine-se uma mulher e, ainda por cima, deputada, no Tinder, uma aplicação que privilegia encontros e novos conhecimentos!

Vou ser curta e grossa: Estou farta. 
Saturada destas merdas sexistas. 
Farta, saturada destes marialvas machos lusitanos com um complexo de pila pequena que vai daqui até à lua e dá a volta umas vinte vezes.

Num país de primeiro mundo, toda a gente está no Tinder (Sim, as mulheres também, incluindo as mulheres bem sucedidas, formadas, educadas e até com exposição pública. É assim nos países nórdicos e é assim em Nova Iorque, por exemplo.

Aqui há meses, a minha ex-paixão assolapada que durou demasiados anos para jurar para nunca mais disse-me: "Mas tu estás no Tinder? Aquilo é só para sexo. Não é para mulheres como tu!", deixando entender que o facto de estar no Tinder iria denegrir a minha imagem e todas as parvoíces que povoam numa mente de macho latino.

Ai é? Onde está escrito que aquilo é só para sexo? 
Primeiro, O meu corpo, as minhas regras. Depois, mesmo que fosse, e então? Qual o problema? Eu, mulher livre e desimpedida sem ter de dar satisfações a ninguém posso querer apenas sexo, sem virem os defensores do cinto de castidade gritar ao deus nosso senhor.

Sabem que mais? Ainda mal interagi, porque não estou ainda para lá virada, mas tenho para mim que o Tinder será óptimo para conhecer pessoas interessantes, especialmente estrangeiros. 

Eu que fisicamente sempre achei mais apelativo o homem moreno e os branquelas não me diziam propriamente alguma coisa, acho muito mais intelectualmente interessante um nórdico. E intelectualmente para mim é quase tudo. Porque é que acho mais interessante um nórdico? Porque estou saturada destas merdas. Porque não quero ter o azar de sair-me um sapo e ir parar às negras estatísticas portuguesas sobre violência doméstica. O perigo é tão real que o medo tornou-se real.

Sempre disse à minha mãe que casar não faz parte dos meus planos. Se acontecer, aconteceu mas não o tenho por objectivo. 
Ultimamente, tenho-lhe dito que está praticamente fora de questão casar com um português. Caramba, o meu pai, alentejano de raíz, dos seus sessenta e três anos tem uma mente muito mais avançada do que os neandertais que aparecem à minha frente. Não quero ser mais uma Maria Zamora, que ainda agora fez um ano a sua morte.

Isabel Moreira, para que fique bem claro, se eu não estivesse no Tinder, teria aderido agora com toda a certeza.Mulheres, estão à espera do quê?

#jesuistinder #jesuismulherlivre #correiodamanhaomaiorascoportuguês

terça-feira, dezembro 23, 2014

Jingle Bells * Batman Smells * Robin laid an egg * The Batmobile * Lost a wheel * And the Joker got away!




O meu Facebook pessoal é uma pérola. 

Muitas vezes, tenho de segurar a minha impulsividade tempestiva, contar até 93843958945849568968, respirar fundo tudo isso vezes dois ou três, para não comentar.

A verdade é que se cascasse e gozasse com cada coisa que publicam, já não teria amigos.

Já sou uma pessoa complicada, com os seus bonecos de vudu que chegam e sobram. Eu e a minha língua que salta sempre para a verdade, doa a quem doer ou (na maioria das vezes) mesmo com as melhores das intenções mas que dá asneira e torna-me numa persona non grata, mais rápido do que o Speedy Gonzalez diz "Andale!".

O meu preferido dos últimos dias é um conhecido dos tempos da faculdade.

Ora, este senhor passa o ano inteiro a esfregar na nossa cara que é ateu, detesta as religiões, que as religiões são para gente burra e por aí fora. Não há dia que não semeie no mural alguma consideração sobre o assunto, cartoon ou ambos. Não sou uma pessoa propriamente religiosa mas aquilo é cansativo.

Pasmem-se.

Nos últimos dias, é tão somente o maior entusiasta do Natal que já vi. 

Ele é fotos com o gorro do pai Natal, ele é fotos com as hastes da rena (!), ele é fotos de árvores de Natal, das iluminações, dos presépios, ele é "ho ho ho's". Ele é todo o espírito natalício, como se tivesse sugado a alma a meia centena de crianças menores de quatro anos e todo o arco-íris dos Ursinhos Carinhosos.

Então mas e... o Natal... pois, então e... meu caro... festas religiosas já pode?

Não me aguento. Mordo a língua. Morde! Morde a língua!

Mordo a língua mas faço printscreens de tudo. Tudo. Não escapa um fio da lampreia de ovos ou uma pitada de açúcar da rabanada.

Ele que regresse aos posts "crentes, ó pessoinhas tão burras e limitadas, que sois!". Tenho munições para, pelo menos, seis meses.

Já sei. Eu e a minha eterna incapacidade de ter diplomacia e savoir faire.

Vou morrer sozinha e isolada. Já não é novidade para ninguém. 

Enrolada em vários xailes, tendo a devota Cacau, já desdentada e um pouco mouca, a velar por mim.

Na lápide ler-se-á "Aqui jaz uma chata, implicante, desagradável e inconveniente. Ninguém a chora pois já ninguém se dava com ela."

segunda-feira, janeiro 06, 2014

Onde estão

Os homens que queiram conhecer mulheres sem ser pelo Facebook, conversas online e trocas de mensagens virtuais?

Que saibam fazer melhor  do que ficarem escondidos atrás do computador? Que depois gera aquelas chatices da preguiça de conhecer alguém, esforçarem-se na vida real, etc, etc?

Se foram desterrados, por favor, digam-nos para onde.

Estou um bocado farta deste corajosos de meia tijela. É cansativo. Uma pessoa conhece alguém, até parece interessante, mas depois seguem todos este caminho fácil e, pior, ficam agarrados a só isso.

Bocejo.

O engraçado? Fecha-se o Facebook pessoal para férias e aparecem logo uns quantos predadores de dispensa destes, não vá a gazela apemas viver uma vida real e encontrar alguém que faça o mesmo.

Não, nem me refiro à miudagem. Refiro-me a senhores dos trinta para cima. Não é ridículo?

Serei muito antiquada? De outro tempo? Alguém que me esclareça!

Senhores, juizo, vergonha na cara e muito menos preguiça, é o que vos desejo para 2014.

E muito chocolate para nós mulheres, que bem merecemos.

domingo, setembro 01, 2013

Ai os piropos! Piropos?

Tanta celeuma sobre os piropos e honestamente não é o assunto que mais me preocupa (Aliás, confesso que nem olhei bem para a proposta do BE, tenho apanhado o assunto no ar mas amanhã lá o farei.) mas preocupa-me sim, que não se dê a necessária reflexão aos assuntos. 

Preocupa-me que se parta imediatamente para o gozo e banalização de certas coisas e assuntos como se de um programa de reality show da televisão se tratasse. 

Preocupa-me ainda mais mulheres supostamente inteligentes que rapidamente passem a mulheres "burras" por, pura e simplesmente, não dedicarem um segundo a usar um dos seus bens mais sagrados (Sim, o cérebro. O nosso é mais pequeno do que o dos homens mas faz mais conexões, por isso, dêem graças e usem-no.) e a ter uma pequena reflexão que seja. preocupa-me que estas mulheres, ditas inteligentes, não reflictam e, por consequência, não saibam distinguir um piropo de um comentário dirigido para rebaixar e humilhar.
Meninas, senhoras, (Porque são o maior alvo.) a maior parte das coisas que ouvem na rua não é para vos elogiar mas sim rebaixar. Chamar a isso um piropo é, no mínimo, burrice. Sequer é correcto. Ora vejamos.

Diz o Priberiam sobre o piropo:

piropo |ô|

s. m.

1. A cor do fogo.

2. Liga de cobre e ouro.
3. [Joalharia]  Variedade de pedra preciosa.
4. [Popular]  Galanteio; elogio; frase amável ou lisonjeira dirigida a alguém.
Plural: piropos |ô|.


Tomemos os seguintes casos práticos:
A) "És muito bonita.", "És simpática." "Tens os olhos bonitos." 

Não me parece difícil classificar todas estas frases como piropos.

B) "Ó Boa, com esse cu deves cagar bonbons.", "Partia-te a bilha toda.", "Que lindas pernas: a que horas abrem?"

Bem, não sei quanto a vocês, mas tenho uma urticária imensa quando se aceita isto como elogios. Conhecem alguém que tenha conseguido facturar depois de proferir uma destas?  Querem estes sujeitos agradar-vos com estas palavras? Quem o profere sabe perfeitamente que não vai conseguir nenhuma simpatia do lado de lá sequer. Isso parece-me claro. Não vos parece? Então por que o fazem? Qual é a intenção?

É mesmo elogiar-vos? São isto piropos ou formas de humilhar?

A questão é mesmo esta. A intenção. O que é dito e com que intenção.

 Ah, o assunto não é sério? Se não nos levarmos a sério, admirem-se que continuemos a não ser levadas a sério, a receber menos, a sermos discriminadas, por aí fora. No mínimo, reflictam. O cérebro não se desgasta ao ser usado. Pelo contrário. É uma máquina que, para funcionar, precisa de estar sempre a ser oleada.

Se é necessário legislar sobre o assunto? 

Bem, toda a gente fala no assédio como se fosse um crime tipificado no nosso Código Penal. Basicamente, é o resultado dos filmes americanos. Conhecem a nossa realidade? O que está descrito no nosso Código Penal? Sabem que o que não for tipificado no código não é crime e, por consequência, não é punível?

A verdade é que o assédio, como o imaginam, não está previsto no Código Penal, minha gente.

Apenas é previsto para os casos em que existem hierarquias, familiares ou profissionais, ou para os actos de carácter exibicionista ou quando a pessoa é constrangida a CONTACTO de natureza sexual. Sequer existe a determinação "assédio".

Portanto se alguém vos assediar na rua, no metro, seja onde for, desde que não exibam o pirilau ou o rabo ou vos dêem um valente apalpão nas partes mais íntimas, sai sempre incólume, por muito que vos espezinhem.
Se isto cabe nos insultos? Bem, dificilmente. Insultos, assim em conversa de leigos, é chamar-vos nomes. Aí já podem suspirar de alívio e correr para o tribunal. Se alguém clamar "Sua puta!", estão safas. Se não, esqueçam.

Quanto à importância, parece-me que antes da gozação a reflexão é mais importante.

Ouvir uma frase daquelas pode não parecer muito. Deixa-vos mal-humoradas por um dia, umas horas, uns momentos. Pode não parecer muito. Agora, uma coisa garanto. Se alguém resolver importunar-vos e perseguir-vos na rua durante duas horas ou o dia inteiro a dizer-vos os tais "piropos", dificilmente poderão fazer alguma coisa. Já aquela história de pegar na carteira e arremessá-la à cabeça do "trolha" pode sair-vos caro porque, aí sim, quem pode apresentar queixa é o(a)espertinho(a), por agressão física ou tentativa de agressão física. Interessante, não?

Mas claro, é tudo uma risada, embora lá gozar com isto dos "piropos".

Basicamente, e voltando ao universo feminino, uma vez que é o maior alvo destas agressões, se queremos ser importantes, se queremos ser respeitadas, temos de ser as primeiras a respeitar-nos e dar-nos importância. Fora desse universo, bem a questão é a mesma. São agressões. Não são elogios. Até há pouco tempo a questão do Bullying também era ignorada.

Amanhã logo lerei sobre e aprofundarei o assunto. De qualquer forma, independentemente das propostas concretas que existam ou possam vir a existir, antes da galhofa, parece-me mais importante a reflexão.

Era "só" isto. Parem para pensar, sim?

Obrigada.

P.S. -Já são duas da manhã e amanhã é Segunda-feira. F***-se! Amanhã farei a revisão deste texto. Gralhas, erros, falhas gramaticais deverão ser descontadas.

P.S.2 - Não, amanhã não é Segunda-feira! Amanhã (Hoje) é Domingo! Ainda assim queria ir ao ginásio de manhã cedo. F***-se!

terça-feira, maio 21, 2013

Ácerca da co-adopção ou como passos milimétricos são desnecessários



Um casal gay só adopta o filho que um casal hetero abandonou.


 
*Bem sei que existem outros casos, morte, etc e tal mas basicamente e na esmagadora maioria é isto. O amor move montanhas. Deixai o amor funcionar. 

Não sou fã do Glee mas esta foi genial.

terça-feira, fevereiro 05, 2013

Racionalidade


Que a minha cadela é sobredotada, há muito que tinha apercebido-me disso. 

É muito sim. Mais do que os putos com três anos das minhas amigas. Sim, aqueles que balbuciam gããh e automaticamente estão a falar em Inglês. Aqueles que jogam Tomb Rider e ainda usam o penico (Automaticamente, aí têm uma lista dos "futuros" tarados.). E até os mais espertinhos. Caramba, até poderiam falar Inglês e criar programas informáticos que a minha Cacau é muito mais sobredotada.

Cenário:

Eu na casa de banho a fazer x... a guardar os novos sais de banho, com a porta encostada, com o ar mais deliciado (e aliviado) do mundo, após ter estado três horas, a correr de um lado para o outro e no trânsito, com vontade de guardar os sais de banho.

Focinho a empurrar a porta, eis que aparece a cabeça da Cacau a espreitar, curiosa com os sais de banho e ao mesmo tempo indiferente porque o que ela quer são festas na barriga (...gota mai linda da Cacauuuu!).

- Agora não, Cacau! Agora não posso! Sai lá! Vai-te embora.

Entristecida, Cacau olha para mim com os olhos grandes e desapontados e, ao mesmo tempo, (ORA ATENTEM BEM) com a pata direita puxa a porta e recua, saindo e deixando a porta encostada. Sim, a Cacau puxou e fechou a porta com a pata.

Não acreditando no que vi, saio a correr para abraçá-la e osculá-la, berrando "Cacau, tão linda!, Cacau, tão linda!", esquecendo os sais de banho e tudo o resto (Incluindo as cuecas e as collants que estavam em baixo e me fizeram tropeçar e cair estatelada no chão. Não nos desviemos do assunto.)

Posto isto, que um cão saiba abrir as portas tudo bem. A Cacau era uma formiga e já empinava-se para a pega do elevador, tentando puxá-la. Essa não conseguiu porque precisava de ter mãos mas sabe abrir portas normais, com as patas ou o focinho. É natural. Faz parte da necessidade. Que um cão saiba fechar portas porque lhe ensinaram um truque, tudo bem. A Cacau sabe fazer desaparecer cinco bifes de vaca, em três segundos, e aprendeu-o apenas numa tentativa. 

Agora, que a Cacau saiba fechar uma porta porque entendeu aprendê-lo, assim do nada, e que deveria sair e fechar a porta, quando apanha alguém a arrumar os sais de banho ou os shampôs, lamento, pais de crianças dotadas, mas a minha Cacau não só é extremamente inteligente como é de uma educação que rareia nos tempos de hoje. Igual não há. Os vossos putos são uns pelintras.

Calma. Não se apoquentem. Vejam isto como uma benção. 

Enquanto tenho a Cacau, estou feliz e satisfeita e o relógio biológico foi de férias.

Imaginem um filho meu para competir com os vossos?

Não teriam a mínima hipótese.


*Um beijinho enorme à super-mamã Mónica. Venha a princesinha!

quarta-feira, janeiro 09, 2013

Na verdade, gosto de ver toda a gente feliz

Não foram só os muitos emails de protesto e os comentários no Facebook. Não foram não. 

Eu própria sentia-me desconfortável, tanto que deixei de vir aqui por uns dias. Ninguém é de ferro. Melhor dizendo, ninguém tem um estômago de aço e, antes que tivesse que correr todos os metais existentes no planeta terra e ainda os descobertos além espaço, resolvi fazer algo, para que todos nós pudéssemos sentir-nos melhor, mais confortados. Foi um esforço hercúleo e a intenção também foi a melhor. 

Não sei se melhorou. Vejam lá.







terça-feira, janeiro 01, 2013

Roupa interior e felicidade andam sempre juntas?

Anteontem, ao visitar uma das minhas lojas de roupa interior preferidas, uma empregada aborreceu-me tanto para não sair de lá sem compras que, por momentos, com um sorriso feliz e satisfeito, visualizei-me a esmurrá-la, pontapeá-la e a arrastá-la pelo chão enquanto ela gritava "Vai dizer-me que não há aqui nada na loja suficientemente bonito para si?" (Sim, este foi um dos mimos que ouvi, entre outros similares.).

Pestanejo e, rapidamente, dou por mim a escutar o ataque seguinte, o óbvio e o que, honestamente, é suficiente para corroer o meu coraçanito quente e e afectuoso e deixá-lo gelado e pontiagudo, como uma estalactite suficientemente aguçada para rasgar-lhe o tórax, qual serra eléctrica de trinchar o peru. Ainda não chegaram lá?

As famigeradas cuecas azuis para a passagem de ano. Para a sorte, alegadamente.

Nada contra, meus caros. Não é só mau feitio. 

Quando essas coisas fizerem algum efeito, serei a primeira a envergar quatrocentas e noventa e oito cuecas, mal podendo juntar as pernas e andar, engolir oitocentas e doze vezes doze passas de seguida, enquanto subo para cima de sessenta e sete bancos com dez milhões de euros gamados ali ao BPN (Só para a sorte e para o momento que eu cá devolvo tudo.) e outras coisas mais que se demonstrem absolutamente necessárias.

Bom ano meus pequenos iludidos. Que é o mesmo que dizer bons roubos ou boas emigrações.



*Respondendo ali à pergunta de cima, considero que sim, quase sempre e para evitar desgostos, nunca mas nunca saiam de casa com cuecas da avó. Não quer isto dizer que esteja a pensar (só) em encontros amorosos. Não é lá muito abonatório ser-se atropelada, ir parar ao hospital e ter de ser observada nesse estado. Independentemente de o médico ter olhos azuis e ser giro como o caraças ou ter sessenta anos e menos dois dentes da frente. Não é bom para a vossa reputação. Imagino eu que cá a mim isso nunca aconteceu. 

quinta-feira, dezembro 06, 2012

Uma vez por outra,

Gostaria que as pessoas fossem apresentadas ao próprio cérebro.

Tal como aquelas cenas do fogo e da roda, há descobertas que não deviam ser negadas a ninguém.


quarta-feira, agosto 01, 2012

Eu também tenho algo muito importante a dizer a respeito do Dia Mundial do Orgasmo









P.S. - Já sei que, nesta blogosfera, toda a gente é bem fodida e amada e nunca teve qualquer problema em chegar ao grande O. Pelo contrário, são elas e eles no O a toda a hora, num pestanejar. Para as (os) restantes (humanas(os), terrenas(os)), uma grande beijoca. Ou colherada.

segunda-feira, junho 04, 2012

Dos géneros literários, estilos de escrita, rum e vodka aos litros e motores de pesquisa online



*Capa da Sábado da semana passada, publicitada nos mupis do Metro.


Que é assim como quem diz uma grande moca.

Ora, exercício meramente académico:

Se sabes ou tens uma vaga noção de que existem termos comummente utilizados (Até porque depois aplicas os dois, alegadamente para a mesma coisa.), se vai fazer o título da capa, diz-me, por favor, se não perdes 0.00034554565 segundos numa pesquisa bem sucedida no Google, que apontará para 294357485748357876487589758756978698756978 resultados correctos, para perceber que no título do teu artigo - QUE VAI PARA A CAPA e não para uma coluna escondida no canto, entre anúncios para obtenção de prazer e açoites - acabaste de afirmar que está na moda alugar roulotes, tendas, cartões de sem-abrigo e outros objectos móveis que permitam pernoitar ou habitar neles.

É só um exercício meramente académico, até porque o rigor e saber o significado das palavras que se aplicam são coisas que entraram há muito em desuso.

sábado, maio 05, 2012

quarta-feira, outubro 19, 2011

Ainda nas fexionistas


Só para nos entendermos,

Loja local ou loja de rua é loja do chinês, certo?

Obrigada.

sábado, outubro 08, 2011

Ainda nas ironias

Isn't it ironic

Que as (e os) "grandes" fashionistas que se apresentam na Moda Lisboa vistam dos pés à cabeça Zara, Bershka, Blanco e sabe lá Deus mais o quê?

(Ontem a Zara e afins do Chiado estavam repletos delas e deles as escolher os outfits para a ocasião.)

Todos comigo:

It's like raiiiiiiiiin on your wedding day
It's a free ride when you've already paid
It's the good advice that you just didn't take
Who would've thought ... it figures


terça-feira, agosto 16, 2011

segunda-feira, maio 02, 2011

Após ver a alegada foto do Bin Laden morto

Decidi fazer serviço público.


Em DOIS dias de uso, já vi tantas diferenças que, pela dita foto, de certeza que o senhor usava disto.