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sábado, junho 04, 2016

Na pele de uma bailarina

Toda a gente a pesquisar o que são deboulés.

Da parte de quem os faz a perspectiva é mais ou menos esta.

‪#‎beberparaquê‬ ‪#‎hajafoco‬



sexta-feira, outubro 23, 2015

Eterna miúda





Ontem, ao sair da academia, um senhor da minha idade deu-me 18 anos e ficou muito surpreendido quando lhe revelaram que tenho 36 (Juro que nem ia vestida à pita ou sequer ia desportiva. Pelo contrário. Até saltos usava. A única diferença é que saí com o coque ainda feito.)
Posto isto:

1 - Eu sei que as pessoas quando pensam no Ballet imaginam crianças doces e fofinhas, de maillot e tutu cor-de-rosa, mas dá para avançar um pouco a mentalidade e perceber que um adulto pode dançar, tal como jogar futebol, correr, fazer ginásio, nadar, etc?

2 - Há gente mesmo míope à noite. Que medo! Vou passar a atravessar aquela estrada com muito mais cuidado!

quarta-feira, julho 15, 2015

Então e os espectáculos?



Ainda não consigo explicar muito bem.

Por um lado, aquele querer muito fazer tudo bem, a pensar no Miguel. Sentia que lhe devia isso.

Por outro, um ambiente absolutamente contagiante. Tão diferente. Tão melhor do que os últimos que recordo de lá, daquela outra escola. Tantas pessoas fantásticas, muito boa dança, muita qualidade. Muitas palavras amigas, muitas de incentivo. Muita amizade. Nada de rivalidades e falsidades. Tenho os melhores colegas do mundo e os professores também. 

Ainda assim, como alguém disse, "O Miguel é o Miguel." 

Espero ter levado um pouco dele para o palco.

Um ambiente tão diferente, o palco que não é o mesmo, as pessoas que são outras e ainda assim, parecia que ele estava ali, orgulhoso, à espera de ver alma e tudo em Full Out, emocionado com o nosso trabalho. Os meus olhos ainda juram que o viram, na plateia, de pé, com as lágrimas a aparecerem. Tal como o recordo dos espectáculos.

Eu sei que estes textos são uma seca para vocês e que muitos nem se dão ao trabalho de lê-los na diagonal mas é por isso que adoro o meu blogue. Não devo nada a ninguém. Posso ser quem eu quiser e, mais importante, posso ser eu. Posso dizer aquelas coisas que mal confidencio com alguém. Ou porque parece parvo, ou lamechas. Aqui, é mesmo assim e só entra quem quer.

Continuando,

Difíceis de explicar estes espectáculos. 

Fiz a minha homenagem mas também bati o pé para homenagear os vivos. Os que me rodeiam agora. Os que se importam e os com quem me importo muito. As minhas filhas adoptivas.

Não vos disse? 

Regressei com uma mão cheia de presentes. Mimos. Uma carta que me fez chorar e a perceber que sou uma influência muito positiva e já contribui para mudar vidas para melhor. Para vidas felizes. Se efectivamente consegui o que foi escrito naquela carta, a minha vida já teve um propósito e, afinal, tudo o que questionava nos últimos anos passou a ter um sentido.

Foi de tal forma que, no dia seguinte, decidi que era tempo de ajudar-me e dei o passo que já deveria ter dado nos últimos seis anos.

Difíceis de explicar estes espectáculos. Estava tão cansada e tudo estava enevoado mas estes foram os espectáculos mais felizes e envolvidos em amizade e ternura que já fiz.

Talvez seja a despedida. Quem sabe. Só o futuro o dirá.

Se for, é em grande.

domingo, julho 05, 2015

Iluminações trintonas, ié, parece que a terra continua a querer tocar na lua



Acabaram de mostrar-me esta foto do espectáculo do ano passado. Turma de Jazz 2.

Têm uma matrona de trinta e cinco "experientes" anos e o resto tem de vinte e dois para baixo (Sim, uma delas tem quinze.)

Esta era a pose do final da coreografia, que tinha de ser alcançada em 0.0023 milionésimos de segundos, mais certeira do que as flechas do William Tell, sem balançar, sem ajeitar, depois de umas pirouettes.

Observei, observei.

Se estamos todas na posição correcta, com tudo bem colocado e alinhado, se não estamos marrecas, qual a mais certa, qual a que foi mais preguiçosa e... Ahhh! Estou mesmo bem, senão a mais certa!

De peito inchado, faço uma pequena dança da vitória e sorrio com vontade. Os meus vizinhos jurariam que ouviram cantar mas nego tudo.

Depois disto, passa-se àquela análise parva que todas nós fazemos. 

Deixa cá ver se pareço gorda, se estiquei a barriga ao invés de encolher... 

Até que os meus olhos fixaram-se no óbvio.

Pestanejaram.

Dá-se o click.

Vi a luz e atingi o Santo Graal.

Ainda não perceberam?

Rabo da Alexandra: 1
Rabo das miúdas: 0


Se poderia não ser tonta? Poderia mas não era a mesma coisa.

domingo, agosto 11, 2013

Pesagem - Update - Post pedagógico e especial para quem luta contra o peso



Afinal pesava muito pouco. Menos do que poderia imaginar. Longe de qualquer previsão. Nem irei confidenciar-vos quanto para não ganhar mais pragas e nuvens negras.

Todos os valores estavam muito bons, o peso abaixo do supostamente normal mas bom, porque estou muito longe de parecer um esqueleto ambulante, ao ponto de o PT (Que era um puto que nem barba tem e demonstrou saber muito menos do que eu de treinos e quejandos.) passar o tempo a dizer "Estes valores estão excepcionais, exemplares! Mas..." e o mas nunca se concretizava porque era o "mas" de um PT programado para vender mas sem saber onde pegar. Ali não haveria onde pegar e melhorar. Já sabia que seria assim. Que iria levar com a conversa de trampa, vazia, com um treino da treta para não passar mais de uma hora na sala de treino e tudo o que é típico deste tipo de ginásios. Quisesse melhor e não escolheria o ginásio pela proximidade, cotonetes, algodão e creme hidratante disponível e olhos bonitos dos instrutores. Era só um mês. Que mal faz a um mulher lavar as vistas?

Se vos serve de consolo, ontem e hoje dediquei-me a esvaziar a dispensa e o frigorífico, pelo que os valores já deverão ser diferentes.

Fiquei um pouco abananada porque, reflectindo, pela medição e considerando que já tinha engordado cerca de 2/3 quilos na semana anterior em que havia ficado parada, significa que, após o espectáculo e com o que emagreci com ele, eu estaria com um peso obscenamente leve. Quase de anoréctica. Não admira que parecesse um anjo da Victoria Secret mas com um metro e sessenta e dois. Estava a pesar o que elas pesam.

Antes que as meninas comecem a atirar pedras, há uma moral nisto tudo. E já não pareço um anjo lá da roupa interior, que eu prezo muito os chocolates e bolos desta vida.

Regressando à moral. O ginásio é importante. O trabalho de musculação deveria ser complementar a todos os desportos e obrigatório a partir dos trinta, já que é dos poucos que previne a perda da camada óssea e a osteoporose.

No entanto, se o vosso objectivo é emagrecer e parecerem elegantes, minhas queridas, Ballezinho do bom e espectáculos para cima. fora tudo o resto que se ganha: felicidade, gestão do stress, coordenação motora, prevenção da Alzheimer, equilibrio, força, postura, etc. Tenho feito aulas de Yoga, Pilates, BodyBalance (Esta é uma anedota) e nem queiram acreditar no dez a zero que dou a alunos que fazem isto há bastante tempo. Para além de vos dar força mas alongar muito os músculos, tornando-as sempre mais esguias.

Pronto. Aqui está. Nota-se muito que adoro a sauna e o jacuzzi mas já morro de saudades da dança?

Sim? É só para confirmar.

P.S. - Ontem tentei calçar as pontas. Mal o consegui. Tive que descalçá-las imediatamente. Os pés estavam aos berros. Aguardam-me momentos muito dolorosos em Setembro. (Sim!)



quarta-feira, maio 01, 2013

_ _ _ _ _ _ _ _ _ Saloia


Ahhhhhhhhhh que lá para meados de Julho vou dançar A Bela Adormecida com umas pontas nos pés e um tutu na cintura! Ahhhhhhhhhhh que aquilo está pejado de adolescentes no meio de nós. Sim, adolescentes fininhas como fósforos, e eu, com estes frescos e airosos trinta e quatro anos, quero perder barriga (Como quem diz, bom bom seria perder metade de mim.). Já que vou dançar sempre à frente, não quero ser a hipopótama de serviço e muito menos a chata que tapa todas as colegas.

Ahhhhhhhhhh! Bora lá então perder a barriga (Rabo, peito, músculos, só reste a pelinha por cima do osso, por favor.). 

Como? 

Cortar nos chocolates? NEM PENSAR! 

Cort... Nem pensar! 

Bebe água. Muita água! Isso, água!

Caramba, mais um dia e quem é que se lembrou de beber dois litros de água? Não fui eu, certamente.

Não faz mal. A caminho da dança para casa, emborca-se uma litrosa de H2O de uma vez. Problema resolvido. A dieta começou hoje então. Hurray! Tão fácil.

E então? 

Então, minha gente, quero ir dormir! 

Quero muito deitar-me mas estou a ir à casa de banho de dois em dois minutos, sensivelmente desde as 23h30, o que contabiliza um total de idas de ... É fazer as contas.

Pronto. É só isto. Vós também continuais muito interessantes.

Beijinho e até daqui a um mês.

P.S. - Como podem ver, o meu pé continua fofo e lindo que só ele. Cá cou-de-pied mais amado por todos os reinos de dança.

quarta-feira, outubro 10, 2012

Post muito importante



Dançar é tão bommmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm!

Preciso de umas pontas novas. De uns ténis, uns quantos maillots e collants convertíveis cor-de-rosa também.

Algum(a) caridoso(a), querido(a) e simpático(a) leitor(a) se chega à frente?

quinta-feira, setembro 06, 2012

Novo ano, novas mudanças e mais tutus




Estou a experimentar uma nova academia de dança. 

A do ano que passou tinha poucas aulas de Ballet, só de uma hora, nível muito iniciado e  estava cansada de fazer aulas aqui e ali para matar saudades.

Na segunda aula, quando já estava literalmente a morrer com os tornozelos a tremelicar, assim como quem não quer nada mas terá de ser assim e com um sorrisinho, a professora largou para o ar que gostaria muito que fizesse a aula de maillot preto e collants cor-de-rosa. 

Pestanejei. 

Maillot preto e collants cor-de-rosa. Ou seja, à menina, à antiga, à boa maneira da disciplina, nada como estas coisas de agora em que somos adultas e se me apetecer levar uma t-shirt larga sobre o maillot, umas calças, uns calções ou um maillot de qualquer cor, levo. 

Por acaso, estava de maillot azul escuro, collants de Ballet sem pés, cor-de-rosa, calções curtos e uma regata larga, também de Ballet. Coque e sapatilhas. Já muito à bailarina, como diziam na academia anterior, em que a maioria ia de meias, calças e t-shirt como lhes apetecesse e apanhavam o cabelo num rabo de cavalo ao acaso.

A dança tem uma coisa muito boa no que respeita ao descomplexar o nosso corpo. Rapidamente, passamos a usar maillots, leggings justos, mais ou menos transparentes, collants, calções muito curtos, mostra isto, mostra aquilo, contacto físico, etc mas, caramba, mostrar o rabo e a barriga todos os dias?

Além do mais, o que farei aos meus oitocentos maillots, leggings e collants de outras cores que já tenho e aos novos que encomendei num fantástico tom de vinho?

De rabinho encolhido, olhei à minha volta. As raparigas assim estavam vestidas, sendo que boa parte delas terá, pelo menos, menos dez anos do que eu. Duas, tinham uns calções minúsculos. Duas!

Afaguei a barriga, soltei uma lágrima imperceptível e preparei-me para o óbvio.

Fomos muito felizes, chocolate. Tivemos bons momentos, gomas. Doce de tomate, sempre foste o meu preferido. Ferraduras de chocolate, bolas de Berlim, pastéis de nata com canela, fondants, lasagna, risottos, batatas fritas e por aí adiante, que sempre tiveram lugar diário nos meus estômago e coração. Está na hora de dizermos adeus e aceitar aquelas coisas estranhas das maçãs e peixe cozido.

quarta-feira, janeiro 25, 2012

terça-feira, outubro 04, 2011

Existe maior ironia

(e estou aqui a escrever e ainda a rir às gargalhadas)

Do que uma academia de dança, sublinho, uma academia de dança apostar em grande (quatro vezes por semana, em horário nobre) numa suposta "modalidade" crescente nos ditos ginásios e health clubs fast-fitness (analogia à fast-food), que não é nada mais nada menos do que uma forma bastante rasca e particularmente pobre de iludir os clientes, dizendo que têm aulas de dança nos ginásios?

Vejam só, o que os meus queridos ex-colegas irão esforçar-se para aprenderem isto, durante este ano. Uh uh!


*

Isto sim, é dançar! So you think you can dance quem mesmo? Pirouettes, jetés, deboulés, pops, boogaloo, power moves, ganchos e volteios para quê?

Vão lá todos Zumbar!

Agora, versão dança da chuva:


* Não resisti em escolher logo a coreografia com esta escolha musical. Foi um fim do ano lectivo muito premonitório.

quarta-feira, setembro 21, 2011

quinta-feira, setembro 15, 2011

O de sempre


Hoje voltei a fazer uma aula de Jazz, aula que não fazia há meses.

A julgar pelo meu estado, em hora e meia, devo ter perdido umas 2600 Kcal.

Se não foi, parece.

De qualquer forma, para compensar, jantarei uma modesta picanha e, de seguida, um fondant de chocolate quente com gelado de nata e extra-extra-extra (Até que ponto os extras são em demasia?) molho de chocolate.

Segunda-feira, retomo (Finalmente! Finalmente!) a dança e isso significa três coisas apenas:

1 - Rabo duro de volta - adeus formato da cadeira - e barriga a desaparecer;

2 - Poderei voltar a comer à vontade, sem remorsos e cargas excessivas de energia, que me deixam igual ao Pokemon (Nunca segui os desenhos animados mas aquele amarelo era um tanto ou quanto eléctrico, não?);

3 - Quem quiser continuar a socializar comigo, inscreva-se em uma das muitas modalidades disponíveis. Provavelmente, encontrar-me-ão em quase todas. Ok, todas.

Afinal são quatro.

4 - Voltarei a ter bom feitio.

quarta-feira, março 09, 2011

Cisne Negro

Não sei se já vos contei, a primeira vez que calcei umas pontas, adereçavam um corpete de plumas encarnadas e um tutu de plumas também encarnadas, cor-de-laranja e amarelas para uma actuação com a banda sonora do Masquerade Ball do Fantasma da Ópera. Ia de Pássaro de Fogo.

Dei-me tão bem com elas que o meu professor olhou para mim, principiante com um ano de ballet, e disse "Alex, vais começar a fazer pontas". Isto foi, sensivelmente, há dois anos. (Tenho a certeza que já levaram com isto uma mão cheia de vezes.)

Iada, Iada, Iada, a verdade é que alguém deveria ter avisado a Natalie de que já existem umas protecções de silicone porreirinhas para quem não tem uns pés de aço como eu. Ou que a era dos abusos do coreógrafo já se foi há muito e é impensável no meio americano. Geralmente, até pingam para outras pastagens. São sensíveis. Adiante.

Já a parte de nascerem penas. Compreendo. Compreendo muito.

Mas, a mim, são mais destas.



E do voo de asa delta, já contei? Chatos.

terça-feira, fevereiro 15, 2011

Ainda sobre o dia dos namorados



Ontem, quinze minutos antes da aula de Ballet, a chover a potes, lá passo no Atrium a correr, com os pés ensopados e a roupa a pingar, na esperança de adquirir algo carregado (CAR-RE-GA-DO) de açúcar que confortasse o estômago nas próximas horas. Sem encher-me como uma dobrada e que fosse seguro para os cambrés e saltos (Leia-se "livre de vómito".).

Ainda ia na entrada e pensei "Cupcakes!" (Seja qual for a base, os com cobertura de creme de queijo são os meus preferidos e são perfeitos para engolir durante o curto caminho até à academia.) Mais açúcar do que isto, só chupando um quilo de Sores.

Tudo muito bonito até chegar lá em baixo e ter uma fila de ONZE pessoas. Onze pessoas, como quem diz dez homens e uma mulher. Já não restavam bolos na prateleira, as moças estavam a recheá-los e enfeitá-los na hora e os clientes com ar de quem mata por bolos (Assim como fico de vez em quando... Quase todos os dias.), melhor dizendo, com ar de "se não levo nada para casa estou frito, panado e dormirei no sofá."

Com quinze minutos para chegar à academia, despir, calçar as meias com os pés húmidos, (Os homens não imaginam mas humidade e collants tornam a tarefa hercúlea, para não dizer impossível.), maillot, calções, perneiras, calçar as sapatilhas sem que gangrenassem os pés e atá-las convenientemente, prender o cabelo e colocar a meia centena de ganchos e rede, aquecer os pés, as pernas e as costas e engolir qualquer coisa para não desmaiar no meio do adagio ou dos grand battements (...), claro que desisti do cupcake.

Valeu-me a boa bola de Berlim que soube bem melhor, se bem que a carga de açúcar foi insuficiente.

Ainda assim, foi uma pena S. Valentim.

Logo eu que estava a achar o dia tão simpático.

São coisas destas que mudam uma vida, uma forma de pensar.

Sinceramente, acho que brincaste com o fogo.

quarta-feira, fevereiro 09, 2011

Esta nunca irão perceber

Mas aí está, o blogue é à minha semelhança e não à vossa.

Até podem pesquisar, ver no Youtube, Google mas não vão perceber.

Não vão perceber porque só vivendo.

Ahh é isto! O "isto" só é "isto" quando é vosso.

Não é vosso, torna-se o "isso" ou o "aquilo".

E, antes que continue com esta conversa que não vai a lado nenhum,

Isto é uma música de Popping.

Que me é irresistível. Mais do que isso.

Vão lá perceber.


domingo, fevereiro 06, 2011

A propósito do Black Swan,

*Foto: Ballerina Project


Após meses e meses de ausência, este Sábado voltei a calçar as pontas e só tenho a dizer:

Aaaaiiiii! Aaaaaiiiiiiiiiii! Aaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiii!

Mas é tão bonitinho.

**Fofas,

Prometo não vos abandonar tão cedo mas, por favor, sejam misericordiosas.


segunda-feira, janeiro 31, 2011

sexta-feira, novembro 05, 2010

As bailarinas não são magras nem gordas


São bailarinas.

Para mim, é como aquela ideia em que não conseguimos identificar uma pessoa como feia fisicamente, quando tem uma personalidade espectacular.

Já agora, anteontem parti um dedo do pé na aula de contemporâneo.

Ontem, ainda fiz bboying (ou bgirling) e tango.

Hoje, está tudo a postos para as aulas de Ballet e Jazz.

Os meus dedos são o máximo!

Isto tudo para dizer que, a próxima vez que vir um futebolista fazer fita por causa de uma lesão, rir-me-ei na cara dele.