Oh Deus.domingo, fevereiro 21, 2010
Cada um tem o que merece
Oh Deus.terça-feira, fevereiro 16, 2010
Eu quero lá saber do dia dos namorados

E os posts da Mónica Marques. Sim, Mónica, o meu pipi está gelado. (E nem de propósito. Veja só o meu biquini.)
Hoje, sequer abri as persianas de casa. Levei imediatamente com um "Estás doente?"
Não, quer dizer, só um pouco (penso no cliché, dói-me a alma e calo-me). Não aguento as cores que alcanço para lá da janela.
Não sei se já vos aconteceu, visitar um lugar que nem sequer vos dizia grande coisa e descobrirem que, afinal, é lá que se sentem em casa como em nenhum outro sítio se sentiram. Assombroso.
Tenho saudades, caramba.
De tudo. Das cores, dos cheiros, dos sabores, da proximidade própria da cultura daquela gente.
Do sampa.
Tenho saudades, saudades e saudades.
Mas quando vais de férias, vais sempre para aí? Vou para lá a trabalho, de férias e em sonhos.
Recordo a última visita, o negro da praia a exclamar "Pô, você não é carioca? Você não é a não sei das quantas, filha daquela atriz de tv famosa?" e o seu ar de desconfiado e enganado com a minha resposta negativa. "Aí, moça, não engana não. Aqui na minha barraca, você é vip e pode pagar tudo só lá no finalzinho do mês."
Eu não quero ser filha de actriz (nem de atriz) famosa.
Mas já maldisse-me pelo curso e profissão que optei, porque não tirei um daqueles que é igual em toda a parte do mundo, lá espreito a página da Ordem dos Advogados, diz que é necessário reconhecer o curso na universidade lá, talvez fazer um ou outro exame e, depois, o exame da Ordem.
O direito é uma merda. Soubemos deixar a calçada portuguesa e as padarias e nem um pouco (tanto, muito) de família romano-germânica? Só para facilitar um pouco?
Sejamos conscientes. Até os exames feitos e passados com honras, faço o quê? Nem tenho coxa grossa para ser garota de programa.
Em todo o caso, gente, estou aprendendo a fazer sanduíche.
(Eu e os aeroportos...)
quarta-feira, fevereiro 10, 2010
Nestes últimos dias, tenho reflectido muito.

Desde ontem, tenho tentado remendar as situações em que estive menos bem (ou mal mesmo, péssima, fui uma autêntica bruxa/terrorista) junto dos amigos, conhecidos, familiares e colegas.
Está mais do que na altura de ser adulta, usar a maturidade que os trinta ofereceram e dar a mão à palmatória.
Dizer " Estive mal. Desculpa.", "O meu feitio é péssimo e nao tive qualquer razão.".
Se não puder remendar, pelo menos reconhecer que fui uma besta ou uma borrega cruel e insensível.
Assim, estabeleci uma ordem, e momento por momento, data por data, iniciei a tarefa de anunciar os meae culpae.
Mesmo agora, enviei um email ao Pedro Lorenço, reconhecendo que fui uma cabra fria e indiferente aos seus sentimentos. Sublinhando que, lá por não me sentir atraída por ele, de todo mereceu o incomensurável desprezo por mim destilado. Apesar de toda a sua simpatia e admiração, apesar de sempre defender-me e elogiar-me, apesar de nunca ter oferecido qualquer razão para isso (pelo contrário).
terça-feira, fevereiro 09, 2010
Blogger? I'm a reader.

sexta-feira, fevereiro 05, 2010
Quando era pequena

sexta-feira, janeiro 15, 2010
Dear readers

terça-feira, janeiro 12, 2010
Soul food, comfort food, soul music, comfort music
Why be comfortable when you, babe, can take a walk in the wild side?
segunda-feira, janeiro 11, 2010
sábado, janeiro 02, 2010
Primeiras resoluções do ano II
quarta-feira, dezembro 30, 2009
segunda-feira, dezembro 07, 2009
Recordam-se daquele personagem dos Marretas
Que apenas dizia "mi mi mi mi mi"(destacado na imagem)?
Apetecia-me trocar com ele.
E dizer "mi" em código morse.
segunda-feira, novembro 23, 2009
Acabei de escrever um post intitulado

A partilha do mesmo teria resultados tão nefastos para a minha integridade como os que adviriam da descoberta por um amigo ou familiar de que seria uma acompanhante de luxo.
Felizmente, aquilo que, geralmente, me leva a não revelar certas coisas foi o que me impediu de, por transacção, partilhar o meu pipi com o mundo.
Exactamente o mesmo, que actua com a mesma rapidez e eficácia.
Se estão a pensar em sensatez, p.f. regressem à casa de partida.
segunda-feira, novembro 16, 2009
terça-feira, setembro 22, 2009
Nunca gostei de anti-heróis
segunda-feira, setembro 21, 2009
Eu percebo que Jesus está a brincar comigo

Nota: Este episódio não se passou no Colombo.
O filho do meu senhorio

É em todos os aspectos fisicamente igual ao pai, numa versão cópia muito mais jovem.
Basicamente, o tempo passou mas nada evoluiu naquela espécie.
segunda-feira, setembro 07, 2009
Hoje volto à dança

E, de repente, todos os meus problemas parecerão menores e mais facilmente resolúveis.
Já se respira de outra forma.
Foi uma noite pouco dormida com muitas voltas na cama e outras tantas no pensamento mas, para já, encerrou um capítulo de insónias. Encontrei um ou outro caminho, ao invés de Alexandra, deveriam chamar-me de desenrasca.
O trabalho está encaminhado, agora falta o coração.
Entretanto, a semana que passou foi particularmente sui generis.
Passados cinco anos, voltar a ouvir as mesmas conversas que ouvi durante este tempo e, com uma tranquilidade diferente, tentar explicar levemente que as coisas já não se pintam assim.
Que, apesar de tudo, existe sentimento mas este transformou-se, evoluiu. Existe já não para suportar um eterno adiar e um medo injustificável. Para viver numa dependência, num achar que um dia aconteceria. Isso passou. Não sou a mesma pessoa que ele quer.
Que vou torcer muito, muito por ele nesta nova etapa.
Mas que desejo seguir uma etapa diferente desta de troca de conversas e deixar escapar vontades a medo que a seguir se retiram. Que são absolutamente nada. Nada trazem, nada acrescentam, nada constróem em mim e nele. Há algum tempo que a tomei, já deu conta disso. Nada é igual (finalmente).
Que estarei sempre quando precisar, mesmo que largas distâncias nos separem.
Que acredito nas suas capacidades, na sua vontade e no seu trabalho. Acredito nele como pessoa. É muito mais do que se julga ou admite ser.
Sim, escrevi isto a quente mas com uma paz indescritível.
E sim, também conheci quem me faça rir. Com vontade e livremente. Não sei se quem é importante mas, pelo menos, sei que é possível rir. Afinal, esta coisa de fazer rir, que sempre substimei (por completa ignorância) é mesmo muito atraente. E bate todos os jogos do mundo.
Duvido que leias isto, há muito que te fartaste.
Esquece o pormenor.
É só isso.
Um pormenor e não um assunto inacabado.
Ele foi terminado.
Por ambos.
Adoro-te e estarei sempre lá, quando o pedires.
A olhar por ti. Com a maior amizade que se pode desejar.
Beijinho
Arrasa.
Gente, entretanto, ando a bater com a cabeça na parede.
De tão preconceituosa e rápida a julgar e sei lá mais o quê que fui. Grande parva, isso sim. O moço é até muito interessante. E giro. E outras tantas coisas. Só não me faz rir.
E este blogue está tão, mas tão "diário" que os meus diários de pré-adolescente revelavam maior maturidade. Onde já se viu, expor desta forma a minha vida, como nomes e tudo e tudo escarrapachado para vosso gáudio?
Ah, tenho saudades da política.







