Estado de espírito nublado.
Música dengosa.
Para adormecer.
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quinta-feira, setembro 10, 2009
quarta-feira, agosto 26, 2009
terça-feira, agosto 18, 2009
domingo, agosto 16, 2009
sexta-feira, agosto 07, 2009
O sol ainda não chegou ao alto
Mas quero mandar um beijinho ao meu.
*Esqueçam, estou de mal a pior e, pela frente, não se vislumbram dias despojados de pieguice.
terça-feira, agosto 04, 2009
sexta-feira, julho 31, 2009
Já temos festa preparada para a seguir ao casamento
Mais uma vez pela mão do Textículos.
Fossem todos os meus processos assim.
quinta-feira, julho 30, 2009
Feeling so 80's... So what else is new?
Não me apetece nada pôr as sapatilhas de lado por um mês...
quarta-feira, julho 22, 2009
segunda-feira, julho 20, 2009
Suddenly I don't feel that happy

Sabem aqueles dias que acordamos a transbordar de felicidade, pomos o pé na rua com um sorriso sincero armado e irremovível, apesar do sono, dos cabelos desalinhados e dos tropeções na calçada porque simplesmente ignoramos que calçamos saltos?
Dias em que ao fim ao cabo somos só nós e os pensamentos ou memórias, o mundo à volta se não se apaga, enevoa-se, dissolve-se. O que apenas importa e nos move somos nós próprios e o que vai cá dentro, Apanhar ou não o autocarro, atravessar a estrada com vida, chegar a horas ao trabalho são meros pormenores nesta dança sensorial e mental que percorre cada terminação nervosa do nosso corpo. Esses dias em que o cérebro dá as mãos aos batimentos cardíacos e ao estômago e este jogo de luz que vai cá dentro tira-nos a vontade de comida, vemos apenas por imagens seleccionadas sem grande sequência, mas que importa a sequência se agora não nos interessa mesmo nada. Quem sabe, outras sequências?...
Depois, nestes mesmos dias, aparece algo, uma mancha despercebida (só fecha os olhos quem quer), uma nódoa no melhor pano que nos faz parar e hesitar, questionar se aquela toalha será mesmo necessária, a nossa mesa há muito que está nua, até que ponto precisaremos dela ou até que ponto não deixará a mesa marcada, com o tempo com as marcas da luz que chegam onde a toalha se esquece de abraçar.
São esses os dias, em que o aviso esteve lá, nós puramente ignoramos ou então cegamente o acolhemos e deixamos para trás qualquer coisa para viver, um "x" a marcar um erro no jornal diário, um borrão, uma linha ou página em branco, quem sabe a mesma nunca mais será escrita por outras mãos que não as nossas, aquelas que afinal tinha importância. (Ou não teriam?)
Nestes dias fico sempre na dúvida com a certeza de que seja qual for a escolha que faça, é bem provável que vá bater com a cabeça.
Ou não.
Curiosamente, esta última hipótese consegue sempre ser improvável.
Dias em que ao fim ao cabo somos só nós e os pensamentos ou memórias, o mundo à volta se não se apaga, enevoa-se, dissolve-se. O que apenas importa e nos move somos nós próprios e o que vai cá dentro, Apanhar ou não o autocarro, atravessar a estrada com vida, chegar a horas ao trabalho são meros pormenores nesta dança sensorial e mental que percorre cada terminação nervosa do nosso corpo. Esses dias em que o cérebro dá as mãos aos batimentos cardíacos e ao estômago e este jogo de luz que vai cá dentro tira-nos a vontade de comida, vemos apenas por imagens seleccionadas sem grande sequência, mas que importa a sequência se agora não nos interessa mesmo nada. Quem sabe, outras sequências?...
Depois, nestes mesmos dias, aparece algo, uma mancha despercebida (só fecha os olhos quem quer), uma nódoa no melhor pano que nos faz parar e hesitar, questionar se aquela toalha será mesmo necessária, a nossa mesa há muito que está nua, até que ponto precisaremos dela ou até que ponto não deixará a mesa marcada, com o tempo com as marcas da luz que chegam onde a toalha se esquece de abraçar.
São esses os dias, em que o aviso esteve lá, nós puramente ignoramos ou então cegamente o acolhemos e deixamos para trás qualquer coisa para viver, um "x" a marcar um erro no jornal diário, um borrão, uma linha ou página em branco, quem sabe a mesma nunca mais será escrita por outras mãos que não as nossas, aquelas que afinal tinha importância. (Ou não teriam?)
Nestes dias fico sempre na dúvida com a certeza de que seja qual for a escolha que faça, é bem provável que vá bater com a cabeça.
Ou não.
Curiosamente, esta última hipótese consegue sempre ser improvável.
sexta-feira, julho 17, 2009
terça-feira, junho 30, 2009
domingo, junho 21, 2009
Não tem nada a ver com o assunto (Feeling so 80's) mas
Os bilhetes estão praticamente esgotados e falam em fazer um segundo dia de espectáculo.
Já agora, uma tournée, no mês de Agosto, pelos caminhos e vilarejos de Portugal...
quarta-feira, junho 17, 2009
segunda-feira, junho 08, 2009
sábado, junho 06, 2009
(Love) Pressure
Give love one more chance.
Etiquetas:
A minha selecção músical,
A minha vida dava um musical
sexta-feira, junho 05, 2009
quarta-feira, junho 03, 2009
segunda-feira, maio 25, 2009
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